Nunca Magoe uma Mulher
A fé que não nunca morre .
As vezes a luz diminui e parece que se apagou, mas não, isso é devido a dor do momento, mas ela voltará com brilho mais intenso novamente!
As vezes as lágrimas, serão inevitáveis, mas acredite, voltará a sorrir novamente...
As vezes a correção será dura, mas necessária, ouça, pois dela depende sua conquista!
As vezes perderemos pessoas e coisas, tudo isso para que uma força a qual ainda não sabemos que temos, apareça dentro de nós!
As vezes, irá querer ficar sozinho(a) fique , será necessário, as vezes estará no meio da multidão e se sentirá sozinho, também é necessário!
As vezes dirá palavras, as quais irão fazer indiferença, sentirá que não vale a pena falar, mas se for necessário fale, para que essas palavras façam justiça!
As vezes será desprezado e provará o vazio, ao qual o Pai lhe preencherá por completo!
As vezes a dor será tão intensa que sentirá que está sozinho (a) também será necessário!
As vezes não irão ti entender, apenas compreenda onde você está agora e respeite o propósito de cada um, pois há pessoas que nunca irão mudar e haverá outras que não vêem a hora de se encontrarem com a mudança, apenas seja parte dela!
As vezes há coisas que irão se resolver sozinhas, não se preocupe demais com nada, apenas faça sua parte e confie!
O caos nunca chega batendo à porta; ele entra pelos cantos, desalinha os quadros, derrama café sobre os planos e troca o nome das coisas dentro da gente. No começo, parece apenas ruína: gavetas abertas na alma, relógios mastigando pressa, pensamentos correndo descalços por corredores sem fim. Mas há uma inteligência secreta nesse desarranjo. Como a terra revolvida antes da semente, o caos fere a superfície para que algo mais vivo encontre passagem.
É nele que antigas versões de nós desmoronam feito casas cansadas, abrindo espaço para janelas que ainda nem sabíamos desejar. O coração, quando perde o mapa, aprende a ouvir estrelas invisíveis. E a dor, essa costureira impaciente, rasga primeiro para depois unir com linhas mais fundas.
Talvez criar seja isso: suportar a desordem sem fugir, permitir que o incompleto respire, aceitar que nem toda beleza nasce limpa. Há flores que só entendem o próprio perfume depois da tempestade. Há pessoas também. O caos não é o oposto da criação; é seu ventre escuro, quente e profundamente humano, onde tudo se quebra para finalmente começar de novo, em silêncio.
A porta fechada nunca existiu — era apenas a chave sonhando com liberdade. O espelho engoliu meu rosto e cuspiu um rio que eu não sabia que carregava. As horas fugiram do relógio e foram morar no vazio entre duas respirações. Eu procurei minha sombra e encontrei luz demais, procurei luz e encontrei a noite me esperando de braços abertos. O silêncio falou tudo o que minha voz tinha medo de dizer, e minha voz, então, virou silêncio por gratidão. Não há caminho — apenas pés que insistem em andar mesmo quando o chão se desfez em perguntas. Não há destino — apenas olhos que enxergam sentido onde o acaso dormia. Eu sou o que nunca fui, sou o que ainda não cheguei, sou o intervalo entre dois batimentos onde a vida inteira acontece. E nesse nada que tudo é, finalmente, me encontro inteiro.
Talvez eu não esteja bem, talvez nunca tenha estado — mas ainda estou aqui, e por enquanto isso basta.
"A "religião" nunca te dará verdadeiros amigos, pois os relacionamentos com base "religiosa" nos condicionam a um determinado padrão dogmático para que haja algum tipo de afeição. Verdadeiras amizades, nascem de relacionamentos "incondicionais" onde o único fundamento está no valor do ser humano que ama e respeita simplesmente como você é, sem exigir nada em troca."
Depois de certas dores, você nunca mais volta a ser o mesmo. Algumas feridas não apenas machucam; elas transformam. Há sofrimentos que mudam a forma como enxergamos a vida, as pessoas e a nós mesmos. E, embora a cicatriz permaneça, ela também se torna prova da força que Deus nos deu para continuar.
O ditado diz: "Antes tarde do que nunca". Eu acredito que deva ser ANTES/ANTES do que tarde. É com a antecipação que se previne danos maiores, seja em que momento for!
Observe com carinho onde foi o erro. Refaça sua caminhada. Resolva nunca mais passar por isso. Sua vida, sua escolha. Ninguém pode se intrometer nisso.
Pensei hoje nos meus três filhos. Chorei ao lembrar do desejo, os três filhos. Esses que nunca tive. Com exceção de um que já se foi. E dos dois que não nasceram. Doeu não tê-los tido. Sinto saudade dos meus três filhos.
A dor nunca é universal, ela é sempre íntima.
Quando não habita em nós, torna-se invisível, e o invisível costuma ser julgado com leveza.
Por isso o ser humano erra quando mede a dor do outro com a própria régua: cada alma carrega um peso que só ela conhece.
A filosofia nos lembra que o outro não é extensão de mim, mas um mistério.
A psicanálise revela que muitas violências nascem da incapacidade de reconhecer a dor alheia — projetamos, negamos, minimizamos aquilo que não suportamos sentir em nós.
E a Bíblia nos adverte, com simplicidade e profundidade, que amar o próximo como a si mesmo não é sentimento, é responsabilidade.
Ferir o outro é, muitas vezes, ignorar que ele também sangra por dentro.
Quem carrega a dor sabe o seu tamanho; quem observa de fora só vê o silêncio.
Por isso, antes de agir, é preciso lembrar: o que faço ao outro pode se tornar a cruz que ele terá de carregar sozinho.
As palavras nunca são apenas sons; elas carregam o peso da intenção de quem as pronuncia e deixam marcas em quem as recebe. Talvez, se as pessoas compreendessem o poder de uma frase dita no calor da emoção, escolheriam o silêncio antes de transformar o respeito em ferida.
Dizer a alguém: "Cada dia quero mais distância de você" apenas porque essa pessoa não concorda com um erro que você defende revela mais sobre a intolerância do que sobre a verdade. Discordar faz parte das relações; humilhar é uma escolha.
Quem valoriza o diálogo não teme opiniões diferentes. Mas quem prefere o orgulho ao entendimento acaba afastando pessoas que apenas tiveram coragem de ser sinceras. No fim, as palavras passam, porém as cicatrizes que elas deixam podem permanecer por muito tempo.
A verdadeira sabedoria não está em vencer uma discussão, mas em preservar a dignidade do outro, mesmo quando pensamos diferente.
Cultivando minha primavera, para que nunca me faltem flores.
Quem sabe o amor que plantei e tenho regado também venha a florescer?
Sigo cuidando, mesmo quando não há sinais,
porque aprendi que nem toda raiz se revela de imediato.
Algumas crescem no escuro, em silêncio,
antes de ousarem tocar a luz.
E enquanto o tempo cumpre o seu papel,
eu não deixo de me florir.
Porque há beleza em quem permanece,
em quem cultiva,
em quem acredita
mesmo sem garantias.
Se for para florescer, que seja inteiro.
Se for para ficar, que seja com raízes.
E se não for…
ainda assim, minha primavera não se perde.
Como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Você sabe o que é não ter e, ainda assim, ter que ter para dar? É aprender a esconder a própria fome para repartir o pão. É guardar a dor na gaveta porque alguém precisa encontrar em você um abraço. É enxugar as lágrimas antes que elas caiam, porque há outras lágrimas esperando o seu ombro.
Há dias em que a vida parece nos cobrar exatamente aquilo que nunca nos ofereceu: um amor que nunca nos ensinaram, uma paciência que nunca tiveram conosco, um cuidado que um dia desejamos receber, mas que nunca chegou.
E, então, nasce a pergunta que atravessa a alma: como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Talvez a resposta seja dura. Não se devolve. Porque ninguém pode devolver o que nunca teve.
O que fazemos é diferente. Escolhemos construir. Escolhemos oferecer justamente aquilo que nos fez falta. Não porque transbordamos, mas porque conhecemos a dor da ausência. Quem já caminhou pelo frio sabe o valor de um cobertor. Quem já enfrentou o abandono compreende o peso de uma presença. Quem já implorou por amor aprende, mesmo entre cicatrizes, a semear aquilo que um dia esperou colher.
Mas até a terra mais fértil precisa de chuva.
E há momentos em que é preciso voltar para dentro de si. Habitar a própria casa. Abrir as janelas da alma, tocar as paredes que o tempo ergueu em silêncio e lembrar que também somos lugar de descanso. Porque quem vive oferecendo luz aos outros não pode esquecer de acender a própria.
Talvez seja esse o maior milagre: transformar a ausência em presença, a falta em cuidado e a dor em um amor que, embora nunca tenha sido recebido da forma esperada, escolheu existir.
No fim, talvez não se trate de devolver aquilo que nunca recebemos. Talvez se trate de impedir que a ausência determine quem nos tornaremos. Porque as maiores virtudes, muitas vezes, nascem justamente daquilo que mais nos faltou.
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