Nosso Amor como o Canto dos Passaros
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"Meus versos quais pássaros,
criaram asas e voaram antes da colheita da escrita,
e meus olhos registraram aqueles vôos"
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PÁSSAROS ATÔNITOS
O paradoxo da liberdade diante do caos interno de tua mente é quando os pensamentos ficam prolixos e se perdem em direções difusas, como pássaros atônitos e dispersos querendo voar dentro de ti. Mesmo com a gaiola aberta, não o fazem; não conseguem sair do lugar. Às vezes, a liberdade também é uma forma de prisão lá fora... por isso, o voo se paralisa no ar que acabas de ganhar.
Lu Lena / 2026
Quando a tarde organiza seus últimos argumentos a raiar no céu pássaros fragmentos, a opinião pública se mostra pragmática e cobra as horas do tempo arrastado no ardor do esquecimento de qualquer contratempo questionável. A tarde responde lânguida que são inefáveis os minutos da existência e é caro o azul celeste a se espraiar pelo ambiente. E mais tardam suas verdades existentes. Em aveludadas cores laranjadas o pôr do sol se despe do amarelo e reflete em águas a perder de íris. A alvíssima açucena se demora perene em lírios brancos convertidos na janela de paz que levo comigo. Nos meus olhos auríferos descortino a retina de um mar bravio e apascento as águas com o meu brilho a ensurdecer calafrios na lua imponente que esplendorosa doa seu brio. E desce uma noite fria sobre as de ramagens incertas e convalecem as insesatas flores do inverno. Navios partem e voltam, levam e trazem, e se julgam donos dos mares e das vidas exauridas de despedidas. E contumaz me desvio de desatinos desvios dos portos do meu destino. E há viventes que coadunam comigo, se lhes falo e me dão ouvidos, em suas escamas douradas que muito sabem das estradas. Deletério seria fingir que não vê e perder lagos elísios no enlevo sossego de quem já não se importa, pois que é inútil bater na porta de quem parte sem volta. No fulgor de um fausto tempo outras alegrias se diziam e voltavam comigo a rir e sorver o dia como quem escreve uma poesia no imarcescível interstício de uma flauta suave a acalentar os versos no impoluto momento de se desfazer e deixar a semente crescer. Novas frondes arbóreas cruzarão o horizonte e suaves sombras da tarde se farão eternidade.
Na penumbra que antecede a alvorada, os pássaros rompem o silêncio da noite com sua melodia, anunciando a primeira luz do dia
Meus pensamentos tomam a forma de pássaros voando sem cessar,descobrindo algo novo,diferente,talvez mil maneiras para se amar!!!
Antes do sol nascer, quando ainda está escuro, os pássaros começam a cantar e rompem o silêncio da noite; o céu começa a clarear
Pássaros
Às vezes é preciso sair do ninho e voar
Por mais sozinho que ave esteja
Por mais que ela não saiba como é perigoso andar fora do bando
Ela sente saudades de casa
Mas sabe onde é a sua casa
Um pássaro nasce em seu ninho muitas das vezes a sós e aprende a voar sozinho
Mas ele não deixou de viver por mera tristeza da solidão
O pássaro em uma de sua viagens encontrou mar,ele olhou e pensou:"Como eu queria ser um peixe". Mal sabendo o pássaro que o peixe também tinha problemas.
É tão fácil para o pássaro olhar de cima
A única diferença entre ele e o peixe é o habitat, não usando ciência para explicar ,mas metaforicamente falando da solidão de nascer e morrer.....
Estranho?
Um dia quando a chuva de inverna na estação da tristeza passar
Eu acordar eu com pássaros cantando e o sol radiante como o sorriso que me invadira
Será primavera e as cores com beleza elegância e o perfume que se espelha no ar
E o destino trará dentre o jardim o amor que vira me abraçar,só assim saberei que guando a primavera acabar e o inverno chegar com o frio eu terei o meu amor em seu abraço quente e seguro estarei a amar.
Marcio Melo
Permita-me parar o tempo
Escutar os pássaros
Dançar na chuva
Banhar-me de sol
Permita-me parar o tempo
Descobrir sabores
Desvendar amores
Sorver-me de sol...
Mesmo assim
o sol não aplaca o frio
dentro de mim!
Para que eu escreva poesia que não seja política,
devo ouvir os pássaros, e para ouvir os pássaros,
os aviões de guerra devem estar silenciosos.
“Imagine um peixe tentando voar porque os pássaros dizem que nadar é chato. O peixe será infeliz e não voará bem. Quando ele aceitar que nasceu para nadar, ele encontrará a paz."
—By Coelhinha
Vidas aquarelas -
Há dias em que o céu está de bronze e os pássaros, calados.
O vento parece envergonhado, não vai para um lado e nem para outro.
Hoje eu pintei a minha alma de cores aquarelas, pois parece a única coisa viva em meio a tantas coisas foscas.
Pintei as minhas palavras de marfim, para que se alguém não puder ouvi-las, terá o prazer de vê-las.
Queria, pois, ainda hoje, andar pelas avenidas num anoitecer de verão, onde a vida parece um filme e a lua, uma utopia.
Quem sabe assim a liberdade decida andar sem destino por cada canto deste lugar, que parece levar a lugar algum.
Ainda hoje li aquele livro, o mais vendido do mundo, vi que a esperança teve muitas parábolas e uma pesada Cruz.
Ainda hoje pensei quão levianas estão essas almas, tão juvenis e carentes, parecem nem viver, e sim sobreviver.
Que loucura, a escravidão acabou, mas ainda há seres escravos de si mesmos, quimera, cruel e banal, vive essa nação.
Pensei por hoje, e não deixei para amanhã, quão grande foi Roma e seu triunfo, mas maior foi a queda, quando o orgulho tomou o lugar da empatia.
Em cada viagem, o coração dela pulsa mais forte, as borboletas dançam em sincronia, os pássaros recitam poesias, e é você quem as inspira.
