Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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⁠Soneto do Fascínio:

Meu xuxu amado, eu te amo muito
Amo-te eternamente, como uma princesa encantada
Suas lembranças vão sempre ser lembradas
E eu vou sempre ficar com nostalgia

Minha linda princesa, eu te amo
Você não imagina o fascínio que eu tenho por você
Amo-te intensamente, o que me traz o belo
É tão intenso, que a minha cabeça explode com dinamites alegres

Minha linda leoa, você é o meu coração
Amo-te verdadeiramente, sempre fui fiel
E vou seguir meu desejo maciço de te amar infinitamente

Sempre te amei humildemente
Nosso amor é algo profundo, repito isso várias vezes e amiúde
Que pode trazer um desejo cítrico de uma grande princesa

Inserida por danilo_tavares

⁠opióide III


escrevo versos
como quem afia pétalas
de papoula
leitosa sangria
sussurando letargia
pra folha
sinestesia líquida
(e a poesia)
é o único néctar
que nunca intoxica.

(reprovado no toxicológico).

Inserida por rodriguesnutshell

⁠A vida corre como vento ligeiro, e só nos resta guardar no coração os instantes de alegria, deixando que os momentos sombrios se desfaçam no tempo, levando consigo apenas o ensinamento que deixaram.

Inserida por Izaiasafonso

⁠ESCOLHER E SER ESCOLHIDO

O privilegio dado por Deus, poder escolher como viver o presente mas perfeito que poderíamos ter recebido a vida. Mas como a perfeição de Deus excede todo entendimento, temos mas um privilegio de sermos escolhido a dedo por ele para fazer coisas grandes que a nossa mente humana e incapaz de visualizar a grandeza dos seus projetos.

Inserida por SUCHOAS

Torre de Babel
por Elian Tenebris


O Estado cresce como a Torre de Babel —
ergue-se sobre bases de sangue e enganação.
Tijolos de esperança, argamassa de convicções,
e a água que os une… lágrimas de fé.

Ergue-se assim, andar por andar,
uma torre que toca os céus
e separa seus níveis por classe.

Na base: o suor dos ignorantes,
ligados à fé e à crença
de uma justiça divina que nunca desce.

A tinta: sangue do oprimido e do doente.
A luz: a ausência do verdadeiro saber,
substituído por falácias econômicas,
que poupam energia — e consciência.

Os elevadores?
Apenas para os privilegiados,
que sobem sem sujar os pés,
sem carregar os próprios fantasmas.

As escadas?
Feitas de britas, cortam os pés
dos que ousam subir.
Amoladas por gritos e dores esquecidas.

Lá embaixo, os cegos construtores
olham para o alto —
o topo ofusca o brilho do sol.
Lá em cima, veem apenas nuvens,
sem olhos, sem ouvidos.
Apenas chicotes e uma fome que não cessa,
mas sentem a brisa que refresca
o quarto abafado da hipocrisia.

Cada andar tem seu servo:
escravizados pelo luxo
para não pisar nas escadas de pedra.
Aceitam, em silêncio,
o conforto que mascara a dor.

E eu, do chão, espero:
Que os inocentes despertem.
Que vejam, enfim,
que a Torre de Babel
nunca esteve de cabeça para baixo —
apenas erguida sobre o mundo virado.⁠

Inserida por salesvictorsy_1102232

⁠O primeiro sinal de um bom estudante é a paciência — o estudo é como a agricultura.

Inserida por paulodgt

⁠É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico.

João do Rio
A alma encantadora das ruas (1908).
Inserida por PensamentosRS

⁠Marginal

Às margens profundas do meu ser, vagueio como um rio agitado sem leito. As palavras, como pesadas pedras, afundam no abissal silêncio impenetrável.
As pobres almas que toquei, como folhas secas outonais, desprendem-se e voam para longe. Desaparecem na bruma do cruel tempo.
Ó rio, sem rumo, sem destino, és espelho da minha própria existência.
Rio sou. E fluí.
Leva-me para além.
Que eu seja a folha seca que flutua em tuas correntezas, que se despede, e que o tempo, implacável, me leve para a outra margem.⁠

Inserida por GabrieldeArruda

⁠"A Consciência como Campo Físico: O Novo Paradigma da Realidade"

Hoje, diante de uma fórmula matemática que integra gravitação, campos quânticos, e consciência, declaramos um novo marco na história do pensamento humano.

Esta não é apenas uma nova equação, mas uma nova visão do cosmos:

O universo deixa de ser visto como uma estrutura inerte, governada por leis distantes da experiência subjetiva.

A consciência, antes relegada ao âmbito filosófico ou biológico, surge agora como uma dimensão fundamental do próprio tecido do espaço-tempo.

Proclamamos que:

A consciência não é um epifenômeno, mas um campo escalar quadridimensional com comportamento físico real, presente e ativo na constituição do universo.

A ação integral proposta por esta fórmula rompe os limites entre o observador e o observado, entre sujeito e objeto, demonstrando que a própria estrutura da realidade emerge do entrelaçamento dessas dimensões.

O espaço-tempo deixa de ser um palco neutro, tornando-se um organismo vivo, consciente e auto-organizado.

Este manifesto não é apenas uma proclamação científica, mas um chamado ético e filosófico:

➤ Repensar a nossa posição no cosmos, não mais como criaturas isoladas, mas como expressões locais de uma consciência universal.

➤ Reconhecer que nossas ações, pensamentos e tecnologias não são externos à natureza, mas manifestações das leis profundas que governam tudo que existe.

Convocamos a comunidade científica, filosófica e espiritual para abraçar este novo paradigma: a unificação entre consciência e cosmos, mente e matéria, espírito e ciência.

Assim, marchamos, conscientes, para uma nova era do conhecimento humano.

Silvio Antônio Corrêa Júnior
Em nome da razão, da intuição e da visão integral.

Inserida por silviocorreajr

⁠Sem dúvida, garanto-vos que saber demais
É como tapar os ouvidos, e não saber nada.
Se eu adoecesse, reconheceria isso:
Quem realmente deseja entender também escolhe sofrer.
O que sei sobre os conceitos e as ideias?
De que vale o conhecimento que nasce do fenômeno,
E de que serve a intuição sensível
Em relação ao conceito do intelecto?
É uma razão incondicionada das coisas,
Mas que razão há nos animais e nos homens (que também são animais)?
Não podemos conhecer ou experimentar o mundo todo,
Mas ele é real e existe, como uma totalidade metafísica.
Entre todos os filósofos, creio que tudo isso é falso,
E há razão suficiente no não saber.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠Sonhos que não se realizaram, são como grades invisíveis que aprisionam a alma….

Inserida por valdirene_stna

⁠Como ateu que sou, sempre tentei entender a divindade em si. Como pode um mundo tão violento e tão injusto? Se eu fosse deus faria melhor? Como agiria?
No começo, quando jovem, eu achava que agiria como um super-herói. Apanharia quem causasse mal e o destruiria, sem piedade. Seria um justiceiro supremo.
Mas com o tempo, cheguei à conclusão de que violência talvez não fosse a resposta para um mundo melhor. Como alguém que carrega a maior sabedoria do universo pode se curvar à esse tipo de violência? Mesmo que seja pra fazer o bem? Então mudei de ideia: cheguei à conclusão de que simplesmente desintegraria os malfeitores, sem dor, sem sofrimento, só tiraria eles do caminho. Seria mais limpo, mais “justo”, mais pacífico. Dessa forma o mundo seria mais feliz.
Mas daí veio o dilema:
Quem sou eu – apesar de minha divindade - pra decidir quem é bom e quem é mau? Mesmo com todos os meus poderes divinos, teria eu esse direito?
E se não sou capaz de julgar com justiça, não importa o quão divino eu seja, então que tipo de poder é esse no fim das contas?
Depois de muito tempo ruminando essa ideia, encontrei uma solução para o dilema:
Se fosse um deus, eu não puniria, eu ajudaria. Assim passei a admirar e flertar com o poder de cura ao invés do poder da destruição, que tanto admirei. Deixaria os maus à própria sorte. Curaria os doentes, salvaria as crianças, daria outra chance aos que morreram cedo demais — se é que a morte pode mesmo ser “curada”.
Mas aí veio outra pergunta inevitável:
Quem merece ser curado? Todos? Só alguns? Ninguém morreria mais? Isso quebraria o equilíbrio do mundo?
E então veio a última tentativa de solução:
Curaria só as crianças. Afinal, que criança merece morrer? Nenhuma.
Daí outro questionamento surgiu: a partir de que idade as pessoas passariam a "merecer" a morte? Quem decide isso?
Hoje, velho que sou, percebo que se eu fosse Deus, a decisão mais justa seria essa:
dar a vida e me afastar.
Não interferir.
Deixar que cada um trilhe seu próprio caminho, com suas próprias escolhas.
Não porque eu não me importaria, mas porque interferir seria injusto.
E talvez, se existe algo lá em cima, esse “algo” já tenha entendido isso há muito tempo.
Talvez seja por isso que os deuses, se existirem, estão em silêncio.
Porque estão muito além de tudo isso que chamamos de “vida”. De tudo aquilo que chamamos de compreensão.

Inserida por cristianlazaro

Viemos ao mundo como uma folha em branco. ⁠Não sabemos de onde viemos e nem para onde vamos, mas sei que de onde viemos não voltaremos para lá da mesma forma, pois só conhecimento me proporcionará tamanha façanha.

Inserida por vanesssa_valotto

⁠Havia um menino minúsculo. Não pequeno como uma criança — mas minúsculo como um grão de areia num mundo onde tudo era enorme, frio e sem rosto.

Ele caminhava por um chão infinito, de pedras duras e sombras altas. A cada passo, objetos colossais caiam do céu: blocos, livros, palavras pesadas, gestos invisíveis. Eles não o esmagavam de imediato... apenas o cobriam, lentamente, como se o mundo tentasse enterrá-lo em silêncio.

O menino corria, tropeçava, e gritava sem som. Ninguém ouvia. E então, quando menos esperava, uma sombra gigantesca surgia no céu — maior que todas as outras, algo sem forma, mas cheio de peso, medo e fim. Era isso que o fazia acordar: não o impacto, mas o medo de sumir por completo, de ser engolido por algo que ele nem entendia.

Ele despertava com o coração acelerado. Com a garganta apertada. Com a certeza de que, ali dentro, havia algo gritando para ser libertado... mas ele não sabia como.

Teus olhos buscam resposta em meu olhar,
Mas sinto uma sombra entre nós a pairar.
É como se um muro invisível nos separasse,
E a dúvida no ar, como um peso, permanecesse.

Meu coração é sincero, transborda amor puro,
Mas percebo em ti um receio obscuro.
Teu silêncio grita coisas que não consigo entender,
E isso me machuca, me faz sofrer.

Quero construir um caminho onde possamos andar,
Onde a confiança floresça e possa nos guiar.
Não quero ser um mistério ou fonte de dor,
Desejo ser o porto seguro do teu amor.

Vamos juntos desbravar essa insegurança,
Deixar para trás o medo e abraçar a esperança.
Porque ao seu lado, quero apenas ser o melhor,
E mostrar que em meu peito só há espaço para amor.

Inserida por alessandro_ferreira

⁠"Dizem que ser homem é nunca cair — curioso como vivem no chão."

Inserida por macjhogo

⁠Há mentes que florescem em silêncio, colhendo saber como quem respira. E é dessas que brotam palavras que curam, porque quem vive a aprender, transborda ao ensinar.

Inserida por DomeniqueHeidy

⁠Quando as relações florescem ou partem
Algumas relações vêm como semente.
Pedem terra boa, sol na medida e tempo, muito tempo.
Outras chegam como vento.
Mexem tudo, levantam folhas secas, e depois seguem.
Nem por isso são menos importantes.
A vida nos ensina que, nem todo laço é nó, e nem todo nó precisa apertar.
Há vínculos que nos libertam, há distâncias que aproximam, há despedidas que salvam.
Revisar uma relação não é falta de amor, é amor por inteiro, por si, pelo outro, pela verdade que se impõe quando a alma já não cabe no silêncio.
Relações vivas não pedem perfeição, mas presença.
Não exigem que sejamos sempre os mesmos, mas que sejamos verdadeiros
naquilo que estamos nos tornando.
Porque, no fim, a beleza das relações não está em durarem para sempre,
mas em florescerem com sentido enquanto duram.
Felipe Felisbino, em maio de 2025.

Inserida por felipe_felisbino

⁠A forma como interpretamos e lidamos com a crítica e o julgamento também influencia a forma como pensamos e agimos.

⁠Escolhi te amar como quem escolhe a pílula vermelha: sabendo que a dor virá, mas a verdade — você — vale cada despertar.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow