Nunca Critique
A voz é instrumento de comunicação entre as pessoas, nunca deve ser utilizada para maledicências ou em tom elevado.
Nunca diga ou faça algo que te envergonhe de contar aos seus pais. Tenhas tal premissa como um filtro básico para seus atos.
É curioso pensar em quantos lugares incríveis existem no mundo, aqueles cantinhos que a gente nunca vai ver nem mesmo ouvir falar. Lugares que estão ali, silenciosos, vivendo suas próprias histórias. Existem praias isoladas, templos antigos esquecidos, florestas que abrigam segredos que nem a ciência ainda compreende. Lugares que guardam histórias que nunca serão contadas, belezas que nunca serão vistas e detalhes que permanecerão eternamente desconhecidos. Às vezes penso nisso e me perco por alguns minutos
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Sinto falta de um amor que nunca existe.
Sinto o vazio que a saudade cria, e o amor que um dia foi luz.
Sinto o peso da saudade, que me invade, que me assola, e me faz chorar de verdade.
Queria estar ao teu lado a todo momento, mas mesmo longe, te sinto tão perto, em cada pensamento.
Meus pensamentos te buscam, em cada momento do meu dia, e mesmo que a tristeza me abrace, o amor que sinto não esfria.
Nas noites frias, olho as estrelas, e em cada uma delas, vejo as tuas cores.
Longe te amar, ainda sinto teu perfume no ar.
Embora distante, minha paixão por ti é constante.
As estrelas e a lua no céu, são testemunhas do meu amor fiel.
O amor que sinto por ti é mais forte do que a distância que nos separa.
Não importa a distância, enquanto eu respirar, vou sonhar, com o dia em que vou te abraçar.
A confusão é grande, mas meu amor por ti não diminui, expande. Oh, como queria poder te abraçar, e com carinho teus medos afastar.
Uma paixão que não cansa, um amor que persiste, mas a realidade sempre nos traz de volta, como o sonho que se desfaz na nossa porta. E resta apenas a saudade, de um amor que não teve oportunidade.
Longe te amar, eu ainda sinto a doçura do teu olhar, e a ternura do teu sorriso que me fazem suspirar.
Longe te amar, eu ainda ouço a melodia da tua voz, e a suavidade do teu toque que me fazem querer gritar um eu te amo no altar.
Longe te amar, eu ainda sonho com o calor do teu abraço, e o conforto do teu colo que me fazem sentir em casa.
Longe te amar, eu ainda sinto as emoções que só você sabe despertar.
A vida é um mistério que nunca poderemos compreender completamente. Precisamos aprender a conviver com a incerteza e a encontrar significado nas perguntas que nunca terão resposta.
Sou a multiplicidade do eu
A incansável busca por mim mesmo
Sou a poesia que nunca acaba
A expressão da alma, que é infinita.
Descobri que ser forte não é nunca cair, mas encontrar sentido até nas quedas. Já fui sombra e já fui luz, já temi o próprio caminho e, ainda assim, caminhei. Porque a vida não exige certezas, apenas a coragem de seguir, mesmo quando a próxima página ainda não foi escrita. E talvez seja esse o segredo que ninguém conta: não há estrada certa, apenas passos que fazem o caminho existir.
Aquele que vê a Árvore como um simples desenho, nunca colherá seus frutos. Mas aquele que se torna um com seus ramos, jamais conhecerá limites.
A Luz só se revela quando a escuridão é atravessada. Quem foge da sombra nunca verá a plenitude da Luz.
Se eu tivesse que fugir,
eu nunca teria ido.
Estaria de corpo lá,
e alma cá.
Com o despeito em si
e um pedido despido.
Depois do meu "oi",
um "quem é vivo sempre aparece!"
Mas eu nunca estive sumido,
nem mesmo aparecido.
Por fim, como eu lido?
Ah, agora sim,
dessa vez, apenas desapareci.
As pessoas ao nosso redor nunca devem sair do nosso olhar de ordinários, por mais que dê muita vontade.
Todas as pessoas são ordinárias; em maior ou menor grau de intimidade, mas todas ordinárias.
O único singular exclusivo é o "eu", o "eu" carente do outro, preguiçoso no outro; o "eu" é quem pensa sem o outro e o considera apenas elemento de sua própria constituição.
Enfim, qualquer extraordinário criado a partir do outro é uma certeza à frustração febril.
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