Nunca Desconfie de Mim tenho Carater

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Errei... Aprendi... Acreditei e recomecei para que eu chegue a dizer a mim mesmo: Superei;

Eu agradeço sempre a Deus por colocar você em meu caminho. Porque, se você é especial para mim, imagina para Ele?

Parte de mim deseja esquecer também... Esquecer que o conheci. Descobri o que você é e tudo o que aconteceu desde então.

Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras de comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso perdi algo da ingenuidade ou da inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.
(Como Vejo o Mundo)

Queria dizer pra você que ...

Ao ver seu sorriso em minha direção
E pra mim e tudo aquilo que presciso...
Esses ultimos tempos, venho me machucando
Não estou mais confuso, e uma parte de mim pareçe estar morta...
E o ceu esta tão claro, e um dia sem chuva
Pareçe meio vazio, ao olhar pros lados
Queria ao menos poder te ver...
Quero te perguntar...
Voltar a me sentir, vivo e completo de novo...
Me diz como eu posso não te amar ?
Me diz... ontem estava sonhando ?
Aquelas foram as rizadas mais lindas e ao mesmo tempo tristes
E recordamos tantas coisas que não se apagam
Olhando em seus olhos so conseguia pensar
Será tarde de mais ?
E o mundo podia ate acabar naquele momento
Pois não sabia mais em que tempo estavamos
Eu tinha medo de ter perdido você
Tinha mais medo de desistir...
Eu não consegui ainda entender porque não tinha palavras
Porque estava tão perdido, quando voce estava ai
Pensando em mim...
Porque não consegui te dar uma resposta
Quando eu so queria ter você...
Eu sempre senti que era
Sinto de alguma forma que ainda é você
Sempre ouvi por ai que quando é verdadeiro nunca acaba
Mais pra que dizer agora, tive todas as chances de dizer antes
Fechei os olhos no momento mais dificil
Mil palavras em minha mente falava apenas uma frase.
Aqueles dias nunca mais voltam
Eles se vão mas nunca voltam...
Será que algum dia eu vou te ter de novo ?
Vou começar a viver pra esse dia chegar
Ontem eu percebi que não estou onde deveria estar
Perdi esse pedaço, junto com aquilo tudo que foi
E não sabemos se volta mais...
Um dia uma musica me disse tudo sobre nós...
Por um momento consegui ouvir ela a nossa musica...

"E porque quando você me abraça
O mundo gira devagar
E o tempo é só meu
E ninguém registra a cena
De repente vira um filme
Todo em câmera lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é"

Se um dia se perguntar se esqueçi você
Uma vez eu te prometi que eu sempre vou te amar
E vamos viver muitas coisas juntos
Nao vou esqueçer você.

Se você que esta lendo, ama alguem profundamente e não consegue viver sem essa pessoa, e fez algo que a afastou,
se você acha que e tarde de mais e tem algo a dizer pra essa pessoa, ligue, escreva, procure...
não deixe nada inacabado e não desista o amor verdadeiro nunca acaba, se não acabou dentro de você e não acabou bem ainda não e o final
os finais sempre acabam bem.
Não esqueça de dizer o que sente, mesmo que de medo diga de coração, voçê vai sentir que realizou um sonho
e vai chegar tão feliz e achar que perdeu a noção da hora e não conseguira dormir por horas pensando em tudo...
e finalmente ira dormir e sonhar com algo que marcou o encontro...

As vezes um abraço, o abraço mais perfeito que vai querer pra sempre, senti - lo

Diga que se lembrará de mim. Ali parada, em um lindo vestido. Encarando o pôr do sol.

Taylor Swift

Nota: Trecho da música Wildest Dreams.

NARCISISTA AO AVESSO

Estou apaixonada por mim, mas descobri que não sou correspondida!

Sua memória para sempre viverá em mim; suas lembranças para sempre me aquecerão o coração. Mas a sua perda eu jamais superarei, e eternamente chorarei sua partida.

Doce primavera:

E então, chega mais um ano.
Mais experiência pra mim.
Mais uma ruga em meu rosto,
mais um girassol no meu jardim.

Tudo que tenho vivido,
não me arrependo de nada.
Das dores faço o alicerce,
para minha nova morada.

E assim, eu vivo a seguir,
empilhando
meus medos no armário,
sigo com coragem sem fim.

E se os caminhos
nem sempre for flor,
eu mesma
recomeço um novo jardim.

Sei que a cada novo ano,
é Deus me mostrando,
que vive a cuidar de mim.

Dei-lhe de mim tudo…
cada riso guardado,
cada lágrima que escorri em silêncio,
cada dia que sobrevivi.
E ainda assim,
sou inteira em cada fragmento que entreguei.

Há Uma Grande Chance De Você Não Gosta De Mim , Ha Uma Chance Maior De Eu Não Da A Minima Pra Isso :)

⁠Silêncio da Partida: Quando Só Para Mim Tinha Importância


Às vezes, chego a um ponto em que finjo estar tolerando tudo. Tenho preguiça de argumentar, de tentar explicar. Calo-me, mas não engulo. Apenas me preparo para partir. A decisão já está tomada, mesmo que a tristeza ainda me acompanhe. Porque, ao longo do caminho, percebo que aquilo que para mim tinha tanta importância, para o outro não significava nada. E isso dói. A dor não vem do afastamento em si, mas da constatação de que, mesmo quando entregamos o nosso melhor, muitas vezes somos deixados para trás.

A tristeza não é uma fraqueza, mas um reflexo de tudo o que tentamos construir, das esperanças que alimentamos, e das promessas que não se cumpriram. O que resta agora é seguir em frente, mesmo com os olhos ainda voltados para o passado. Porque, mesmo sabendo que só para mim tinha importância, há algo mais forte dentro de mim, algo que me permite seguir. A liberdade vem da escolha de ir, mesmo quando a partida se faz silenciosa, e a dor é uma lembrança do que não foi recíproco.

E, com o tempo, essa dor se transforma. Não mais como um peso, mas como a sabedoria de quem se escolhe, de quem aprende a se dar valor, mesmo que o outro não tenha visto. O fim não é o fim, mas o começo de algo que só a mim importa agora.

⁠Infinitos em Mim

Fecho os olhos e sinto,
dentro de mim, infinitos.
Há uma canção não cantada,
um soneto nunca escrito,
versos que se constroem no silêncio,
frases soltas que bailam no vento.

Uma coreografia à espera da melodia,
uma dança que aguarda nossos passos.

Nem tudo o que carrego em mim me pertence,
não posso guardar—preciso encontrar destinos.
Em mim, carrego também muitas faltas,
daquilo que precisa urgentemente me achar.

Não há possibilidade de ser feliz sem me permitir,
sem me deixar ser—em mim, me encontro.

Respiro fundo, tão fundo,
que me perco na imensidão.
Não compreendo—sou tão pequena, mortal.
Como não transbordar?
Quantos infinitos cabem em mim?

Lembro-me: não sou deste mundo,
apenas passo,
uma estação, um instante.
Mas tenho urgências—
meu tempo escorre entre os dedos,
e cada instante é um reflexo de mim.

E no vazio, cheia de infinitos, sou.
Buscando me permitir ser.

⁠Carrego em Mim a Minha Gente

Quem disse que eu ando só?

Sou uma, mas trago em mim muitas. Carrego vozes que vieram antes de mim, risos que ecoam pelas ruas, olhares que enxergam além do que se vê. Minha caminhada não é solitária — ela é feita de memórias, de histórias contadas à beira do Rio Real, de passos que seguem o ritmo das tradições.

Minha arte não é apenas minha. Ela é reflexo do meu povo, das mãos que moldam, dos sabores que alimentam, dos gestos que traduzem um pertencimento. Em cada clique, há um pedaço da nossa identidade. Em cada imagem, um registro da essência que nos torna únicos.

Indiaroba não é só um lugar, é um sentimento. Está no cheiro da comida caseira, no colorido das feiras, na fé que nos une, no talento que se manifesta em cada detalhe. Sou feita dessas raízes e, através do meu olhar, levo comigo tudo o que somos.

Eu represento.
A arte, a cultura, a força do meu povo.

⁠O Desejo como Chama que Só Queima pelo Certo

Há um incêndio em mim, queimando lento e constante. Mas não é qualquer toque que aviva essa chama, não é qualquer presença que alimenta esse fogo. O desejo não é só calor no corpo; é fogo na alma. Muitos tentam acender essa chama, mas o vento leva, dispersa. Eu espero por quem saiba se tornar brasa junto comigo, quem compreenda que a intensidade do desejo precisa ser alimentada com a pessoa certa, no momento certo, sem pressa, sem imediatez. Não sou uma chama fácil de acender, mas quando o fogo se inflama, ele consome tudo.

⁠O Amor Como Se Revela Para Mim

O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.

Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."

O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.

O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.

E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.

Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.

O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.

⁠Às vezes, me perco
na imensidão do que sinto.
Há em mim um sentir que transborda,
que atravessa o infinito,
que ecoa em vazios desconhecidos.

Luto para me conquistar,
mas sou terra em tempestade,
vento que se dobra ao tempo
e ainda assim resiste.

Carrego o peso de mil batalhas,
a exaustão de quem sempre luta,
mas também a força de quem,
mesmo em ruínas,
se reconstrói.

Conexão além de Mim

Há algo que me chama,
não é o eco de meus próprios passos,
mas o suspiro de algo que está distante,
como um farol que pisca no horizonte,
sussurrando meu nome,
não em palavras, mas em silêncio.

Carrego, talvez, o peso de um abraço
que ainda não sei dar.
E no meu peito, um campo vasto,
um vazio que pulsa, não como falta,
mas como uma promessa que ainda não se cumpriu.

Eu me entrego ao que não vejo,
à dança que não sei se já começamos,
mas sinto os seus ritmos chegando
como uma maré que inevitavelmente alcança
a terra seca da minha alma.

E no infinito do que sou,
surgem novas camadas,
como ecos que se multiplicam,
onde cada um é um mundo,
onde cada um é um ponto de partida
para algo mais vasto.

Em cada respiração, encontro um fragmento,
um universo que se expande dentro de mim,
tão grande quanto o que está por vir,
tão pequeno quanto o que já me pertence.

Há infinitos em tudo que toco,
em tudo que olho, em tudo que sinto.
E talvez, seja isso:
o movimento incessante de encontrar e ser encontrada
no eco de todos os universos que criamos juntos.

Há um lugar dentro de mim que não tem nome.
Não é sombra nem luz — é um silêncio que pulsa, como se guardasse o segredo de todas as respostas que nunca tive coragem de perguntar.


Ali, as memórias não se mostram em ordem, mas em fragmentos que se repetem como ondas. Cada lembrança traz um peso diferente, e cada peso molda um pouco mais quem sou. É um território onde o tempo não existe, mas onde cada instante tem o peso de uma eternidade.


Não é um lugar para visitas apressadas.
É preciso entrar devagar, com a respiração contida, aceitando que algumas verdades não se dizem — apenas se sentem.
Ali, o choro não é tristeza, é purificação. A dor não é inimiga, é guia. E a solidão não é ausência, é presença ampliada de si.


Talvez, no fundo, essa profundidade seja o que me mantém viva.
Porque é ali que encontro a mim mesma antes que o mundo me peça para ser outra.

⁠O Tempo que Ficou

Há um lugar dentro de mim, onde o tempo parece não ter passado. Ele ainda existe, como se os dias que vivi ao lado de meus avós estivessem apenas aguardando para serem revisitados. Eu os vejo, seus sorrisos, seus gestos, como se pudessem voltar ao meu lado a qualquer momento. Eu os vejo na quietude da noite, na luz suave da manhã, no som do vento que parece sussurrar seus nomes. E a saudade, essa saudade que aperta o peito, é o que me lembra que eles sempre estarão ali, mesmo que o corpo se tenha ido.

O amor deles por mim era puro, simples, sem exigências. Era um amor que não precisava de palavras, um amor que se mostrava nos pequenos detalhes: no café quente que me ofereciam, nas mãos calejadas que me acariciavam, no olhar atento que me guiava, me protegia. Não eram só meus avós, eram meus pais, meus pilares, minha razão de existir. Eu os carrego dentro de mim, como quem carrega um segredo precioso. Eles estão em tudo o que sou, nas decisões que tomo, nos momentos de quietude, na forma como vejo o mundo.

Ah, como eu queria voltar no tempo! Reviver aqueles instantes em que tudo o que importava era o calor do abraço, a segurança das palavras que me consolavam. O tempo, que agora me escapa entre os dedos, se torna um lamento doce, uma vontade de regressar àqueles dias onde a vida parecia mais gentil, mais devagar. Em cada canto, em cada cheiro, em cada lugar que me rodeia, existe a lembrança deles, e mesmo que o tempo tenha se levado suas vozes, a essência deles ainda vive em mim, vibrando com uma força que não cede.

A saudade que sinto não é um vazio; ela é um espaço preenchido de amor. É um amor que transcende a morte, que resiste ao tempo e que permanece, forte e constante, na minha alma. Eles são a parte de mim que nunca se vai, que nunca se apaga. Eu os carrego em cada passo, em cada sorriso, em cada gesto, pois sei que, no fundo, eles nunca me deixaram. Estão em tudo, em cada pedaço de memória que permanece comigo.

A vontade de voltar ao tempo, de reviver aqueles dias, é mais do que um desejo. É a certeza de que, apesar de tudo, o que construímos permanece. Eles continuam a viver, através do amor que não passa, da saudade que não morre, da presença que, embora ausente, nunca se vai.