Nunca Desconfie de Mim tenho Carater
Tenho vergonha, tenho cicatrizes que eu nunca mostrarei
Sou uma sobrevivente de mais formas do que você sabe
Porque toda a dor e verdade
Eu uso como uma ferida de batalha
Tão envergonhada, tão confusa
Eu estou quebrada e machucada
A verdade é que, mais do que nunca, eu tenho me envolvido mais com o "círculo das influências", do que com o "círculo das preocupações". Acho que isso explica muita coisa que ocorre na minha vida, sem que eu me dê conta.
Nos últimos tempos, passei por "poucas e boas", tive várias decepções (amorosa, financeira, profissional, sentimental...), e algumas pessoas sabem um pouco disso, outras um pouco daquilo... e tem decepção que ninguém sabe. Algumas situações não foram nada fáceis de contornar. Tem umas inclusive, que ainda nem contornei, sendo bem sincera.
Mas, andei refletindo bastante sobre as coisas boas que me aconteceram, e posso afirmar que algumas delas, só aconteceram em virtude de ter passado por momentos ruins (mas, é claro que isso não é uma regra).
Diante disso tudo, eu poderia me colocar do "lado de fora" hoje, e observar o cenário (minha vida) de duas maneiras.
- A primeira delas, é mais comum, mais "fácil" e mais intuitiva talvez: me fazer de vítima das circunstâncias, me lamentar pelo que não tenho, pelo que perdi, pelo que deu errado, pelos motivos que tenho pra me jogar no chão e chorar feito criança...
- A segunda não muito fácil: pensar no que eu conquistei, no que sou capaz de criar, no que já deu certo, na família linda que Deus me deu, nos meus filhos lindos, saudáveis, inteligentes e amorosos, que me dão força todo dia pra continuar a lutar, na minha disposição pra continuar lutando...
Eu poderia achar tudo isso uma bobagem, ou nem pensar nisso. Poderia pensar que isso não é suficiente para me encorajar...
Mas eu escolhi a segunda maneira de ver as coisas. Eu escolhi continuar. Eu escolhi amar (mesmo depois de tantos motivos pra talvez odiar), eu escolhi sorrir (mesmo com tantos motivos pra chorar), eu escolhi viver.
(...) E ainda que possam me achar uma tola, eu não me canso de repetir: "La vie est belle!"
Dê-me amor como nunca antes, porque, ultimamente, eu tenho desejado mais. E faz algum tempo, mas eu ainda sinto o mesmo. Talvez eu deveria deixar você ir.
Tenho uma Só certeza dessa Vida, Eu nunca vou deixar de te Amar mesmo Que eu quiser te Esquecer Você sempre Existira em algum lugar dentro de min.
Talvez todas as minhas palavras
Nunca significaram nada para você
Mas mesmo assim tenho que dizer
Resumo tudo agora
Eu amo você!
É eu acho que deu para entender
Mas caso não
Vou falar
Todas as suas lágrimas me afetaram
Todos os seus sorrisos me alegraram
E a distância me matava
E seu silêncio me sufocava
Sem lhe ver
Meu dia valia nada
Mas aposto que ela não beija como eu
Aposto que ela não ama como eu, não
O que eu tenho, ela nunca pode ser
Não é uma pena?
Eu tenho que dizer…
Eu nunca fui tão feliz quanto agora… Felicidade é algo invisível, mas é ela que eu uso pra levitar…
Prosa Patética
Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido... As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono... Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças... Sempre querendo, querendo... Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança... Do hálito quente do outro. A voz, o viço... Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão... Expulsar de mim essa Nossa senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito... Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo... Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta... Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora... A mulher que engravida porque gosta de criança... Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: Madrugada, mãe, ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido... E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz, que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada... Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja... Nesse fim de século sem certeza? Eu quero que a solidão me esqueça.
Eu quero desabafar, não tenho ninguém p conversar(nunca tive), então vou digitar, vou começar... Hoje eu acordei, meio sei lá, eu não sei e nem entendo, só entendi a parte do meu sofrimento, eu não sabia do que sofria, como eu disse eu não entendia, não sabia o que estava acontecendo. Então peguei meu celular e falei "e aí mãe, hoje eu vou pra aí, tudo bem?"
Sentado na janela e olhando lá p fora, pensei, repensei, e pensei de novo, por que as pessoas tem q ir embora? Deixando tudo no mundo? filhos, amigos, vizinhos, padrinhos, e eu como neto não consigo, não consigo entender, por que temos que nascer pra depois morrer? Não faz sentido, deixar na terra todos momentos bons que eu passei com meus filhos, todas zoação com meus amigos, as fofocas dos vizinhos e os carinho do meus padrinhos.
A democracia do afeto
"Não tenho – nem nunca tive – a pretensão da unanimidade. Li Rodrigues muito novo! Deixei, há pouco, de ser escravo de cortejo. Li Freud muito tarde! Gosto de pessoas incomuns e desgosto de algumas, por muitos, cingidas de confetes. Tenho, contudo, ojeriza aos hipócritas, mas nutro respeito por meus desafetos e adversários, leais ou não, pois isto é o que pode – eu disse pode - me tornar melhor que eles, e, afinal, o mesmo direito de quem te estima assiste àquele que te abomina: Esta é, para mim, a democracia do afeto! E este sou eu: alguém que acredita- eu disse acredita - ter conquistado a liberdade de ser, pensar e, às vezes, falar o que quiser.”
Amorzinho
Nunca tive nada disso que tenho com você,
Se já tive! faz tanto tempo que já nem me
Lembro mais.
Anderson Young
Acho que às vezes eu sinto que tenho recortes demais. Tantas diferenças que não poderia nunca me encaixar com as outras pessoas.
Sinto saudade quando ela não está. E quando olho para ela, tenho medo de nunca mais poder vê-la.
Fui decepcionada, mas nunca fui ferida,Então, eu tenho sede de mais,eu não vou me deixa cair, nenhuma gota será desperdiçada,Deixarei o destino tomar seu rumo, mas sempre um passo a frente, caso ele me dê alguma rasteira... sempre levanto.
Se algum dia houver DÚVIDA quanto minha palavra, caso DESCONFIE qualquer coisa sobre meu caráter,
apenas afaste-se, sem adeus, sem justificativas, sem ARREPENDIMENTOS e sem desculpas. Apenas suma.
Já sofri muito com MENTIRAS, se acreditar que sou capaz de mentir e usar as pessoas, você realmente não me CONHECEU nem um pouco.
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