Nunca Desconfie de Mim tenho Carater

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"Amar é ensinar o outro a caminhar.
Nunca carregue no colo
quem sabe andar".

Nunca sugira uma amizade colorida se você tem desejos a mais que um abraço. Isso não é uma amizade, e sim o começo de um amor.

Nunca permita que alguém seja sua prioridade, permitindo-se a ser a sua opção.

Aprenda a ser forte desde pequeno, nunca se prenda por coisas bobas e nunca deixe de honrar quem você ama de verdade. Um dia a vida vai te ensinar que nem tudo é flores e se você não estiver forte a tendência vai ser a tudo ficar cada vez pior. Não espere o dia que a vida vai te dar um forte tapa na cara, mas se prepare para não se desequilibrar e cair no chão logo no primeiro tapa! Encare tudo com um bom sorriso no rosto e não faça as pessoas que te amam sofrerem com você. Até por que seus problemas só pertencem há você, se agarre a fé e espere o dia em que o sol nascerá brilhando unicamente para te fazer feliz.

Nunca deixe de dar valor a Deus, porque Ele é o único que vai estar do seu lado quando tudo estiver desmoronando.
As pessoas mudam, mas Deus permanece fiel, sempre!

⁠Não existe salvação maior do que nunca ter nascido neste mundo.

(Eren Yeager)

O verdadeiro campeão comemora a sua vitória, nunca a derrota do seu adversário.

Pessoas depressivas não precisa de amigos
Porquê saber que nunca vão ter

Quando sentires saudades de alguém que ja partiu e nunca mais voltará, não te revoltes, recorda antes os bons momentos que passaste com essa pessoa.

Para refletir:
Nunca,jamais subestime a capacidade de intuição de alguém. Algumas pessoas (como eu) podem estar sabendo seu jogo,antes mesmo de você começar a jogar.
Fica a dica...

⁠Inaudível

Eu avisei. Nunca tentei chamar atenção, mas gritei em silêncio por meio das palavras e das imagens que deixei pelo caminho. Algumas pessoas disseram: "Pare com isso, não demonstre suas fraquezas." Outras, com olhos que não sabiam ver além do superficial, soltaram um: "Nossa, isso dói tanto." Houve aquelas que simplesmente ignoraram, fingindo não ver, passando por cima como se eu fosse um borrão despercebido.

Mas eu continuei. Me registrei em cada fragmento de existência, deixando partes de mim em cada texto, cada fotografia, cada história contada com alma. Não porque eu esperava aplausos, mas porque queria apenas ser — inteira, genuína, presente.

Lamento, apenas, imaginar que o dia em que eu partir minhas publicações possam encher de curtidas tardias. Não quero esperar a ausência para ser vista, nem que a valorização venha quando meus olhos já não puderem contemplar.

Eu vivi para me deixar em todos os lugares e em todas as pessoas, ainda que nem sempre percebam. E se a vida é feita de encontros e desencontros, que meu rastro permaneça — não para ser aclamada, mas para ser sentida. Inaudível, talvez, mas eterna.

⁠O Sentido que Não Ouvi

Lamento profundamente que talvez eu nunca saiba, verdadeiramente, o impacto da minha vida. Não vou ouvir o que minha presença significou para os que me conheceram — familiares, amigos, todos aqueles que cruzaram meu caminho.

Sei que um dia, quando eu partir, minhas palavras serão lidas com mais atenção, minhas fotografias serão vistas com outro olhar, e alguém dirá: "Agora entendo o que ela quis dizer." Talvez nesse momento reconheçam a profundidade do que eu tentei transmitir, mas eu não estarei lá para escutar.

E esse é o peso que carrego: saber que muitas coisas só farão sentido tarde demais. Que aquilo que dei de mim — cada palavra, cada imagem, cada pedaço do meu ser — será valorizado apenas na minha ausência.

Mas, ainda assim, eu continuo. Deixo minha alma registrada nesses fragmentos, porque acredito que viver é também espalhar pedaços de significado, mesmo que nunca saibamos exatamente onde eles florescerão.

O Descanso Que Nunca Vem

Às vezes, só queremos nos esconder do mundo. Trancar a porta, apagar as luzes e desligar de tudo. Não queremos ver ninguém, explicar nada, nem sorrir como se nada estivesse acontecendo. Só queremos um intervalo da vida — um descanso genuíno, onde a dor cesse por um instante.

Não é sobre querer morrer, mas sobre não querer sentir. Porque a dor é um peso constante, insuportável, e tudo o que desejamos é uma pausa, uma anestesia que nos devolva ao mundo sem carregar essa exaustão na alma.

Mas não há remédio para isso. Não há solução que nos permita continuar sendo nós mesmos, conscientes, e ainda assim livres dessa dor que grita por dentro. Então, em nossa busca desesperada por alívio, às vezes a morte parece a única resposta possível. Não porque queremos partir, mas porque queremos que a dor pare.

E isso é o mais difícil de explicar: não desejamos deixar um rastro de sofrimento para quem amamos. Só queríamos que eles entendessem que não é fraqueza, não é abandono. É apenas cansaço.

E, no fundo, talvez tudo o que esperamos é que alguém segure nossa mão e diga: "Eu estou aqui. Não vou soltar." Porque, às vezes, esse simples gesto é o que nos impede de buscar um descanso definitivo.

⁠O Beijo: Quando Corpos se Tocam e Almas se Encontram

Um beijo nunca é apenas um beijo. Ele carrega em si a força de um portal, abrindo passagem entre dois mundos, duas essências, dois destinos que se cruzam. É a chave que destranca corpos e almas, um sussurro silencioso de tudo o que pode vir a ser.

Quando há verdade nele, cada toque de lábios acende chamas, desperta desejos e faz estremecer a pele. Mas mais do que fogo, um beijo é conexão. É sentir o outro sem pressa, percorrer seu universo na ponta da língua, decifrar sua alma em um único instante.

Não dá para tocar qualquer boca sem querer ir além. Porque um beijo não é só um gesto; é um mergulho. E para aqueles que sentem com profundidade, não há prazer no raso. É preciso desejo, mas não só do corpo—da alma. É preciso entrega, mas não só do momento—do ser inteiro.

No fim, um beijo verdadeiro não termina quando os lábios se afastam. Ele deixa marcas na pele, na memória, na energia que se troca e se carrega. Porque quando corpos se tocam, o instante pode acabar. Mas quando almas se encontram, o impacto permanece.

⁠O Peso do Esquecimento

Dói. Dói ver as promessas se desfazendo no ar, como se nunca tivessem sido ditas. Dói perceber que o olhar que antes brilhava ao me encontrar agora desliza por mim sem se deter. Como se eu tivesse deixado de ser alguém e me tornado apenas um detalhe no fundo da cena.

Dói a fuga silenciosa de quem não quer mais ouvir, de quem se esconde atrás da indiferença como quem diz, sem palavras, que o amor acabou. Porque se ainda existisse amor, se ainda existisse um mínimo de cuidado, não haveria esse machucar consciente, essa escolha fria de ignorar o que fere.

O que mais pesa não é a ausência, mas a lembrança do que já foi. Porque eu fui transparente. Desnudei minha alma, mostrei minhas cicatrizes, confiei o mapa das minhas dores e ensinei como não me ferir. Você ouviu, aprendeu, cuidou. E agora, usa tudo isso contra mim.

Como alguém que um dia foi tão gentil se torna esse estranho indiferente? Como a mão que um dia segurou a minha com tanto carinho agora apenas solta, sem sequer hesitar?

O amor foi abrigo, foi promessa, foi cuidado. Hoje é ausência, frieza, silêncio. E nesse vácuo, só restam saudades e dúvidas ocupando um espaço que antes era cheio de nós.

Será que, um dia, você vai lembrar? Será que vai sentir falta daquilo que deixou para trás?

Ou sou eu quem precisa aceitar que, para alguns, o amor nunca foi casa, apenas passagem?

A lua sempre me encontrou nos meus silêncios.
Ela aparece inteira ou partida, mas nunca deixa de vir — como se entendesse que há noites em que o coração precisa de companhia, mesmo que seja só de luz.

Eu olho pra ela e sinto que existe um espaço dentro de mim que também é feito de fases: dias em que brilho, dias em que me escondo, dias em que preciso recolher tudo para renascer depois.
E está tudo bem.

A lua me ensina que nada que seja verdadeiro deixa de voltar.
Que mesmo no escuro há um brilho insistente.
E que existir é isso: iluminar quando dá, recuar quando preciso, mas continuar orbitando tudo o que faz sentido.

Talvez seja por isso que gosto tanto dela.
Porque, de alguma forma, a lua me lembra de mim.
E de ti também — que carregas luz até quando não percebe.

"Você será diferente.
Algumas vezes se sentirá como um excluído,
Mas nunca estará sozinho.
Fará de minha força a sua.
Verá a minha vida através de seus olhos,
Assim como a sua vida, será vista através dos meus.
O filho se torna o pai e o pai se torna o filho."

Você tem que dançar como se ninguém estivesse olhando,
Amar como você nunca fosse machucado,
Cantar como ninguém estivesse escutando,
E viver como se fosse o céu na terra.

William W. Purkey

Nota: Autoria não confirmada

PROVÉRBIOS E DITADOS POPULARES BUDISTAS

“Nunca se extingue o ódio com o ódio. O ódio só se extingue com o amor; esta é a lei eterna.”

“O ódio é a erva daninha da humanidade.”

“Pela meditação se ganha a sabedoria; pela falta de meditação se perde a sabedoria. Se o homem conhece este duplo caminho de ganho e perda, coloque-se naquele em que a sabedoria aumenta.”

“A prática da tolerância ajuda-nos a controlar a mente temerosa e irada.”

“Quando a alegria se torna tristeza e o bem-estar infortúnio, as almas pacientes extrairão prazer mesmo da dor.”

“Em qualquer circunstância, o sábio não emprega palavras fúteis, nem se deixa levar pelo desejo; a dor e a alegria não o alteram.”

“A melhor oração é a paciência.”

“Os que não se impacientam colherão os frutos daquilo a que de coração aspiram.”

“Quem não vigia nem é vigiado, vive feliz, liberto do jugo da concupiscência.”

“Os que temem o que não se deve temer e não temem o que se deve temer, envolvem-se em falsas ideias e enveredam por esconsos caminhos.”

“Pela reflexão, comedimento, auto-domínio, os sensatos podem tornar-se uma ilha que nenhum dilúvio poderá inundar.”

“Quem se entrega à vaidade e não se entrega à meditação, com o tempo invejará aquele que se esforçou na meditação.”

“A causa do sofrimento humano encontra-se, sem dúvida, nos desejos do corpo físico e nas ilusões das paixões mundanas.”

“Em qualquer circunstância, o sábio não emprega palavras fúteis, nem se deixa levar pelo desejo; a dor e a alegria não o alteram.”

“Nada mesquinho ou confinado se pode deter sempre no coração que sente ilimitada piedade por todas as coisas vivas.”

Nunca fiz nada dar certo por acidente; nem nenhuma das minhas invenções surgiu por acidente; elas vieram do meu trabalho.

Thomas Edison
DREISER, Theodore. A Photographic Talk with Edison (1898).

Nota: Trecho de entrevista dada em 1898.

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