Nunca se vai para sempre
Seu abraço é um abrigo sempre seguro e fiel, um refúgio onde posso me sentir em paz.
Oh, quão terna é tua voz que acalenta,
e me faz sentir que estou em casa.
Nosso amor é eterno, uma cumplicidade de irmãos que se fortalece a cada novo nascer do sol.
Ilumina-me tal como um farol à escuridão
numa noite de tempestade turbulenta.
Tão confuso
Tudo que se refere a mim sempre me parece insuficiente, sendo talvez até um pensamento egoísta de alguém tão egocêntrico ou uma fragilidade do personagem, pois quando se carrega uma exaustão silenciosa por trás dessa máscara de uma pessoa fria, isso também traz outras coisas consigo, como um cansaço que até a melhor noite de sono não resolve, com os medos que nunca disse em voz alta, e até as dores que você não tem tempo para sentir, criando os piores cenários possíveis por pensar de mais na dúvida de entregar tudo de si sem garantia de retorno, gerando uma ansiedade desnecessária, que faz você duvidar se realmente vale a pena, mas apesar de tudo isso, eu ainda me amo em silêncio, e mesmo que eu seja invisível e isso seja algo insuportável, eu ainda me vejo, pois sei que é necessário se reconhecer ainda luto por mim, e mesmo que eu tivesse outra escolha ou um caminho mais fácil ainda faria o mesmo, pois ainda sei que tenho um propósito maior, que assim seja.
Me encontro no quarto turbulento,
sempre na cama, olhando o teto,
perdido no passado — que insiste,
presente em mim a todo momento.
Na minha solidão repetida,
quase igual, mas sempre distinta,
ecoam sensações antigas
de um abandono sem partida —
sem ninguém que me deixasse,
e mesmo assim, ferida aberta.
Hoje, tenho quem me ouça,
quem responde minhas perguntas,
mas me faltam os assuntos
num mundo caótico e mudo,
que conheço por telas vazias.
Me perco em silêncio concreto,
num quarto quieto demais,
onde minha solidão tem metas —
incompletas, desfocadas,
tão perto… porém distantes
o bastante pra me cegar.
Eu caí
Eu caí no teu amor pirata
Sabia de todas as suas trapaças
Mas mesmo assim
Sempre achei que no fim do mundo
Nós correríamos com os lobos
E superaríamos os nossos monstros juntos
“Sempre diziam que eu tinha uma beleza rara. Quando me olhei
em um pedaço de espelho pela primeira vez, já tinha muitos filhos.
Como bolo de festa, fui fatiada várias vezes. Meu corpo nada nega.”
Não creio que esse relâmpago passeio, que não dura nem um século, possa prender alguém pra sempre em algum lugar.
Me despeço
Movo-me sempre que posso, me despeço.
Mudo-me sempre que vejo, não te peço.
Sou novo, eu me movo, mas me despeço,
Pois, pós-abraço, me despeço.
Sou grato, mas me empresto, te despeço.
Sou simples, porém o cansaço reina — me despeço.
Despeço-me tanto quanto imaginaria,
Pois o hoje, o espeço, expresso, pode não só se despedir,
Mas também reprimir algo novo.
Que a morte não se despeça — quero que venha, mas demore.
Quero que seja um pedaço da despedida,
E não pagarei o preço.
Me despeço.
Eu sempre esperava alguma coisa nova de mim, eu era um frisson de espera: algo estava sempre vindo de mim ou de fora de mim.
É que eu sou endêmica.
Não aguento muito tempo um sentimento porque passo a ter angústia e meu pensamento fica ocupado com o sentimento e eu me desvencilho dele de qualquer jeito para ganhar de novo a minha liberdade de espírito. Sou livre para sentir. Quero ser livre para raciocinar. Aspiro a uma fusão de corpo e alma.
Não consigo compreender para os outros. Só na desordem de meus sentimentos é que compreendo para mim mesma e é tão incompreensível o que eu sinto que me calo e medito sobre o nada.
Nem sempre é um funcionário que parte, às vezes, é o aviso que ninguém soube ler, o talento que cansou de esperar e o reflexo de uma liderança cega ao próprio espelho.
Silêncios falam
Ele gosta de ir dormir cedo.
Ela sempre quer mais do dia.
Certa noite, ela o chamou para deitar antes do combinado.
Ele nem tinha respondido e ela, lá do outro cômodo, sentiu a alegria dele.
Nunca dantes fora tão feliz.
Não por estar indo deitar mais cedo.
Mas porque, finalmente, alguém entendeu que a necessidade dele não era de sono.
Era de silêncio.
Nunca dantes fora tão feliz.
Não porque tinha sido visto em sua necessidade mais profunda.
Mas por, finalmente, poder se perdoar de sua indescritível vontade de se isolar em si mesmo.
Só as vezes.
Só pra respirar.
Agora, eles deitam mais cedo todo dia.
E ficam no escuro em silêncio de mãos dadas, até dormir.
Sozinhos, mas sozinhos juntos.
Com a palavra,
Alice Coragem.
Cai a noite e a noite é sempre um tempo que volta em meus versos. Cai uma noite densa e fria, refrescante. E acnoite hoje não me amedrontador. Acostumei-me com o seu jeito de estar no mundo. O coração está claro, sem grandes sobressaltos. E me despeço daquela dor antiga que me acompanhava como pertencente inerente do meu ser. Hoje sou contemplação e tenho as estrelas como companhia. Quando eu estou feliz eu não escrevo. Fica aquela impressão que vivo em estado de sofrimento. Mas hoje faz luz em meio peito e registro esse momento de serenidade, antes tão raro, mas hoje já uma presença constante. E agradeço, porque sei reconhecer. Cai a noite densa e sinto uma grande paz. Nada a pedir. Nada a ansiar. Somente sorver o momento presente, cada instante inerente, imanente, que sobre sobre o infinito. Sinto paz e a paz é por si só um poema.
A 7 CHAVES 🔑
Hoje me encontrei nas ruas dos meus pensamentos,
onde, em uma esquina, sempre vejo você passar.
No desencontro dos meus medos,
vivo um dia de cada vez,
um pouco de cada instante,
me revelando através da esperança...
Esperança de encontrar,
em uma parte singela das nossas conversas,
um segredo revelado —
feito de gentilezas, afeto, carícias,
palavras e músicas.
Gosto de você...
mas não como todos gostam.
Gosto de um jeito meu, especial —
guardado a 7 chaves 🔑,
que se revela com ternura e amor 💘.
O amor de um coração
que tantas vezes se perdeu
com medo de ser feliz.
Nada é tão singelo
quanto ver você sorrir...
e, nesse momento, sentir
que você me traz paz.
Que nossa presença
revela o segredo dos desejos
dos casais mais apaixonados —
resgatando o que um dia se perdeu
pelo simples desejo de viver.
Fhayom
Na jornada da felicidade, compreendo bem, ninguém vive por mim,
nem sempre sorrio também.
Não há eterna plenitude, nem maldade infinita. Se o sol se esconde, na paciência a resposta habita.
Livro: O respiro da inspiração
Se Deus está sempre entre nós, o que ele está fazendo na guerra da miséria? Usando inocentes para exemplificar os assassinos?
Uma grande ideia pode ser roubada inúmeras vezes, mas sempre dará errado no final, pois faltará o componente principal: o autor!
Cuide daqueles que tanto te amam,
agradeça a quem sempre te guia com fervor. Lembre-se, os fardos que hoje carregam são exemplos de como os tratou com amor.
Livro: O respiro da inspiração
𓂃༅•Sonhar Sempre•༅𓂃
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Não existe sonho sem doce pensar, sem imaginar e idealizar nosso desejo…
Incrível é na verdade quando se consegue nosso(s) sonho(s) viver.
Um sonho realizado não é o final do sonhador e sim a possibilidade de muitos mais virem a acontecer.
Sonhe sem medo e se este se realizar, novas portas a outros sonhos se abriram.
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Tc.03072025/092
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