Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A possibilidade da existência de algo como a 'ciência' repousa numa variedade de pressupostos que nem podem ser eles próprios submetidos a teste 'científico', nem muito menos fornecem qualquer base racional para dar à dita 'ciência' a autoridade da última palavra não só nas questões gerais da existência humana, mas até no próprio domínio especializado de cada área científica em particular.
Em suma, o conhecimento científico – e mais ainda aquilo que hoje se entende popularmente como tal – é uma subdivisão especializada da capacidade racional geral e tem nela o seu fundamento, não podendo julgá-la por seus próprios critérios. O que aqui se entende como 'razão' não se resume também às capacidades usuais da linguagem coerente e do cálculo, pois ambas essas capacidades também não passam de especializações de uma capacidade mais básica. [...] É a razão, e não o método científico, que confere sentido ao próprio discurso científico, o qual por sua vez não pode dar conta dela no mais mínimo que seja. A 'ciência' não pode jamais ser a autoridade última em nenhum assunto exceto dentro dos limites que a razão lhe prescreva, limites estes que por sua vez continuam sujeitos à crítica racional a qualquer momento e em qualquer circunstância do processo científico.
A experiência humana tomada como totalidade ilimitada é a mais básica das realidades, ao passo que o objeto de cada ciência é uma construção hipotética erigida dentro de um recorte mais ou menos convencional dessa totalidade. Essa construção nada vale se amputada do fundo desde o qual se constituiu. O apego à autoridade da 'ciência', tal como hoje se vê na maior parte dos debates públicos, não é senão a busca de uma proteção fetichista, socialmente aprovada, contra as responsabilidades do uso da razão.
O culto da 'ciência' começa na ignorância do que seja a razão e culmina no apelo explícito à autoridade do irracional.
(Diário do Comércio, 7 de janeiro de 2009)
As vezes as situações cotidianas são como as "chaves de desvio dos trilhos do trem", que nos tira do trilho, para uma outra direção rumo ao desconhecido.
Tem momentos na vida que falar ou se justificar, você sempre sairá como errado,
Se ficar calado ou não se justificar também sairá errado!Diante desses fatos, acho que o melhor e se calar!Calar-se não e ser covarde mas sim prudente.Pois nem palavras nem atitudes valera apena para prezado momento...
Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.
Já sofri muito, já tive muitas alegrias, já vivi muita coisa. A vida é como aquela mãe que bate para aprender. E nós somos os filhos da vida. Caímos, sofremos, levantamos, aprendemos e caímos de novo. É uma grande roda que não pode ser parada.
Era como se uma energia forte e pulsante nos conectasse, nos atraísse, muito além do que podíamos entender, muito além do corpo. E não era só de mim, ela dela também, tão intensa e golpeante que qualquer pensamento racional deixava de existir.
Quem pensa num futuro no Paraíso Eterno, aceita Jesus Cristo como seu único Salvador e Senhor Eterno.
No tempo, com vento, sem vento, indo, lento, no alento de que tudo vem, vindo, indo. Como os sonhos. jsl
Morrer sem a plenitude da consciência é como se não ter vivido, ou na objetividade, apenas ter vivido.
SONHO SOLITÁRIO
Meu coração lateja.
Minha alma vagueia.
Voando como um pássaro,
trago no peito um gosto amargo
de um sonho solitário.
Eliza gregio
O AR DE CRISTAL
Sinto
você e a alegria me contagiando
Como um vento. Eu não defino.
Sei que meu ser se refrigera.
É o ar que respiro!
Eliza gregio
Até mesmo na destruição da história, como no incêndio do museu histórico do Rio de Janeiro, se faz história, em alguns anos, décadas ou mais, os foceis estudados serão os nossos foceis ali deixados e impressos pela incêndio, demonstrando como nessa atual fase de nossa existência, cuidávamos de nossa própria história e nação.
Perguntaram a ela como se sentia, ela disse não ter resposta.
Perguntaram quais seus planos, ela não soube dizer, pois já havia perdido alguns dos seus sonhos.
Ela parecia presa no seu mundo, apática, nenhum estimulo a fazia sair dali.
Já não se sentia confortável perto das pessoas, cansou de falar como se sentia, cansou de se fazer entender, cansou de conviver com pessoas, cansou e cansou.
Ela tentou arduamente buscar dentro de si seus melhores momentos, tentou mesmo sair debaixo da lama, mas nem seus maiores amores conseguem tira-la dali, ela sente muito pelo desapontamento, por ser causadora das lágrimas das melhores pessoas de sua vida.
Suas últimas palavras consciente foram que não tentaria morrer de novo, porém no fundo da sua alma algo já havia morrido, nada a fazia levantar mais, ela só esperava o momento em que deixaria de existir.
Por fim, estamos aqui de passagem, para alguns existir já é um presente, para outros uma questão de deixar a vida passar vivendo aleatoriamente, outros fazem valer a pena...
Para ela viver foi um presente que ela não gostaria de ter ganhado.
Você não pode escolher o seu futuro,mas pode seguir um caminho de como você deseja que ele seja ,na intenção de aquilo ser o que você procura...🍃
_A solução de outros modos é se ter a evolução
num mar de solução.
se tem a solidão
como se não houve se outro lado a tal resolução,
sua voz apenas é um ecoo
num paradoxo em que nada será,
apenas se escoa.
O infinito é alcançado quando você se torna eterno, então, exatamente como um círculo, deixa de existir um começo e um fim, para apenas existir!
