Nunca Magoe uma Mulher
Lembre-se: se você fosse um animal, as pessoas colocariam uma pistola na sua cabeça, como fazem no abate.
Liberdade, Igualdade e Fraternidade
Três princípios, uma única obra: a transformação do ser humano
A Liberdade não consiste em satisfazer todos os desejos, mas em conquistar o domínio sobre si mesmo. É libertar a mente das correntes do preconceito, questionar aquilo que nos foi imposto como verdade e permitir que a razão ilumine nossas escolhas. Ser livre é não se tornar escravo das próprias paixões, dos medos ou das opiniões alheias. É possuir a consciência como guia e a virtude como direção.
A Igualdade não exige que sejamos idênticos em nossas capacidades, conquistas ou condições materiais. Ela nos recorda que, para além dos títulos, das riquezas e das posições que ocupamos, existe uma dignidade que não admite hierarquias. Diante do Grande Arquiteto do Universo e dos princípios que regem a consciência moral, nenhum ser humano deve ser considerado superior em essência a outro. Cada qual, com suas ferramentas e imperfeições, trabalha a própria pedra bruta na grande construção da existência. O que nos distingue não pode justificar a ausência de respeito, tampouco a diferença pode ser motivo para negar justiça.
A Fraternidade é o cimento invisível que mantém unidas essas duas colunas. Sem ela, a liberdade pode transformar-se em individualismo, e a igualdade, em uma tentativa de apagar as particularidades de cada ser. Ser fraterno é enxergar no outro não uma ameaça, um adversário ou um instrumento, mas alguém que também percorre o caminho do aperfeiçoamento. É compreender que a verdadeira grandeza não está em subir sobre os ombros alheios, mas em estender a mão para que outros também possam se elevar. Afinal, nenhuma obra humana alcança sua plenitude quando construída sobre a indiferença.
No mundo profano, essas três virtudes muitas vezes perdem sua essência: a liberdade é confundida com a ausência de limites, a igualdade com a uniformidade e a fraternidade com discursos que não encontram correspondência nas atitudes. Entretanto, quando compreendidas em sua profundidade, tornam-se verdadeiros instrumentos de lapidação interior.
A liberdade começa quando deixamos de ser governados pelos nossos impulsos. A igualdade manifesta-se quando reconhecemos o valor de cada pessoa, respeitando suas diferenças sem abandonar os princípios da justiça. E a fraternidade torna-se real quando o amor ao próximo deixa de ser uma ideia abstrata e passa a se revelar em gestos discretos, no auxílio desinteressado e na presença oferecida sem a necessidade de reconhecimento.
Pois de nada adianta proclamar virtudes se nossas ações contradizem aquilo que professamos. O verdadeiro templo não se ergue apenas com palavras, símbolos ou rituais, mas com o trabalho silencioso realizado dentro de cada um de nós.
Que sejamos livres o bastante para vencer nossas próprias sombras, iguais o bastante para reconhecer a dignidade de todos e fraternos o bastante para compreender que a evolução individual encontra seu sentido mais elevado quando também contribui para o bem coletivo.
Que a Liberdade nos ensine a governar a nós mesmos, que a Igualdade nos impeça de esquecer a humanidade que compartilhamos e que a Fraternidade nos recorde, todos os dias, que somos pedras distintas de uma mesma construção.
Porque a verdadeira iniciação não se revela naquilo que sabemos dizer, mas naquilo que nos tornamos capazes de viver.
E talvez essa seja a maior obra de um homem: transformar a própria consciência em luz, para que sua presença também ilumine o caminho dos outros.
Ah! Você parece estar bem melhor hoje
Uma pessoa livre não pode viver reclusa
O sol não se esconde da luz do dia
Levante, respire e sorria
Dente de Leite
Eu fui na praia passear com minha vó
Veio uma concha na onda bateu no dente da frente
Que era de leite tão molinho meu xodó
E eu já tinha prometido pra minha vó de presente
Mas eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente
Eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente
Um Antigo Piano Novo
Era uma vez um piano. Um erudito piano
Que adorava espalhar seus sons e alegrar o povo cantando
Suas antigas teclas. De marfim amareladas
Já conhecia os tons. Das mãos que as dedilhava
E da cartola do tempo. As melodias tirava
De belíssimas ladainhas. Que o povo todo cantava
Mas lentamente como a brisa viaja o oceano
O tempo corroía as cordas e emudecia o piano
No domo azul do mundo. Nuvens não ficam paradas
E a voz do piano velho. Logo seria trocada
Por outro piano novinho. De teclas brancas resinadas
Que tocava canções de amor. E o povo compartilhava
Porém não foi esquecido o piano antigo de teclas amareladas
Ele vinha na frente todo orgulhoso. Bem vestido e imponente
Abrindo o caminho para o novo. Que timidamente iniciava
Essa linda jornada sagrada. Que é a vida da gente
Sobre Abusadores e Abusados
Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.
Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.
Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.
Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.
Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!
Interesse
Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino
Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho
Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino
Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino
Gabiroba resolveu estudar para se tornar uma árvore frondosa, com muitas folhas, e galhos, e uma grande e exuberante copa, e quem sabe poder proporcionar mais sombra e melhores frutos. Afinal, a grandeza está em servir e não em desfrutar. Ele era muito concentrado e dedicado aos estudos, professor Abacate sempre dizia, e de fato depois das aulas ele passava quase a noite todinha revisando as matérias. Até que conheceu Maria Pretinha e agora no silêncio noturno seus pensamentos insistiam em desenhar a imagem dela, Ah! Como era bela.
Romã, fl.2
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre que estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá
Gambá o pegou pela mão e entrou correndo na escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando viu aquele monte de pés correndo pra lá e para cá, mas para não contrariar seu amigo gambá ele se aventurou passar pelos alunos. Lá perto da quadra de esportes encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir sua poesia.
- Oiii Gabiróba! eu sou Lagôsta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada. por isso eu fico aqui na torcida e escrevendo no celular, e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legal Lagôsta, mas o que você escreveu no celular hoje?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal!
mas e aiiiiii?... Saiu tudo da sua imaginação?
- ah não! a imaginação não é minha, ela não tem dono, Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir ou chorar, mas está sempre disposta a nos servir quando a buscamo no silêncio. Dá pra imaginar?
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais por ali. Pensou que talvez a aula estivesse acabando e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por um fio, e sempre fazia isso.
- “Ex Governanta”... Gritou bem animado Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua.
Sempre passando tempo expressando idéias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, para lá e para cá, por aqui, por acolá, novamente e por todos os lugares. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....
Gabiroba o sapinho mochileiro que pulava sempre muito alegre pelo caminho de casa encontrou uma corujinha que agora o acompanhava e falava das belezas da vida que a quietude guardava.
Existe uma força muito positiva querendo te conhecer e trabalhar com você e muitas maravilhas na sua vida fazer.
Não impeça essa força de fluir livremente em você e faça tudo aquilo que você tem que fazer sempre com boa vontade para sua vida florescer.
Pule com o sapinho Gabiróba no ritmo da vida muito alegre e gostosa pelo caminho fazendo amizades e sorrindo de graça preocupado com nada.
Trabalhe sempre sorrindo a vontade e fazendo amizades sempre com muito respeito em suas prioridades e as maravilhas da vida vão se alegrar com você e ficarem sempre por perto te fazendo crescer.
E seja como Gabiróba o sapinho que é um mochileirinho que pela vida viaja e nunca pega nada nem comida nem água que não tenha sido conquistado com trabalho duro e muita boa vontade.
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