Nunca Magoe uma Mulher

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Há pessoas para as quais compensa pedir desculpas, abrir mão de uma vontade, dar o braço a torcer e fazê-lo menos orgulhoso e mais paciente do que o faria com a maioria... Lembre-se que pessoas especiais não são perfeitas, assim como nós, estão aprendendo e se desenvolvendo com a diversidade dos momentos e às pressões a que são submetidas. Há pessoas como você que vale a pena lutar.

É uma grande hipocrisía dizer que vai "praticar o desapego", que vai "se afastar de tudo que lhe faz mal", que agora "está em outra fase", que não sei que lá, não sei que lá, do sapatinho branco que em todos cabe bem, para disfarçar dor de cotovelo ou falta de amor...
Quem dera se tivessemos realmente esse poder de largar um namorado quando estamos sofrendo de amor, quem dera se deixar de amar uma pessoa fosse questão de vontade, quem dera se pudessemos blindar nossos corações contra mágoas, decepções e coisas que nos machucam, quem dera se nossas fases tivessem controle remoto, para darmos um stop na hora mais cabível a nossas emoções, quem dera se todas as teorias acontecessem na pratica de fato, e, quem dera se muitos que tentam se fazer fortes fossem mais realistas e menos tolos.

Quem dera se não existisse tanta hipocrísia afetiva, aooow! Quem dera!

Estou tão certo que nós dois seremos parte de uma história de amor. Eu não quero aprender a tolerar a dor de lhe perder, não. Mas quero aprender a viver, comigo e com você.

A vida é como uma tomada, só funciona com os pontos positivos e negativos.

A motivação é uma decisão, depende de si mesmo.

Eu tinha uma dúvida sobre o amor, aí você apareceu! E agora eu tenho várias.

E vamos nós em um barco chamado esperança, num mar traiçoeiro chamado realidade, em busca de uma terra chamada sonho

Não me escolha como a eleita dos seus dias. Escolha uma dessas meninas com perfis de orkut todos iguais, que gostam de msn, que querem ser pedidas em namoro. Essas meninas que choram e sofrem, depois esquecem e ficam submissas. Dessas que conseguem se apaixonar, se apegar, amar. Eu não sou assim. Eu sou fria e jogo com as pessoas - não por maldade, mas porque inconscientemente me envolvo com brincadeiras, que na verdade são vidas de gente que ama e sofre de verdade. É, procure a saída mais próxima e parta de vez para uma relação humana, comum, sólida, eterna na sua duração e cheia de palavras e promessas de carinho. Eu tenho aflição de toque e sou incapaz de jurar amor sem pensar e ter certezas.

Eu tentei racionalizar você. Fiz minha cartilha e decorei minha fala: não tenho motivos para me apaixonar.

Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta: quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas explodiam. Era uma defesa intolerante contra os levianos e que refletia sem dúvida uma enorme insegurança de seu inventor. Insegurança e inexperiência. Com o passar dos anos a idéia foi abandonada, a vida revelou-me sua complexidade, suas nuanças. Aprendi que não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.

Por aí já se vê como esse negócio de amor é complicado e de contornos imprecisos. Pode-se dizer, no entanto, que o amor é um sentimento radical — falo do amor-paixão — e é isso que aumenta a complicação. Como pode uma coisa ambígua e duvidosa ganhar a fúria das tempestades? Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento: fluido e arrasador. É como o vento, também às vezes doce, brando, claro, bailando alegre em torno de seu oculto núcleo de fogo.

O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma coisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.

Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventura sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.

Mas às vezes não é assim. Às vezes o sonho vem, baixa das nuvens em fogo e pousa aos teus pés um candelabro cintilante. Dura uma tarde? Uma semana? Um mês? Pode durar um ano, dois até, desde que as dificuldades sejam de proporção suficiente para manter vivo o desafio e não tão duras que acovardem os amantes. Para isso, o fundamental é saber que tudo vai acabar. O verdadeiro amor é suicida. O amor, para atingir a ignição máxima, a entrega total, deve estar condenado: a consciência da precariedade da relação possibilita mergulhar nela de corpo e alma, vivê-la enquanto morre e morrê-la enquanto vive, como numa desvairada montanha-russa, até que, de repente, acaba. E é necessário que acabe como começou, de golpe, cortado rente na carne, entre soluços, querendo e não querendo que acabe, pois o espírito humano não comporta tanta realidade, como falou um poeta maior. E enxugados os olhos, aberta a janela, lá estão as mesmas nuvens rolando lentas e sem barulho pelo céu deserto de anjos. O alívio se confunde com o vazio, e você agora prefere morrer.

A barra é pesada. Quem conheceu o delírio dificilmente se habitua à antiga banalidade. Foi Gogol, no Inspetor Geral quem captou a decepção desse despertar. O falso inspetor mergulhara na fascinante impostura que lhe possibilitou uma vida de sonho: homenagens, bajulações, dinheiro e até o amor da mulher e da filha do prefeito. Eis senão quando chega o criado, trazendo-lhe o chapéu e o capote ordinário, signos da sua vida real, e lhe diz que está na hora de ir-se pois o verdadeiro inspetor está para chegar. Ele se assusta: mas então está tudo acabado? Não era verdade o sonho? E assim é: a mais delirante paixão, terminada, deixa esse sabor de impostura na boca, como se a felicidade não pudesse ser verdade. E no entanto o foi, e tanto que é impossível continuar vivendo agora, sem ela, normalmente. Ou, como diz Chico Buarque: sofrendo normalmente.

Evaporado o fantasma, reaparece em sua banal realidade o guarda-roupa, a cômoda, a camisa usada na cadeira, os chinelos. E tudo impregnado da ausência do sonho, que é agora uma agulha escondida em cada objeto, e te fere, inesperadamente, quando abres a gaveta, o livro. E te fere não porque ali esteja o sonho ainda, mas exatamente porque já não está: esteve. Sais para o trabalho, que é preciso esquecer, afundar no dia-a-dia, na rotina do dia, tolerar o passar das horas, a conversa burra, o cafezinho, as notícias do jornal. Edifícios, ruas, avenidas, lojas, cinema, aeroportos, ônibus, carrocinhas de sorvete: o mundo é um incomensurável amontoado de inutilidades. E de repente o táxi que te leva por uma rua onde a memória do sonho paira como um perfume. Que fazer? Desviar-se dessas ruas, ocultar os objetos ou, pelo contrário, expor-se a tudo, sofrer tudo de uma vez e habituar­-se? Mais dia menos dia toda a lembrança se apaga e te surpreendes gargalhando, a vida vibrando outra vez, nova, na garganta, sem culpa nem desculpa. E chegas a pensar: quantas manhãs como esta perdi burramente! O amor é uma doença como outra qualquer.

E é verdade. Uma doença ou pelo menos uma anormalidade. Como pode acontecer que, subitamente, num mundo cheio de pessoas, alguém meta na cabeça que só existe fulano ou fulana, que é impossível viver sem essa pessoa? E reparando bem, tirando o rosto que era lindo, o corpo não era lá essas coisas... Na cama era regular, mas no papo um saco, e mentia, dizia tolices, e pensar que quase morro!...

Isso dizes agora, comendo um bife com fritas diante do espetáculo vesperal dos cúmulos e nimbos. Em paz com a vida. Ou não.

O tempo é como uma águia, o passado é como uma fênix e eu sou um beija-flor no meio disso tudo. Pois o tempo voa rápido, o passado sempre ressurge e eu apenas observo, parada no ar, mas em constante movimento.

Tem uma coisa que muito me entristece. Quando eu acerto ninguém vê e quando erro ninguém esquece!

A ingratidão é uma faca que fere sem piedade.

Boa noite! Que o Espírito Santo de Deus esteja com você, e te abençoe com uma noite tranquila. Ele já mandou anjos diante de você para lutar em teu favor. Que Deus abençoe nossos lares, nossas famílias e nossos amigos. Amém!

O ser amigo nos funde na amizade do ser; os amigos são uma só alma.

Toda vez que alguém nasce... algo também nasce.
Você começa sua vida e ela inicia uma jornada... em direção a você.
Ela move-se lentamente, mas nunca para.
Onde quer que vá, qualquer que seja seu destino, ela o seguirá. Nunca mais rápido ou devagar, sempre chegando.
Você fugirá. Ela andará.
Você descansará. Ela não.
Um dia você ficará em um lugar tempo demais. Você sentará imóvel de mais ou dormirá profundo demais.... e então, você levantará, tarde demais para partir... você notará uma segunda sombra próxima a sua. Sua vida então acabará.

"Exemplo" não é uma outra maneira de ensinar, é a única maneira de ensinar.

Honra é uma pérola rara nesse vasto oceano urbano de pessoas com fundamentos vazios.

Essa Noite

Essa noite não é noite, é como uma dia disfarçado
Sem o sol, sem o calor
Mas me mantendo acordado

Essa noite é uma prova, me provando que estou perdido
Pois nessa noite até o sono veio ser meu inimigo

Essa noite está tão clara, mesmo sem lua, mesmo sem dó
Essa noite veio me lembrar que ainda estou só

Essa noite não vou dormir, quero apenas descansar
E se eu dormir não me acordes mais, apenas deixe que eu vá

Toda noite durmo só, mas essa noite tenho uma parceira
A solidão deitou comigo, vai ficar a noite inteira

Essa noite meu pensamento está pensando aqui comigo
Como pensei em meu pensamento que ainda tinha um amigo?

Essa noite eu não quero esquecer, não quero viver, não quero morrer
Essa noite eu só vou me deitar e esperar o dia nascer.

A queixa do indivíduo depressivo, "nada é possível", só pode ocorrer em uma sociedade que pensa que "nada é impossível".

E a oportunidade de fazer seus dias melhores chegou! Aproveite que Deus lhe deu mais uma semana de vida e faça acontecer coisas melhores do que a semana que passou. Busque o completo, busque essa tal felicidade, ela existe e está dentro de você!
Boa semana e viva! Viva sua vida com entusiasmo e com muita positividade!