Nuvens

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Quando o nível estiver acima das nuvens e abaixo dos céus, é hora de contemplar.

Quero flutuar em pedacinhos de nuvens, sentir a maciez invadir o meu ser, cobrindo o meu pranto com pétalas de amor.

Debbie Villela ⁠

Minha maior viagem é ficar redesenhando as minhas nuvens de interrogação.
Debbie Villela

⁠Luz, e assim que sempre vou lembrar de você.
Por que foi em um dia radiante de calor, de nuvens azuis de anil que te conheci.
Que sorriso lindo...
Que olhar cativante...
Pude sentir uma imensa alegria dentro do meu coração, mas que em poucos segundos se tornou tristeza...
Perdi sem ao menos ter, cheguei tarde, só me resta lamentar por você estar subindo ao altar e eu querer ser quem estará lá. 💔💔💔

Uma luz entre nuvens densas
Desce e perfura nossas crenças
Acreditamos na luz do sol

Quando a chuva cair de novo
Sentiremos falta do calor
Por mais uma medicina de amor
E isso acontece em todo o tempo.

Me apeguei à mesma luz
Deixei minha casa pra fazer jus
De ser ingênuo e fraco

Eu gostava de ficar sozinho
Na chuva, dançava no frio
Mas a falta de arco-íris bate
E isso acontece em todo o tempo.

Não sou alguém burro, não.
Não sou alguém inútil, não.
Sou pior do que posso pensar
Emoções que não dá pra controlar

Me deixe sentir mais nada
Ser vazio e deixar de amar
Eu não quero mais me desesperar
Por coisa que vai acabar
E se eu só virar e você me abandonar?
E isso acontece em todo o tempo.

Se eu pudesse ao menos acertar
Quem quero ser
Se eu pudesse ao menos acertar
Quem quero ser
Em todo o tempo.

A felicidade brilha nos breves intervalos do sofrimento, como um raio de sol entre nuvens escuras. Ela nos ensina a valorizar os raros momentos de paz, encontrando beleza e gratidão mesmo nas adversidades.

Hoje acordei com um relógio mastigando nuvens, e a parede sussurrava alfabetos em espiral. Três cadeiras dançavam xadrez sobre o teto, enquanto meu nome virava vapor dentro de uma xícara vazia. A rua, lá fora, era um aquário de buzinas; eu caminhava sem pés, colecionando sombras como moedas furadas. Um pássaro de papel me pediu senha, e eu respondi com silêncio em braile. Tudo parecia erro de tradução: risos que não pertenciam, cores que tinham gosto de ferrugem.

Então percebi o fio: cada imagem era um recado do corpo. O relógio eram meus prazos, as nuvens, a ansiedade. A parede repetia o que eu evito dizer. As cadeiras no teto eram as conversas que deixei para depois. As moedas furadas, a energia que gasto tentando agradar. O pássaro de papel era meu pedido de ajuda, dobrado e escondido.

Quando coloquei a mão no peito, o aquário virou janela. Respirei, sentei, e desliguei o telefone por cinco minutos; ouvi o próprio coração batendo, sem metáforas, e finalmente entendi o idioma da manhã. Escrevi uma linha simples: hoje eu vou me escolher.

Às vezes, o céu parece pensar por nós. As nuvens avançam lentas, desmontando formas que mal nasceram, como ideias que o coração inventa para suportar o peso do julgamento. Em uma praia sem nome, vi um caranguejo caminhar de lado, e entendi que nem toda verdade segue em linha reta. Há destinos que chegam por desvios, marés e silêncios.


O tempo, nesse lugar invisível, não corria: respirava. Ele pousava sobre a pele como sal, entrava nas lembranças, abria portas antigas e deixava à mostra as cicatrizes que fingimos esquecer. Cada marca tinha sua própria luz, como se a dor, depois de amadurecida, aprendesse a iluminar.


Então percebi que viver é aceitar a estranheza das coisas. As nuvens não pedem permissão para mudar, o caranguejo não se desculpa pelo seu caminhar, e o julgamento mais duro quase sempre nasce dentro de nós. O tempo apenas revela o que já era semente: que as cicatrizes não são o fim da pele, mas a caligrafia secreta daquilo que conseguiu permanecer. E, quando a maré recua, sobra no chão uma espécie de oração muda, lembrando que até o vazio pode ser abrigo.

O vento não sabe para onde sopra, e as nuvens, essas viajantes indecisas, vagueiam sobre montanhas que já nasceram velhas. Gigantes caminham por um mundo pequeno demais para seus passos, deixando marcas que se confundem com vales. Os moinhos giram, mas quem move a pedra? A ampulheta de areia farinha mede tempo que não existe, enquanto um girassol, tolo e fiel, dança para um sol que nem sempre comparece. Sobre tudo isso paira um corvo de asas coloridas, único espectador que entende a piada: vivemos presos a rodas que inventamos, a contadores que esvaziamos, a gigantescas ilusões de grandeza dentro de horizontes que cabem na palma da mão.

Devemos observar que,
As nuvens cinzas passam,
E nunca tiram o azul do céu.

Assim como o sol continua a brilhar mesmo quando nuvens escuras tentam escondê-lo, Deus permanece presente mesmo em meio ao caos da vida.

Há tristezas que transformam o coração em um céu em guerra: nuvens carregadas de silêncios, trovões de sentimentos sufocados e lágrimas que despencam como tempestades. Mas até a noite mais escura se rende ao amanhecer; às vezes, é preciso deixar a alma chover para que, depois da tormenta, algo dentro de nós volte a florescer.

“O limite do céu talvez não esteja nas nuvens. Talvez esteja apenas até onde a sua coragem de acreditar consegue alcançar.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

A moral não desce das nuvens; ela surge do barro da vida cotidiana, suja e real.

A lua se esconde entre as nuvens na noite escura. Pensamentos caminham entre as músicas do antes que tocam no hoje. Cheia, ela me lembra daqueles olhos, assim como o começo do que nunca terminou. Entre vidas, caminho sem rumo, buscando chegar na direção do que sempre quis, mesmo antes de saber. Do que sempre esteve lá, muito antes de poder sentir. Da promessa feita mesmo antes de nascer.
- Marcela Lobato

⁠⁠Magnetismo de uma arte esplendorosa, que no céu se revela com lindas cores entre as nuvens e a suas formas diversas, o encantamento solar, o auge do Sol numa apresentação intensa, singular, um belíssimo pôr do sol que vem anunciar a noite como um gesto de amor.

⁠Harmonia resplandecente de cores vibrantes,pintando vivazmente o céu coberto de nuvens numa tarde que se despede com uma cordialidade emocionante, talento divino de um sol imponente, amor inquietante, arte veemente, encanto significativo, primazia impactante, resplendor obviamente aprazível.

Inserido em um ⁠evento celestial num instante imaginado, poético, voando entre as nuvens pela liberdade de um céu grandioso, sentindo-me amado por um amor próprio mais leve, uma emoção incomparável, tendo uma experiência surreal, fora do alcance desagradável dos problemas, da pressão frequente da vida adulta, desfrutando de uma oportunidade especial, intensa, simplesmente, transformadora, onde a loucura é bem vinda, o mal não chega, sonho desperto que fortifica a minha sanidade, que incentiva a minha resiliência, que traz um pouco de estabilidade para a minha complexa consciência.

⁠Cabeça nas nuvens, voltando de mais uma viagem inesquecível, emoção nas alturas, sentindo um rica liberdade de espírito, depois mais uma aventura, trazendo uma mistura de cansaço com gratidão, nem as turbulências na volta foram um empecilho, meu coração se manteve sossegado, meu ânimo fortalecido, o máximo possível foi aproveitado, estou certo de que foi um presente divino imensamente necessário para mim, considerando que sou um aventureiro nato e que me fez um bem incrível, assim, um bom motivo para eu ser grato e continuar seguindo.

Lua formosa que está cheia de charme entre as nuvens, crescente é a sua emoção, nova outra vez a cada noite, minguante quando quer mais discrição, mesmo que acabe sendo um pouco frustrante, já que sempre consegue chamar atenção em todas as suas fases,
Inspiração frequente em demasia, elegante por sua simplicidade, apaixonante como uma linda poesia que expressa em versos, profundas verdades, mensagens que melhoram o dia e que também trazem brilho aos olhares, do céu, a noite irradia com sua singularidade

O seu luar é muito atraente, tem bastante notoriedade e com ele, faz imaginar que Selene está atenta, observando lá do alto, a cada anoitecer, um olhar diferente, voltados para aqueles que a observam de volta, que lhe dão a importância que ela tanto merece