Nunca Magoe uma Mulher

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Não corra demais, não mate nunca, não morra jamais, quero-te sempre viva flor

Quando a justiça enfraquece, a consciência precisa acordar🇧🇷
A história nunca foi construída por silêncio confortável. Todas as grandes transformações nasceram quando alguém decidiu não se acomodar diante da injustiça. Não foi fácil conquistar direitos, liberdade de expressão, dignidade e cidadania. Cada avanço custou coragem, organização, diálogo e, principalmente, consciência coletiva.
Quando os deveres passam a pesar mais que os direitos, algo essencial começa a se perder: a liberdade de escolha, a confiança nas instituições e o senso de pertencimento. Esse processo quase sempre é lento e silencioso. Primeiro, normaliza-se o excesso. Depois, aceita-se a restrição. Quando se percebe, já não há mais espaço para questionar e o preço costuma ser alto demais.
Livros, filmes e a própria história nos alertam: sociedades que ignoram os sinais acabam repetindo erros antigos. Não se trata de defender pessoas ou lados, mas de proteger princípios. Justiça, equilíbrio, respeito às leis, liberdade responsável e participação cidadã não são privilégios, são pilares de qualquer nação saudável.
Quando o cenário não está justo, lutar não significa confronto, mas consciência, diálogo, presença, voto responsável, cobrança ética e participação ativa. Uma sociedade madura não se omite, não terceiriza sua responsabilidade e não troca liberdade por conforto momentâneo.
O Brasil é uma potência humana, cultural e social. Um povo criativo, resiliente e capaz de construir caminhos melhores quando escolhe agir com lucidez e responsabilidade. Como diz o próprio hino: “o filho teu não foge à luta”, não foge do debate, da verdade, da justiça e do compromisso com o futuro.
Que cada cidadão entenda: direitos vêm acompanhados de deveres, mas deveres jamais podem sufocar a justiça, a dignidade, a voz e a consciência de um povo. A verdadeira mudança começa quando a sociedade desperta, não para dividir, mas para amadurecer.

Minha vida que não me ama
Minha amada que nunca me amou
Sigo amando a coerência

Nunca deixe de sorrir, afinal, flores só nascem em jardins cultivados em terrenos férteis

Encontrar a cura nunca foi a verdadeira intenção de um terapeuta sério junto ao seu paciente, ⁠mas jamais deixar se apagar a chama do seu desejo de ser curado

O mundo nunca se calou diante da injustiça, enquanto tivermos forças para erguer nossas cabeças o céu triunfará e as nossas lágrimas pouco a pouco apagarão o fogo que incendeia o inferno.

A cruz, quando tocada, nunca
deixa o indivíduo em seu estado original.

O crente nunca morre sozinho; ele morre "em
Cristo", unido Àquele que já atravessou o vale.

A ordem nunca mudou. Primeiro Reino, depois acréscimo. Primeiro altar, depois provisão. Primeiro obediência, depois vitória.

Quem para no meio do caminho nunca descobre o que Deus preparou no final.

Todos nós temos coisas a dizer que nunca conseguimos de fato falar, como flechas que nunca chegaram no alvo. Presas na garganta... Sangrando sem um alvo, que jamais veremos novamente!

Jogos da vida

A vida é um cassino e nós somos os jogadores. Nunca aposte todas suas fichas na mesma jogada. Por que no fim a casa sempre vence!

Podem até abortar os projetos de um homem, mas nunca irão anular os planos de Deus.

A Última Cartada
Kleber Ferreira


Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino
Com gato preto nunca cruzei, sou brinquedo nas mãos do divino
Vou arrumar uma ferradura: Vou mudar o meu caminho
Mudar a sorte desta loucura, eu não vou viver sozinho
Os dados do vento da sorte: Creio que estão viciados
Num jogo de vida ou morte, me tornaram um azarado


Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração


Ontem, você me amava, hoje terminou comigo
Ontem, seus lábios eu beijava, hoje, sua ausência é um castigo
Antes eu era tudo em sua vida, agora você não quer mais me ver
Hoje esta ferida aberta, sangra por eu te perder
Será que minha estrela está apagada? Será que nasci marcado?
Será que joguei minha carta na hora errada, num lance desesperado?


Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração


Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração


É, pra anular o azar que me cerca a todo instante
Minha aposta é você, vou tirar a sorte grande

⁠porque ninguém nunca teve o poder
de voltar depois de se dilacerar.
cada ferida se cicatriza, ateia fogo,
recupera das cinzas.
os corações que já tive foram queimados
e hoje, reconstroem em todos os pedaços.

Carta que nunca te entreguei


Eu sei que você me amou do jeito mais limpo que alguém pode amar.
Sem jogos, sem fuga, sem meio-termo.
E talvez por isso tenha doído tanto.
Eu ouvi quando você disse que me amava.
Ouvi uma, duas, tantas vezes que perdi a conta.
Cada palavra sua era casa, era futuro, era permanência.
E dentro de mim havia vontade, sim,
mas havia também um peso antigo,
um cansaço que não nasceu em você
e uma resistência que eu não escolhi ter.
Existe um muro em mim.
Não foi levantado contra você,
nem para te ferir.
Ele só estava lá antes.
Toda vez que você dizia que me amava,
algo em mim queria correr na sua direção.
Mas outra parte, menor e mais antiga,
batia desesperada por dentro desse concreto,
pedindo que nada fosse aberto.
Você chamava de amor.
Eu sentia como risco.
O problema nunca foi você.
Nunca foi falta de amor.
Foi excesso de medo dentro de mim.
Quando você falava de futuro, algo em mim se fechava.
Não por desprezo,
mas por pânico.
Como se amar significasse perder a mim mesma outra vez.
Porque deixar alguém entrar
sempre significou desmoronar depois.
Existe em mim uma vontade imensa de ser amada assim,
desse jeito inteiro, sem reservas.
Eu sei que mereço.
Mas hoje eu não consigo corresponder
sem me violentar por dentro.
Eu queria sentir só o amor,
mas sentia o medo junto.
Queria ficar,
mas meu corpo gritava para não prometer
o que ainda não sei sustentar.
Você me ofereceu paciência,
futuro, permanência.
E eu sei que isso é raro.
Mas o problema do muro
é que ele não cai com promessas.
Ele cai com tempo.
E eu ainda não tenho esse tempo dentro de mim.
Eu me irritava, me afastava, me culpava.
Não porque você errava,
mas porque eu ainda não sei receber cuidado sem desconfiar.
Você merece alguém que te ame sem hesitar,
sem se irritar sem motivo,
sem carregar fantasmas que não são seus.
Merece descanso, não dúvidas.
Te deixar ir foi uma forma torta de respeito.
Porque te amar pela metade
seria mais cruel do que te perder inteira.
Talvez um dia eu aprenda a amar sem esse nó no peito.
Talvez um dia o futuro deixe de me causar náusea
e passe a parecer escolha.
Hoje, amar você exigiria
trair o silêncio que ainda me protege.
Se eu fui embora,
não foi por falta de sentimento.
Foi porque ainda estou aprendendo
a distinguir abrigo de prisão,
amor de sobrevivência.
Um dia, talvez,
esse muro vire porta.
Hoje, ele ainda é o que me mantém de pé.

Para eles, é melhor deixar morrer,
o rio secar, o amor de verdade
ir embora e nunca mais voltar.
os beijos e abraços que nunca vão rolar.
O fim do mundo que em toda televisão
vai passar.
E todo mundo correndo para se abraçar
só por que o mundo vai acabar.

Me arrependo louca e amargamente de todas as situações,inseguranças e deslizes que cometi! nunca aprendi nada com meus erros!

E pensar, que na nossa vã vaidade, fazemos coisas que nunca encontram o cateto da hipotenusa. Depois ainda nos queixamos que se soubéssemos antes, o que sabemos hoje, não teríamos deixado passar em branco o teorema de Pintagoras. Que loucura!

Existe muita intimidade em nunca mais falar com alguém.