Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Os humanos são como pedras, pedras incomuns, pedras raras de se encontrar, que quando encontradas tem que serem guardadas e bem cuidadas.
O Silêncio dos Gritos
O silêncio nem sempre é calmo e quieto
Ele grita como um homem apanhando, levando chicotadas
E sendo o réu dos chicoteadores
Que silencia a voz do homem que grita
Gritos inquietantes, perturbadores do réu daquela noite
Que lagrima-se ao silêncio da meia noite
És mais um inocente sendo morto pelos cafetões delinquentes
Que tira do homem ser, a sua vida, e leva-se consigo um parabéns
Porém, na próxima noite tem, mais um que gritará
Não irá ser salvo por ninguém, apenas pela inquietude
Do silêncio das cordas vocais que fará daquela noite
Uma meia noite, única para aquele réu
Mas, mais uma para os cafetões comprimem as suas missões.
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Há muitas pessoas falsas nesse mundo. Dizem coisas como amo você só para satisfazer os outros. Tudo que elas fazem é seguir o seu caminho, ficar ao seu lado e procurar algo. Simplesmente bajulando.
''Não sei como, nem quando, nem com quem, nem de que maneira; mas o que eu quero é tão certo quanto respirar...''
Como dizia Hermann Hesse, cada ser humano é responsável por seu jardim e pinta em sua mente a aquarela do que deseja ser. Quando deixamos de depender dos outros e de nos comparar a eles, descobrimos que somos donos da nossa vida.
ACEITAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO NÃO NOS OBRIGA A CONVIVER COM ELAS.
É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.
Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.
Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor.
Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.
Quer mudanças! Mude seu interior. Pois, você tem total domínio sobre ele. O exterior não. Ele é como se apresenta, apenas aceitei-o.
Se você sabe como extrair mel da sua vida, é por dois motivos: você se conhece e aprendeu a dominar as abelhas.
Na verdade fico aguniada com certas notícias. Meu coração doloroso pulsa lentamente, é como se estivesse morrendo em pé.
"A maneira de como eu pego meu carro e sigo a viagem é quem vai dizer quem eu sou."
Autor: Thiago Vieira Ramos
Nascido em 1994 em Penedo/AL
atualmente mora em Neópolis/SE
Escrito no dia 18/08/17
"Hoje"
Hoje!
Como tantos outros dias...
... eu quero a calmaria.
Eu quero um belo sorriso...
... estampado pela face.
Eu quero!
O máximo da alegria.
Hoje!
Como se fosse na infância...
... eu quero correr pelas calçadas.
Eu quero brincar...
... pular.
Eu quero gritar...
... contagiar.
Eu não quero parar.
Hoje!
Como em diversas estações...
... eu quero ser diferente.
Eu quero o cheiro da primavera.
Eu quero a luz do verão.
Eu quero as folhas de árvores do outono.
Eu quero um abraço do inverno.
Hoje eu quero enterrar...
.... tudo aquilo que foi dor.
Eu quero respirar...
... todo ar que for de amor.
Hoje eu quero que o céu...
... resplandeça a luz do véu.
Hoje!
Eu tenho motivos...
... para minha felicidade.
Pois eu conheci Jesus.
Ainda…
... na minha mocidade.
Portanto!
Hoje…
... é que eu vivo de verdade.
Admilson
“O Branco e o preto se apaixonara
E desta paixão se formou uma nova cor o “CINZA” ela não e como as outras cores essa cor significa a União do mal e do bem,a pureza e o desejo,a verdade e a mentira,o céu e o inferno.Então gosto de pensar que essa cor foi criada para representar o equilíbrio,para nos ensinar que não existe um bem sem mal e uma mal sem bem,nos disse que a vida precisa de um equilíbrio”
Estão, estamos ocupados com outros pensamentos, quais então? Como não pensar nisso? Continuarei.....
Não podemos ser pisados como se fôssemos o tapete da sala, mesmo que depois recebêssemos elogios. Sejamos o quadro central, porque temos que ser respeitado e admirado pela beleza que somos, pois quem nos pintou fez a maravilha do arco-íris, tudo que existe na terra e nos céus.
