Novo
''Dores Não Mais Vividas''
Olhos vendados de novo na vida
Coração à mercê do sofrimento.
No começo parece que vai durar pra sempre
Quando você vê, é só coisa do momento.
Pra você ainda é tudo bem lindo
Como se fosse amor pro resto da vida
Mas o sentimento da outra muda
E o que te sobra é só a ferida.
Você começa a ver a vida de outro jeito
Se torna o ser mais feliz no mundo
Mas a pessoa já não quer ter esse feito
Então, sem querer, te machuca profundo.
Então, você começa a cair na real.
E vê que não é como tu pensa.
Ela, já quer dizer ''adeus'' há tempos.
Mas você um ''te amo'' não dispensa.
Nota-se, o sentimento não é o mesmo.
Mas você não quer fazer-se acabar.
Também se vê que ela não é a mesma,
O que te fazia sorrir, agora faz chorar.
Seus olhos começam a se abrir
E você acorda dessa fantasia
A felicidade da outra agora é
Num lugar distante da tua alegria.
Até que chega ao estado
Onde você não quer nem acordar
Acha que é vida já não tem sentido
E o que o melhor de tudo é parar.
O que tu mais deseja da vida agora
É ficar só, tentar e fazer esquecer.
Mas você não vê rumo nem sentido na vida
Só sabe qual é o momento em padecer.
Então você tenta, e até consegue.
Por pouco tempo você se torna valente
Mas ao ver uma foto dela, do nada.
De dor, você chora novamente.
GRIPE SUINA
O surto de um novo tipo de vírus é algo que me intriga. Há uns 15 anos atrás, era o vírus ebola, que derretia suas vítimas em febre e assustava com a rapidez que se espalhava em uma África desde sempre precária em saúde. Depois, o surto da "vaca louca". Em seguida, um par de anos atrás, a gripe aviária. Agora, a mexicana gripe suina. Em todos os últimos casos, é de se notar que vírus devastadores agora se aproveitam da logística global do consumo exacerbado. Doenças que se limitavam a fundos de quintais ou cercanias de chácaras e sítios, agora adquiriram asas invisíveis. É de preocupar, claro.
Esse interesse pelo assunto que me levou a um livro de Stephen King, chamado "A dança da morte". No romance "kingiano" de quase mil páginas, um misterioso vírus liquida quase toda a raça humana, exceto algumas pessoas misteriosamente imunes, que tentam formar uma nova sociedade, enquanto o diabo andarilho erguia um império do mal num mundo caótico. Recomendo.
Ficção a parte, entre hipóteses de extinção da raça humana que às vezes formulo comigo mesmo, nenhuma está relacionada a algum tipo de vírus. Acredito que a biomedicina encontraria soluções mesmo em casos drásticos. E praticamente todo tipo de vírus acaba por encontrar resistência em algum dos diversos sistemas imonológicos entre bilhões de seres humanos. O homem encontrará uma maneira mais eficaz de se destruir, alguém duvida?
O Amor
O Amor que Fortalece essa paixão
Um novo encontro cheio de ilusão
Brilho no olhar
Felicidades a se encontrar
O Amor
Uma Flor
Um novo olhar de fixação
Um coração cheio de emoção
Amar, Cantar, Viajar e Expressar
Essas são formas de se amar
Por um minuto ouvi o silêncio... senti meu coração bater, respirei de novo, e sabia que aquele momento foi único e jamais voltaria a vivê-lo.
Eu até tento não pensar e as vezes dá certo. Mas eu não consegui evitar de sonhar com você. (de novo)
A gente cuida!
E um dia acordei,e vi tudo novo...algumas certezas,algumas decepções,objetivos lançados em um barco de emoções vividas.Senti saudades,misturada a falta de não ter por perto a amizade sincera,o sorriso aberto,o ombro sempre amigo,as alegrias e tristezas sempre divididas.Senti naquele exato momento o valor de ter uma amiga,e de não quere jamais me afastar de você.Vivemos intensamente,cada segundinho...mais ainda sim é pouco diante ao que muito nos espera por nosso caminho,é muito bom saber que nada foi em vão,que o brilho nos olhos,que o abraço dado a cada encontro ou despedida será pra sempre selado pela alegria de ter você em minha vida,minha grande amiga.
Escrevi essa mensagem pensando em grandes amizades que amo demais,e nunca vou deixar de rezar,e cuidar.
Poesia para o novo amor
Será que tenho
O direito de negar
Aos meus dias,
Tua alegria?
Poderia negar
Para meus olhos,
O colorido de tua
Beleza?
Mesmo que
Isso signifique,
Respirar o ar puro
De uma falsa liberdade?
Não sou digno
De tocar a pétala que desfolhas,
De uma rosa, recém iluminada,
Pelos raios de tua vida.
Mas como gostaria
De receber teu espinho,
Experimentando á morte
como presente puro.
E despertando para nova vida
Com teu sorriso,
Como sentimento de um anjo
Recém amanhecido.
De novo no fim, sem ter começado.
Aff... Mais desilusões. De novo acabou sem ter começado. Quando algo vai dar certo? Porque tudo tem que dar errado comigo? Continuo com essas mesmas perguntas e, como sempre, continuo sem respostas. Começo a pensar que nunca terei as respostas para estas perguntas.
Já tentei muitas vezes o suicídio. Joguei-me na frente de um carro, mas ele parou. Quis cortar meus pulsos, mas minha irmã me impediu. Tentei até me afogar nas águas mais profundas de um rio, mas meu cavalo me puxou. Não sei o que Deus está planejando para mim. Ele já evitou tantas vezes minhas tentativas. Isso mostra que ele se importa comigo, ao menos um.
Peço a Deus todas as noites que ele tire de mim essa agonia. Não agüento mais viver assim, com fins no começo e começos no fim. Ás vezes penso que eu realmente não nasci pra ser feliz, que minha vida não passa de um protótipo, um projeto, um teste pra ver quanto tempo uma pessoa infeliz pode viver. Não agüento mais. Quando isso vai acabar? Eu não sei. Você sabe?
18/10/2011
Gosto de sentir os teus lábios nos meus,
num beijo que me eleva ao um mundo
novo...
Onde há ternura, carinho e amor...
O nosso mundo.
Autoria: Leila dos Reis
E eu descobri, recentemente, um sorriso novo, um sorriso bobo. Descobri em minhas memórias um vestígio de felicidade que deixei escapar por entre os dedos, e que agora, veio me dar mais uma prova. Me sinto bem com ela, me sinto feliz, e tenho vontades absurdas. Tenho vontade de pedir para que ela me conte cada detalhe da vida dela, quero saber sua cor favorita, sua banda, suas manias, seus medos. Quero gravar o timbre da risada dela em meus ouvidos, quero o sentimento de felicidade que me invade toda vez que ela sorri. Não é de amor que eu falo por enquanto, é de felicidade, e que felicidade, daquelas que fazem você se apaixonar e nem perceber.
Parece que a cada vez que você pensa e pensa de novo tudo parece piorar, as dúvidas aumentam e nada se resolve.
Quando a gente pensa que esqueceu, aparece tudo de novo pra lembrar, todas as conversas, todas as risadas, tudo.
A minha mente adora passear, a cada instante ela conhece um lugar novo, na realidade um novo esconderijo para quando ela precisar fugir, ela gosta de vagar por aí sem um rumo certo e prefere não criar expectativas para não se machucar depois, ela prefere lugares vazios e sossegados, quanto mais calmos melhor, melhor pra pensar, melhor pra sentir, melhor pra escutar, melhor pra ela, melhor pra nós, as pessoas ao meu redor me chamam, mas eu estou longe, longe demais para ouví-las, longe de mim mesma e qualquer outro ser, estou lá e ao mesmo tempo aqui, tão contraditória mas ao mesmo tempo tão condizente, tão leve quando uma pluma, mas tão presa como o mar, mas ela é uma frequentadora acídua do seu mundo, do mundo dele, ela está construindo um novo mundo, o nosso, sabe, só meu e dele, para onde nós poderemos fugir sempre, sempre que preciso for.
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