Nosso Amor So Aumenta
Independentemente da forma como nascemos, é o modo como fomos criados que determina nosso destino e nossa sorte.
Eu acho que o que nos permite ainda estar vivo, é a esperança de que um dia nosso ideais iram se realizar. As pessoas nos colocam em situações tão difíceis, que nos começamos a duvidar da nossa própria existência. É como que se pensar se tornou inútil e viver angustiante.
Eu quero saber o nosso problema, se é o tipo sanguíneo ou o DNA
Meus amigos veem meu feed e se preocupam
E você, amor?
Em Josue 1:9 a palavra nos manda: Seja forte e corajoso, assim foi ordenado pelo nosso Deus.
Então porque diante de lutas, problemas e dificuldades caímos em desespero? Onde está nossa obediência e nossa fé? Crescemos quando enfrentamos tudo isto, pois nestas provas que somos testados. Sem lutas nos tornamos fracos e acomodados.
Então cabeça erguida e sigamos em frente, não estamos sozinhos creia que esta promessa é pra todos nós.
Nós não podemos impedir que a velhice chegue e apague a luz da juventude do nosso lado de fora, mas a do lado de dentro só é possível apagar com a nossa permissão.
...
O tempo é comparado a um pó muito fino que, distraídos, deixamos escorregar por entre os nossos dedos.
Se lhe damos um bom uso, é a ponte por onde fazemos passar a trama dos nossos dias para fabricar o tecido de uma vida significativa. Portanto, precisamos ter consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso, essencial para a busca da felicidade. Então porque hesitamos quando abdicamos do supérfluo? Que vantagem há em nos dedicarmos ao inútil? A discórdia? Como disse Sêneca: “Não é que tenhamos tão pouco tempo, mas que o desperdiçamos demais.”
A vida é curta. Sempre perdemos, quando deixamos de lado as coisas essenciais, ou às adiamos ao nos deixarmos enredar pelas demandas incoerentes daqueles que brigam por poder. Os anos ou as horas de vida que nos restam para viver são como uma substância preciosa que se desfaz, podendo ser desperdiçada sem que percebamos.
Eu tenho quase meio século por aqui, e encaro o tempo como uma criança que pode desaparecer se não ficarmos de olho, que pode sumir com um estranho se não tomarmos cuidado, ou até mesmo evoluir rapidamente entre fases se não acompanharmos esta evolução. O tempo é nosso e ele não pode se perder indiscriminadamente. Cada fração desse tempo deve ser trocada por algum significado.
"Nosso livro da vida está em nossas memórias, para sempre! Escreva o final, se você acredita que ele existe. O Fim, só existe em nossas mentes, até então, inexploradas!"
Tudo se volta contra nossas ideias, a começar por nosso cérebro.
Muitas vezes os traumas do passado roubam a esperança do nosso futuro. A culpa, as feridas emocionais, a falta de perdão, os problemas mal resolvidos, não podem ocupar um lugar maior que nós mesmos, dentro dos nossos corações.
Todos nós passamos por traumas, por fracassos, frustrações e as vezes por tristezas profundas e grandes feridas na alma, mas nunca podemos deixar que isso endureça nossos corações a ponto de não acreditar mais na vida, você é especial.
Nosso mantra
Imersão introversão...
uma versão nova de mim
submissão coração...
afinando sonho intuição
dedilhando canção!
melodia poesia cantoria...
Um “acorde” musical
percorre rotas...
as mais secretas
em notas discretas abissais...
labirinto abismo batismo
batismo em minhas águas profundas
gruta que se ilumina... ao tato...
entremeada pelo “lençol sanguíneo”
minas preciosas apontam
um iceberg se desenha...
tesouro à vista!
para quem tem coração nos olhos...
sorriso sonho mão oração!
nosso mantra em comunhão...
O desafio da empatia, além de se colocar no lugar do outro, é colocar o outro dentro do nosso coração.
Zeus e eu...
Meu Zeus e eu... eclipse no panteão...
Esse Zeus é deus meu...
nosso altar é sol nascendo nas nuvens...
Altar adornado de corpos, almas e coração...
Nossa oferenda é de rendas...
rendas tecidas e entretidas
por nossos corpos em trança e dança sagrada...
Isso muito nos agrada...
teu eros é elo a bordar e desenhar amar...
beija- flor a beijar a flor amor em voos e pousos...
Repouso por entre peito e cabeça
a esperar nova performance...
Um romance em nuance
por um eros artista divino profano...
Zeus e eu...
Eu e meu Zeus...
Vó Donana
A pele é nosso esboço mapa...
dna... cartografia em afagos...
Vamos fazer círculos mágicos em volta
das sombras que nos “assombram”.. .
Vamos “delicadamente” adocicar
tudo à nossa volta...
Vamos em “saltos” e voos
ser borboletas e carícias na alma do outro...
Vamos ser “sopros de luz”
no coração do irmão...
palavras algodão e palavras sedas a deslizar das nossas
bocas...
Sejamos “sorrisos” a acariciar em mel e céu...
na pontinha dos dedos... enredos iluminados...
Toque de levinho na alma... ama...
Emana... irmana... vó Donana...
Nosso dia fica perfeito quando acordamos e vemos nossa família com saúde, tomando aquele maravilhoso café. O sol sobre a janela, o riso das crianças, o cachorro latindo. Mais um dia abençoado começando.
(RES)GUARDADOS...
(Res)guardo e aguardo o “agrado”
que vem do nosso “sem fim”...
Você, meu querubim, assim...
feito de carinho e amor sem fim... afim...
“Afins”, somos... “enfins” sós...
nós nos “tocamos” na timidez e nudez
de uma noite (re)inventada...
alimentada pela energia que vinha do
encontro de cada um dos nossos átomos...
elos feitos de histórias...
histórias bem e mal contadas...
Histórias “quentinhas”
recém saídas do “forno” desenhado
elos nossos corações e almas
no encontro de nossos corpos...
Uma “fornada” de delícias e gostosuras...
somos “crianças gulosas”...
travessas e avessas...
mesmo com medo nos viramos
do avesso em carinho no ninho...
Havia um ninho
bem no meio
do nosso caminho...
o teu corpo
e
o meu corpo
em carinho
nos (des)caminhos
que estamos a esboçar...
Esboço feito “à mãos”...
esboço “de coração”...
nossas almas de mão e coração dad@s...
QUENTURA E TERNURA...
Minha poesia é laço a abraçar-te...
é elo a ligar o nosso ar... ar quente...
Refrigério em nosso “rio”...
o ar condicionado é alado...
é mar “mareado”...
Ao lado do outro lado...
só com o ar ligado...
Palmas voltou a ser Palmas...
na “quentura” e na literatura...
Quem atura?
Temperatura nas alturas...
