O Amor e o Perdão tudo Alcança

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A sabedoria divina
Define o perdão,
Como o reciclador
Dos sentimentos e ressentimentos,
E tudo isso acontece a serviço do amor.

Inserida por ostra

Que a árvore do perdão supere a raiz de orgulho ou de rancor e aí, então, mostraremos o fruto da alma, o amor!

Inserida por ProfessorMarcos

Leve beijos na boca e perdão no coração,
afine a voz dos sentimentos,
não a deixe soar rouca,
noite e luar se completam,
mar e areia também,
sem perfume é triste a flor,
deixe que o amor prevaleça,
só assim a vida terá mais valor

Inserida por neusamarilda

RENOVAÇÃO DIÁRIA:
Encontrar a felicidade é dar o primeiro passo em direção ao perdão, subir o degrau da esperança para vencer as lutas diárias, depositar em Deus a confiança para vencer e agradecer todos os dias pela Sua misericórdia que se renova em nosso favor logo cedo.

PALAVRA PARA VOCÊ:
Escute: os olhos do Senhor estão sobre aqueles que o respeitam, aqueles que procuram seu amor. Ele está disposto a resgatá-los nos tempos maus, a prestar todo o auxílio necessário nos tempos difíceis. (Salmos 33:18-19).

Inserida por LucianoSobral

⁠O exercício do auto perdão abrange todas as áreas das nossas vidas.
O outro em nós.
Libere-se.

Inserida por Zaika_Capita

Sobre o perdão, digamos que tenho uma maneira fácil de lidar com isso. Você erra comigo e eu te perdôo... Sim perdoarei, perdoar envolve esquecer o erro que você cometeu comigo e pra mim esquecer esse erro, preciso esquecer você. É um processo um tanto doloroso, mas funciona. No fim, não lembrarei teu cheiro, tuas características, seu sorriso, muito menos o seu nome e seu erro. Você não estará nem em minhas lembranças. Então, não vacile.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Senhor, livrai-nos da depressão, da falta de perdão, de tudo que nos amarra e nos afasta! Livrai-nos de nós mesmos, do nosso vazio, do nosso egocentrismo, da falta de amor, da falta de respeito, da falta de afeto e carinho, da falta de tempo! Livrai-nos da falta de amor próprio, de amor ao próximo, de amor ao inimigo! Que eu possa tolerar os defeitos, os devaneios e até o excesso de felicidade do outro; mas que, acima de tudo, eu possa tolerar estes mesmos a meu próprio respeito, que eu possa tolerar o tempo ocioso comigo mesmo, em solidão!

Inserida por vivi_da_silva

⁠Assim como o pecado adoece, o perdão traz a cura.

Inserida por DarciLourencao

Perdão não é um ato de heroísmo, mas um ato de sabedoria e consciência plena de que ninguém é perfeito, todos merecem uma nova oportunidade de recomeçar e sonhar com uma vida melhor, livre do peso causado pela discórdia ou pelas dores regadas de orgulho.

Inserida por guthierres

Perdão

Desci o singular caminho
Auspicioso cambalear de idéias
Na mente opaca e necessitada
Não era uma estrada, nem uma condição.

Verti do mais fundo da alma
O âmago capaz de simplificar a história
Rompendo em gloria, o certo pesar.

Vagas lembranças decerto irão ficar
Mas sem a dor da mente
Incrustado na inércia mediana das torrentes
Romper correntes, libertar.

Do foco bendito apurado
Numa mente sanada ou não
Rabiscada e moldada
Num gesto de perdão

Inserida por OscarKlemz

"" Preciso te pedir perdão
pois se tem alguém nessa vida que tem intensidade
esse sou eu
vivi todos desejos que tive
e é certo que muito errei
por isso se você puder, me perdoar
perdoe de coração
que eu tentando acertar
muitas vezes errei
e muito ainda irei errar
até um dia ter completa convicção
de que errar faz parte
principalmente tentando arte
o que não cabe é a submissão...

Inserida por OscarKlemz

"" Todos tem razão
então vamos a guerra
ou praticar o perdão...""

Inserida por OscarKlemz

⁠Perdão
Perdão por falar
Perdão por calar
Perdão por pensar
Perdão por fugir
Perdão por tentar
Perdão por insistir
Perdão por existir
Perdão por corrigir
Perdão perseguir
Perdão por teimar
Perdão por sufocar
Perdão por desistir
Perdão por fracassar
Perdão por chorar
Perdão por trair
Perdão por desistir
Perdão por errar
Perdão por não ouvir
Perdão por deferir
Perdão por atacar
Perdão por ferir
Perdão por sorrir
Perdão por duvidar
Perdão por postergar
Perdão por entregar
Perdão por odiar
Perdão por lutar
Perdão por atentar
Perdão por viver intensamente cada erro, cada falha, perdão por errar e errar e errar.
Perdão por pedir perdão, perdão por não merecer perdão, perdão por não saber perdoar.
Perdoa eu, sou intenso de mais para ser perfeito, ou imperfeito de mais para muitos acertos.
Perdão para um coração perdido no peito, ferido, aguerrido, incauto.
Perdão é pra perfeitos, perfeito nunca soube ser, perdão é amor, acalento, perdoar é amar, por isso não sei perdoar, talvez nem amar.
Perdoar é divino, sublime, honesto e supremo, não sei o que é isso, minha vida foi lutar e matar, guerrear.
Só o que faço é prozar, me entregar e gozar, pecar e errar, dou motivos para os puros e perfeitos, talvez não tenha jeito, nunca tive, nunca quis, nunca pude, nunca soube.
Que Deus me ajude a medida que eu pude.

Inserida por AntonioLimaJunior

Não fique triste, as pessoas que te ofendeu ainda algum dia vai te pedir perdão e falar bem de você a outra pessoa. Que Deus abençoe você e sorria e seja feliz.⁠

Inserida por isaqueramon

Gostaria de ver parte da humanidade que odeia, pedindo perdão aos seus ofensores, para receber a paz, o amor e a felicidade de um coração bondoso.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Quem pede perdão demonstra lucidez,

Quem perdoa demonstra grandeza,

Quem esquece deixa de ser prisioneiro do passado.

Quem carrega a mágoa, adoece a alma.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu,

Aquele que perdoa dominou o ressentimento,

Aquele que esquece vive em paz.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.

"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.

A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.

Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.

Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.

Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.

Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:

"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."

Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.

A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.

Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.

Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.

Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.

Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.

Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quando a Paz é Sua:
A Sublime Força do Perdão Consciente.
“Quem não perdoa não se livra da ofensa.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Quando a indiferença é do outro e a paz é sua, o coração descobre que o perdão não é um favor ao agressor, mas um remédio bendito que liberta a própria alma do peso da mágoa e da repetição mental da dor. Quem escolhe perdoar retira as correntes invisíveis que o prendiam ao passado, abrindo espaço para que os benfeitores espirituais o amparem com inspirações de serenidade e coragem na caminhada evolutiva.A maior sabedoria se consiste em saber compreender a ignorância alheia, porque cada espírito está em um degrau diferente da escada evolutiva, aprendendo a duras lições aquilo que um dia também ignoramos. Diante da indiferença, da grosseria ou da injustiça, o olhar espírita recorda que todos somos viajores da experiência humana, trazendo débitos, provas e limitações que nem sempre aparecem aos olhos do mundo, mas são conhecidas pelas leis divinas de causa e efeito. Assim, em vez de alimentar revolta, o discípulo do bem escolhe compreender, amparar em pensamento e seguir adiante, confiando na justiça de Deus que não falha.Conforme inspira Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, a verdadeira superioridade moral manifesta-se na serenidade diante das fragilidades do outro, pois o espírito realmente amadurecido não se compraz em apontar erros, mas em oferecer exemplos silenciosos de paz e tolerância. Nessas horas, calar-se para que um ignorante continue falando é uma caridade que ele não está apto a entender, mas que protege sua própria harmonia interior e evita que palavras impensadas criem novos débitos espirituais. O silêncio que nasce da caridade não é omissão, mas oração em ato, que entrega a situação às mãos de Deus e, quando preciso, aguarda o momento certo para um diálogo fraterno e edificante.Aquele que perdoa com entendimento profundo não se perturba diante das incompreensões alheias, porque reconhece que todos nós ainda caminhamos rumo à conquista da convicção plena da imortalidade e das leis divinas. O perdão consciente não é fraqueza, mas expressão luminosa de maturidade espiritual, que transforma feridas em sabedoria, humilhações em humildade verdadeira e tropeços em aprendizado duradouro. Que cada gesto de compreensão, cada silêncio caridoso e cada esforço íntimo de perdoar seja para nós um passo seguro na trilha da evolução, preparando nossa alma para as alturas da imortalidade, onde somente o amor, a paz e a misericórdia têm morada definitiva.
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@destacar

Inserida por marcelo_monteiro_4

A SEGUNDA MILHA E O PERDÃO EVANGÉLICO SOB A ÓTICA ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

A seguir apresentam-se os capítulos e versículos bíblicos mencionados, acompanhados de comentários interpretativos à luz do Espiritismo, em consonância com a Codificação.

Lucas 6:29 a 30.
“Se alguém te ferir numa face, oferece-lhe também a outra. E ao que te tomar a capa, não impeças que leve também a túnica. Dá a todo aquele que te pedir. E ao que tomar o que é teu, não lho tornes a pedir.”

À luz do Espiritismo, este ensino não se refere à anulação da dignidade pessoal, mas à superação do instinto de revanche. A Codificação esclarece que a violência gera violência e que o espírito só se emancipa quando rompe o ciclo do ódio. Oferecer a outra face significa não reagir moralmente ao mal recebido, libertando-se das paixões inferiores. Trata-se de uma atitude interior de domínio sobre si mesmo, virtude essencial ao progresso espiritual.

Mateus 5:4.
“E se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.”

Este versículo, núcleo simbólico da chamada segunda milha, encontra profunda correspondência com o princípio espírita da resignação ativa. A Codificação ensina que as provas difíceis são instrumentos de crescimento e que o mérito está na forma como o espírito as enfrenta. Caminhar além do imposto representa aceitar a prova sem revolta, transformando uma imposição injusta em exercício voluntário de amor e compreensão. Não é submissão cega, mas elevação moral consciente.

Mateus 5:44.
“Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem.”

O Espiritismo aprofunda este mandamento ao explicar que os inimigos de hoje são frequentemente espíritos ligados a nós por débitos do passado e os possíveis amigos de amanhã. Amar o inimigo é reconhecer que ambos se encontram em estágios diferentes da mesma caminhada evolutiva. Orar por quem persegue é enviar vibrações de equilíbrio e romper laços de animosidade que atravessam encarnações. Aqui o amor deixa de ser emoção e torna-se ciência moral.

Lucas 23:34.
“Pai, perdoa lhes, porque não sabem o que fazem.”

Neste clímax do Evangelho, o Cristo revela a compreensão plena da ignorância espiritual como raiz do mal. A Codificação afirma que o erro é sempre filho da imperfeição e que ninguém pratica o mal com lucidez plena do bem. O perdão de Jesus não nega a falta, mas compreende a limitação do espírito humano. Trata-se do modelo máximo de indulgência, apresentado como meta evolutiva para a humanidade.

Filipenses 3:13 a 14 e 20.
“Esquecendo me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação.”
“A nossa pátria está nos céus.”

Sob a ótica espírita, essas palavras refletem a consciência da imortalidade do espírito e da transitoriedade da vida corporal. A verdadeira pátria é o estado de harmonia moral que se conquista pelo aperfeiçoamento contínuo. Prosseguir para o alvo é avançar espiritualmente, superando quedas e aprendizados de múltiplas existências. O Espiritismo confirma que o progresso é lei divina e que nenhum esforço sincero se perde.

Conclusão.

À luz do Espiritismo, ir além do que nos pedem é um ato de lucidez espiritual. Não se trata de aceitar a injustiça, mas de não permitir que ela se instale no íntimo como rancor. A segunda milha é o espaço da libertação interior, onde o espírito escolhe crescer em vez de reagir, compreender em vez de condenar.

Esses ensinamentos não exigem perfeição imediata, mas sinceridade no esforço. Cada gesto de perdão alivia o fardo invisível da alma. Cada passo além do orgulho aproxima o espírito da paz que não depende das circunstâncias exteriores. Assim, o Evangelho e a Codificação convergem para uma mesma verdade consoladora. O amor compreendido e vivido é o caminho mais seguro para a restauração interior e para a esperança que sustenta a caminhada humana.

Inserida por marcelo_monteiro_4