Nunca Vou Mudar pra Agradar Alguem
Se eu vou beber a água do rio, por que estou com sede e chegando lá, encontro um diamante. Não devo vender barato por que nada me custou, devo vender pelo valor mais alto e separar dez por cento para saciar a sede dos que tem sede.
Antes de mais nada, começo dizendo que eu não vou me distribuir por aí. Chega de me perder em noitadas por diversas bocas, rostos e nomes. Essa versatilidade de sujeitos não faz mais minha cabeça. Para ser sincera, acho que sempre busquei um coração que me desse a oportunidade de plantar minhas sementes, cultivar, fazer crescer, regar, podar, e todas essas etapas que a gente cumpre quando planta feijão no algodão. Beleza, dinheiro ou status nunca foram as minhas prioridades ou sequer estiveram dentre os meus focos. Rostos feios têm beijos alucinantes. Bocas carnudas mordem línguas e trincam dentes. Não quero conversar com cifrões. Na verdade, prefiro as cifras. As nossas músicas e gostos em comum. Hoje, estar sozinho não é necessidade, mas sim opção. É que eu prefiro ir ao cinema, mas não quero ter ao meu lado alguém que nem sequer ri das piadas do filme. Eu, do alto das minhas maiores decepções, busco alguém que me faça querer saltar dum penhasco por esse amor. Alguém que faça meu coração descompassar. Que faça ele disparar. Acelerar. Ou apresse o passo. Passe fora. Dê no pé. Rale peito. Porque, se for para ser assim, prefiro que nem seja. Não gasto lágrimas, tão pouco roupas. Fico em casa, ligo a TV e sonho. Ou leio livros. Ou ouço músicas (prefiro muito). Ilusão por ilusão, prefiro as da ficção. Chega de forçação, por favor. Eu mereço alguém de verdade. A sociedade não me convenceu, em todos esses anos, que os "felizes" são os casados ou os solteiros. Minha vida levo como quiser, com quem quiser. Não conheço "exemplos" de felicidade. Comercial de margarina é só na tv.. Minha vida não é rosa, e nem a sua. Realidade, gente! Eu me permito! Eu não sou obrigada!"
Beta Dourada - Fingindo demência e Praticando ausência..
Você para sempre
Se sofri por você e eu não aprendi a sorrir outra vez.
Mesmo assim, vou tentar esquecer o que você me fez,
Me deixou sem saber como ser o que eu antes fui.
Se um dia te ver em qualquer rua, vou tentar não sofrer.
Mesmo assim vou olhar pra você com a dor me matando
Por dentro, sufocando demais.
Eu só peço a Deus que devolva, teus abraços e beijos, o amor
E o desejo que ficou atracado dentro do coração para sempre.
Se sofri por você e eu não aprendi a sorrir outra vez.
Mesmo assim vou tentar esquecer o que você me fez,
Me deixou sem saber como ser o que eu antes fui.
Se um dia te ver em qualquer rua vou tentar não sofrer.
Mesmo assim, vou olhar pra você com a dor me matando
Por dentro sufocando demais.
Eu só peço a Deus que devolva, teus abraços e beijos, o amor
E o desejo que ficou atracado dentro do coração pra sempre.
Por onde for a minha mulher com certeza vou de colher, porque se ela abrir a boca, eu entro com uma dose de beijos.
Os profetas e os apóstolos morreram; eu não vou morrer separado deles, porque Jesus venceu a morte para sermos unidos eternamente com Deus.
Se o meu Redentor vive, para que vou acreditar em mensagens e livros de médiuns, padroeiros, filósofos ou mensageiros do além, quando Deus já inspirou a Bíblia com o Espírito Santo?
Vou morrer a qualquer momento: pouco me importa, uma vez que a minha vida está cumprindo os propósitos de Deus.
É para o Céu que vai o fiel vovô, vai a vovó e eu também vou, com meus filhos, descendentes e netos, depois que Jesus nos tirar do pó.
Quando eu descer à sepultura, saibam todos que lá não vou ficar por muito tempo, porque Jesus marcou um encontro comigo para me transportar para Deus.
Enquanto a sabedoria de Deus estiver espaço para eu pregá-la, vou procurar falar mais baixo aos corações dos humildes.
DEVANEIO DA PAIXÃO
A paixão qu’eu vou viver
É uma belíssima poesia!
Que sempre me protege
Muito além da flama fria!
É uma amainada alegria
Que afeiçoa meu querer;
É uma fogosidade vivida
Que faz o tempo reviver!
É o esplendoroso querer
Que retoma a primavera!
É uma vivente formosura
Mui próximo da quimera!
Ó desejo precioso e vão!
És céu do ébrio coração!
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Texto da obra Literária: NO DESERTO
ISBN: 978-65-86408-68-3
As estações se sucedem em seus ciclos,
enquanto vou tomando calmantes e antidepressivos
para continuar vivendo.
Enfermo! É assim que estou enquanto escrevo!
E lembro de “amigos”
que já não fazem parte da minha vida,
e muito menos do meu afeto!
Revivo os antigos sonhos,
em um mundo ideal,
eternamente perfeito e imutável,
mergulhado em um saudosismo
que ultrapassa a realidade e meu lado obscuro
que agora começo a revelar, levando você a meditar.
