Nosso Amor como o Canto dos Passaros
"Sim, se fosse para me rotular pode usar: bipolar.
Minha opinião ás vezes muda como o clima, mas essas variações são somente de coisas inúteis é tipo um mal necessário na mente ter a tecla delete."
OBSERVO-TE COMO GOSTO
Velas por mim nas horas amargas de dor
Adoçando os meus dias das tempestades
Das lágrimas ficamos no silêncio tão nosso
Oiço a tua voz rouca que murmura ao ouvido
No toque das memórias da minha pele na tua
Que o tempo nunca conseguirá sequer apagar
De tantas primaveras que já nos enriqueceram
No teu rosto o brilho dos teus olhos nos meus
Temperamos a nossas bocas de frutos exóticos
Onde pernoitas com a tua mão nos meus cabelos
Como eu gosto de observar-te enquanto dormes
Os meus olhos ficam embriagados de tanto amor
As minhas mãos percorreram o teu corpo a tua pele
Enquanto dormes, o meu coração voa ao teu redor
- E quando partes, deixas bocadinhos de ti em mim.
Valorize as oportunidades que a vida te da,
oportunidades são únicas assim como os
acontecimentos que vem depois
que agarramos elas!
#phaelandrade
Muitas pessoas são como fantasmas
em nossas vidas,
só aparecem em meio a escuridão.
Pessoas vazias e totalmente sem noção
do valor real da vida,
não sabem sentir compaixão.
Já está tão difícil viver
e pessoas para nos levantar
está quase em extinção.
Quero um mundo mais verdadeiro
e com pessoas menos
prisioneiras de tanta confusão.
Sou como um livro. Alguns me julgam pela capa, mas tem preguiça de conhecer o conteúdo. Outros leem o primeiro capítulo imaginando que me conhecerão completamente. Há aqueles que leem o livro todo e não conseguem me decifrar. E somente irá me desvendar, quem ler sabiamente, porque faço parte das entrelinhas.
Passagem
Como água de rio não é a mesma quando encontra o mar
Acredito ser hoje uma pessoa diferente... Mudo
Muita coisa aprendi, muita coisa passou sem eu olhar
Mas me falta a noção de dimensão... Tudo
Encerro hoje um ciclo, uma trilogia
Fechando uma fase, uma mudança falida
Uma etapa criada com suor e alegria
Em busca de algo. Vida? Sobrevida
Como quem termina um conto surreal... Incrível
Onde os personagens não devam ser esquecidos
E o protagonista que se julga infalível
Tenta achar respostas de eventos esvaídos
Não quero desvendar o inexplicável... lamentável
Talvez um novo eu completo... Afável
Em terreno nunca antes conquistado...
Crescendo rumo ao novo... Repaginado
Encerro-me aqui, ante ti... surpresa
Toda felicidade, sucesso... certeza
Parabéns, e até algum dia... sorridente
Na nossa hora da verdade... em frente
" Do que adianta saber como lidar com seus defeitos, sabendo que você não tem nem capacidade de acolher minhas qualidades.."
Às vezes, a saudade é como um refluxo: ela começa no estômago e sobe queimando tudo, ferindo a garganta que resiste.
O sol se põe,
para que a lua possa brilhar.
Assim como a noite adormece,
para que um novo dia possa acordar,
Pensamento;
Ainda não sei como aconteceu!
Ainda to tentando entender,
Você surgiu do nada,
Você veio do nada,
Como sempre lindo!
E se foi como o vento...
Como dói meu coração,
E do nada fiquei...
INDELICADEZA
Como são indelicadas
as pessoas infelizes e amargas
que rabiscam ou até pintam
o Sol de outras
com a cor cinza da indiferença!
Como são indelicadas
as palavras ditas
por pessoas esquisitas
que não sabem que a gentileza
é um presente bem valioso!
Como são indelicados
os gestos bruscos
de pessoas que procuram no escuro
uma saída ou uma chance
de mostra-se melhor que os outros!
Como são indelicados
os olhares julgadores
que brincam ou nem se importam
com o tamanho das dores
daqueles que vivem a espalhar alegria!
Ah! Quanta indelicadeza nesse mundo, onde a gentileza está perdendo o seu papel principal!
(Patrícia Ximenes)
"A consciência é como uma luz que acendemos na penumbra,
só percebemos que estava escuro depois que estamos no claro"
"Sei lá..."
Sei lá... era como se o mundo tivesse parado naquele instante.
"Você, a mala, a chuva, o táxi. Um conjunto perurbador de uma realidade concreta.
Quantas vezes dissemos a nós mesmos que isto nunca aconteceria! Fomos tolos ao acreditar? Ou somos tolos por nada fazer, diante da cena quase novelística?
Sei lá...
Só sei que já sinto a dor da sua partida.
As cores do céu se fecham e, parece, nunca serão as mesmas. Um cheiro de cinza se aproxima.
Você vai, e leva meus coloridos sóis; meus doces sorrisos; minha vontade de pintar o quarto com tons de vida.
Você vai... e, sei lá, tudo fica: vazio, solitário e sem graça.
Sei lá... eu deveria ter feito algo. O táxi já deu partida.
Fica para... sei lá... uma próxima vida". Lavínia Lins
A Criança da Minha Criancice
Você é como um suspiro;
Sua presença afasta os meus medos;
Mesmo quando em face de um momento assustador;
A sua voz vem de encontro aos meus anseios.
A sua voz é como a de uma criança;
Traz de volta a pureza do mundo ao redor;
Ao ouvi-la retomo a esperança;
De que com você o meu mundo possa ser melhor.
O seu olhar é sublime, penetrante;
Mostra ao dia uma razão pra amanhecer;
O momento que nosso olhar se cruza, é cortante;
É um instante de paz, êxtase e prazer.
Esses seus cabelos, como corredeiras de rios;
Caem em linha, negros como a noite;
O seu perfume e a sua presença causam arrepios;
A sua pele traz paz, que livra os meus ombros da dor do açoite.
Confiança é um ato de doação.
Não tem como exigi-la de alguém.
E isso se dá pela vivência daquilo que temos de mais profundo:NOSSOS VALORES.
Palavras Deferidas
A irresolução como dúvida filosófica ou como empecilho para ação?
Haverá um tempo para realocar as palavras deferidas? Ou elas acumular-se-ão indeléveis em nossas gargantas medrosas, ressequidas.
Será que algumas dessas palavras, quando ditas, esmorecem o vínculo com o incômodo silêncio, e permitem que outras saiam? Dando um maior espaço ao alívio, que é poder respirar. Ou será que elas pesam e caem no peito?
Amassando os átrios e ventrículos, sendo inoculadas centenas, milhares de vezes, acompanhando cada pulsar vacilante.
Ou ainda, as palavras se erguem, encontram uma intrincada estrutura, vasta, imprevisível. Alojam-se nos meandros do pensamento, onde têm espaço pra proliferar, derivar a si mesmas em pequenas cópias.
E dar oportunidade para que lhes neguem novamente a voz.
E para que ela seja ouvida!
