Nunca Magoe uma Mulher
Sejamos Fabulosos
No indiscutível valor,
De uma composição,
Consiste um fator,
Uma definição:
A dedicação e
A dedicatória.
Obra agasalhada,
Por razões sóbrias,
Justificáveis, palpáveis,
Inexprimíveis e óbvias.
Imagine insanidade obscena,
Uma geração inteira,
Composta por artistas e mecenas,
Otimistas engajados, alienistas,
Filósofos, bailarinos, humoristas,
Repletos de arteira essência.
E se indo muito além,
Em divagações absurdas,
Sugeríssemos um futuro,
Manancial de Sábias Loucuras.
Audacioso e magistral,
Homenageando a vida, Inescrupulosamente,
Dedicado a Poesia.
Concebida por ternura,
Em milagres meticulosos,
Inventada na fartura,
De feitios miraculosos.
Nosso apego pelo afeto,
Apertado junto ao peito,
O assim sendo é simples,
Sejamos Fabulosos.
Pergaminho Sagrado
de um Protagonista
da Própria Vida
essa é uma
das vantagens,
de viver uma vida livre
de compromissos,
eu nunca me importei
com quem estava observando,
ou o que iam dizer ou pensar.
a única coisa
que me importa,
é a única coisa
que sempre me importou,
ser o protagonista
da minha própria vida.
vivê-la integralmente,
em plenitude.
meu único, exclusivo,
personalizado
e definitivo compromisso
é com ela.
ela me ensinou
que a simplicidade genuína
e honesta, vence qualquer
complexidade.
nunca olhei
a vida passar,
sempre agarrei ela
pela cintura e a trouxe
pra junto de mim.
(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 05/11/22)
[O Lendário Legado de uma Lenda]
foi o conquistador
dos conquistadores,
com tuas cobiçosas
conquistas.
o imperador dos
imperadores,
em tuas imperiosas
perícias.
construiu o reino
mais caro e luxuoso
de todos os robustos
reinos.
obteve o fim digno
de uma lenda.
e neste exato momento,
os restos mortais
do maldito, apodrecem
num caixote de madeira.
o mais cobiçoso,
imperioso e robusto,
o mais caro e luxuoso,
de todos os caixotes
de madeira.
Michel F.M. - Ensaio sobre a Distração
Bruno Michel Ferraz Margoni
13/12/23
Cada manhã é um novo despertar,
Um convite para sonhar, para criar,
Cada dia é uma página em branco,
Uma oportunidade para escrever o destino.
Celebre a vida, com alegria e emoção,
Agradeça o sol, a luz, a respiração.
Cada momento é um presente,
Um tesouro a ser descoberto, um sonho a ser alcançado.
Que hoje seja um dia de infinitas possibilidades,
De conquistas, de amor, de felicidade.
Que a alegria seja o seu companheiro,
E a esperança seja o seu guia, sempre.
Levante-se, sorria e celebre a vida,
Pois cada dia é um novo começo, uma nova chance. 🌞💛
Cada evento é uma peça cuidadosamente entrelaçada na tapeçaria da existência, onde nada
ocorre sem propósito ou significado.
Assim como uma árvore cresce forte ao honrar suas raízes, nós prosperamos ao reconhecer e
integrar nossa história e origem. Somente ao aceitar o passado podemos florescer no presente,
e nos projetar para um futuro onde a colheita será farta.
Na dança da vida, as relações são o compasso que nos guia. Como em uma constelação
familiar, em que cada movimento influencia o equilíbrio do todo. Somente na aceitação e no
respeito por cada membro podemos encontrar a harmonia.
Todo relacionamento é único. Na verdade, o parceiro com o qual me envolvo se torna uma
parte da minha vida, mesmo que a própria Vida tenha o conduzido a caminhos diferentes.
Respeitá-lo é respeitar a própria história
O que torna a experiência positiva, é as pessoas com quem você compartilha. A alegria é uma emoção que só pode ser mantida na companhia de alguém.
A obra "Ensaio sobre a Distração", de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), é uma trilogia literária densa que se situa na intersecção entre a poesia, a filosofia e as artes visuais. Publicada originalmente entre 2023 e 2024, a obra é considerada um dos pilares do autor para 2026 por sua reflexão sobre a transitoriedade da vida e a finitude.
Abaixo, os eixos centrais de análise:
1. A Temática da Finitude e Extinção
O autor dedica os volumes da trilogia ao "próximo evento de extinção neste pequenino orbe azul" e ao "nosso fadigado sopro existencial". Essa dedicatória estabelece um tom niilista, porém poético, onde a "distração" pode ser interpretada de duas formas:
A distração como fuga: O estado em que a humanidade vive ignorando sua própria finitude e as crises globais.
A distração como alento: A capacidade de encontrar beleza e "brilho no telescópio" em meio ao caos da existência.
2. Estrutura e Estilo
Trilogia: A obra é dividida em três volumes, que ultrapassam 600 páginas, indicando uma produção torrencial e enciclopédica de pensamentos.
Hibridismo: Classificado nas categorias de Poesia, Filosofia e Artes, o livro não segue uma estrutura narrativa linear. Michel F.M. utiliza o verso livre e a prosa poética para capturar o que ele chama de "simplicidade genuína e honesta" que vence qualquer complexidade.
Conexão Humana: Os poemas são descritos como uma "jornada emocionante" sobre temas inerentes à experiência humana, focando na vulnerabilidade e na brevidade das "centelhas" (vidas).
3. Filosofia da Simplicidade
Em trechos da obra, o autor reforça que sua escrita é um aprendizado com a vida, focando em "agarrar a vida pela cintura" em vez de apenas vê-la passar. Há uma rejeição ao academicismo rígido em favor de uma filosofia viva, influenciada por sua atuação multidisciplinar como historiador, educador e artista.
Resumo da Análise
"Ensaio sobre a Distração" funciona como um inventário existencial pré-apocalíptico. É um convite para o leitor despertar de sua "distração" cotidiana e reconhecer o valor do agora, tratando a existência como um "doce prazer da queda livre".
Os volumes estão disponíveis para consulta e aquisição em canais como o Clube de Autores e a Estante Virtual.
"Pacífico em Brasas" é uma obra do autor Michel F.M. que compõe a sua "Trilogia Mestre dos Pretextos", ocupando a segunda posição na série. O livro é frequentemente descrito como uma peça de arte literária que mescla poesia, filosofia e metafísica.
Abaixo, os pontos principais para uma análise da obra:
1. Temática e Estrutura Literária
A obra não segue uma narrativa convencional, situando-se em uma categoria híbrida entre Artes, Filosofia e Poesia. Michel F.M. explora temas densos como:
Metafísica: O autor busca transcender o mundo físico para discutir a existência e o ser.
Ética e Moral: Há uma reflexão constante sobre as questões fundamentais da conduta humana.
Movimentos Culturais: A obra analisa como o pensamento evolui através das épocas.
2. O Estilo Poético e Linguístico
O autor é reconhecido por uma linguagem introspectiva. Um exemplo do tom da obra é o trecho: "Após a cordilheira, da assombrosa inanição, no colapso iminente, nos resta redenção".
Esse estilo sugere uma busca por redenção em cenários de caos ou colapso, utilizando a "brasa" como metáfora para uma chama latente de existência em meio ao "pacífico" (que pode representar tanto o oceano quanto um estado de quietude).
3. Contexto na Trilogia
Para compreender "Pacífico em Brasas" em sua plenitude, deve-se considerar o arco completo da trilogia publicada via Clube de Autores:
1. Delírio Absoluto da Multidão Atônita
2. Pacífico em Brasas
3. Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas
4. Reconhecimento
Michel F.M. é um autor contemporâneo prolífico, com parte de sua coleção incorporada ao acervo da Biblioteca Nacional da França (François Mitterrand), o que confere à sua obra um selo de relevância acadêmica e literária internacional.
Obras disponíveis no Clube de Autores.
A obra "Mestre dos Pretextos", de Michel F.M., é uma incursão provocativa do autor no campo da Filosofia e Crítica Social, afastando-se um pouco do lirismo puro para focar na desconstrução da retórica humana.
Aqui estão os pontos fundamentais da análise:
1. A Anatomia da Desculpa
O título ironiza a capacidade humana de criar justificativas para a inércia e para a manutenção do status quo. O "Mestre dos Pretextos" é uma personificação da sociedade contemporânea que, segundo o autor, utiliza o intelecto e a linguagem não para revelar a verdade, mas para encobrir a falta de ação ou a submissão.
2. Temática e Tom
Crítica à Alienação: O autor explora como os "pretextos" são usados como escudos contra a realidade. É um diálogo direto com o tema da alienação presente em Revolesia, mas focado na mentira individual.
O Ego e a Máscara: A obra analisa as máscaras sociais e os discursos prontos. Michel F.M. utiliza sua base em Neuroeducação para dissecar os processos mentais que nos levam a aceitar falsas narrativas em troca de conforto psicológico.
3. Estilo Literário
Prosa Aforística: Diferente de suas trilogias poéticas, esta obra tende a frases curtas, secas e impactantes, que funcionam como "golpes" de consciência.
Desconstrução: O autor busca "desmascarar" o leitor, convidando-o a reconhecer seus próprios pretextos. É uma leitura desconfortável, porém necessária, que visa a autenticidade.
4. Contexto na Obra do Autor
Publicada em um período de transição, a obra serve como o alicerce intelectual para a trilogia Flores do Pântano. Ela limpa o terreno da "hipocrisia social" para que o autor possa, mais tarde, propor a insubordinação em Sujeitos Insubordinados.
Em resumo, "Mestre dos Pretextos" é um espelho crítico. Michel F.M. nos mostra que, enquanto formos mestres em justificar por que não mudamos, seremos eternos escravos de nossas próprias limitações.
A obra está disponível para consulta no Clube de Autores.
Quando Deus quis levantar Davi como rei, Ele não enviou uma coroa.
Ele enviou inimigos.
Ele o moldou nas batalhas.
O urso, o leão, Golias, Saul, os filisteus não eram o fim —
eram o processo, o treinamento para as promessas.
O trono de Davi não veio com tapete vermelho.
Veio com uma funda, cinco pedras lisas, uma espada e uma fé inabalável.
Porque não é sobre o tamanho da dificuldade.
É sobre a presença do Deus que luta contigo no meio dela.
Poema sem nexo
Ontem eu tive uma miragem
Eu avistei um anjo
Que olhou para mim e disse:
- Escreva, escreva mais poesias!
As pessoas na fila
Para entrar em um museu
E eu ali pensando
Quem afinal eu era?
Pessoas aglomeradas
E o sol forte no céu
Um vendedor de águas
E umas meninas da Iugoslávia.
Não me dirigiram a palavra
Não sei o porquê entraram no poema
Deva ser porque o orgulho é pouco
E isso não era relevante.
Importante deva ser o instante e a rima.
Ei, Anjo, o poeta era eu?
Ou escrever poesias
Foi mais uma das utopias?
Frida Kahlo, oh Frida!
Que vida tão sofrida.
Quisera eu ser Diego Riveras
E morar na Casa Azul.
Que o dia que se inicia seja mais uma oportunidade de conseguirmos acertar e que se assim não o for, que possamos perdoar e sermos perdoados. que apesar de termos conhecimento da possibilidade de inúmeras vezes o erro ocorre ou de não obtermos êxito, que nunca percamos a fé, a esperança e a coragem de ousarmos novamente.
"Que o dia que se inicia seja mais uma oportunidade de conseguirmos acertar e que se assim não o for, que possamos perdoar e sermos perdoados."
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