Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Se chegar o dia em que eu não estiver mais aqui, guarde estas palavras como a minha última declaração de amor. Você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Ao seu lado, eu não apenas vivi; eu descobri um mundo inteiramente novo.O seu sorriso sempre será como o primeiro raio de sol da manhã, afastando todas as minhas tristezas. Ainda sinto a suavidade da sua pele e o gosto doce do seu beijo. A sua voz me acalma como o som das ondas do mar.Obrigado por ter sido o meu porto seguro. Se eu partir, levo comigo a paz de ter amado você e deixo a minha eterna gratidão por cada segundo que compartilhamos.

É estranho como a vida, que deveria ser vivida, pode se transformar em uma sequência de expectativas; até que o peso de corresponder a todas elas vai apagando, pouco a pouco, a vontade que um dia tivemos de apenas viver.

Então, antes de perguntar:

“Como posso mudar o mundo?”

Pergunte a si mesmo:

“O que estou cultivando dentro de mim todos os dias?”

Sinto saudade de um passado que já não consigo lembrar direito; é como sentir falta de uma casa que talvez nem exista mais, mas cuja ausência ainda mora em mim. Não lembro dos detalhes, das vozes ou dos dias que ficaram para trás, mas existe uma parte de mim que, mesmo sem saber exatamente para onde, ainda deseja voltar.

Há dias em que a saudade do passado aperta o peito como se quisesse me arrancar do presente; e tudo o que eu mais desejo é voltar para algum lugar no tempo em que eu ainda era verdadeiramente feliz, quando sorrir parecia natural e a vida não pesava tanto sobre os meus ombros.

Busque-me, discípulo
acha-me naquela estação
entre inverno e verão


Ama-me como uma noiva
recém casada; aonde foi
o teu amor?


Enxerga-me outra vez, como
pôde se esquecer? Com os
teus olhos, jamais irá me ver.


Enxerga-me, pois, de olhos fechados.
Procura-me ver, com o teu coração
e me verás novamente, sentirás outra
vez.


Em sua nudez eu não aponto para a tua vergonha exposta, mas cubro-a com novas vestes, vestesde linho branco. Duvide de reis, questione governos, não acredite em tudo que se ouve


Mas como podes duvidar do meu perdão? Como podes questionar meu amor? Como pôde, se esquecer da cruz que tornou do órfão, mais uma vez, filho?


Permita-me cativar-te, não te escondas de mim.


Revele-se, confesse... pois sou o amor restaurador, e desde que encontrou meus pés, esse meu amor


Te encontrou.

Talvez você esteja lendo isso agora e rindo com seus amigos sobre como eu implorei para você ficar. Talvez você use essa sinceridade que finge ter, mas que nós dois sabemos que não é real.Eu escrevo apenas para te dizer uma coisa: continue vivendo na sua ilusão.É impressionante como é fácil para você agir como se eu não existisse e como se nada disso te afetasse. Você se esconde atrás de aparências e finge que está tudo bem, enquanto eu preciso lidar sozinho com o estrago que você causou. Sei que ignorar a realidade é muito mais confortável para você.Você pode fazer piada com o meu sofrimento e transformar a nossa história em conversa de bar. Pode tentar convencer as pessoas e a si mesma de que fez a coisa certa. Mas, no fundo, existe uma verdade que você nunca vai conseguir apagar: você não faz a menor ideia do quanto eu precisei de você.Siga a sua vida fingindo ser a vítima ou a heroína dessa história. Eu vou ficar aqui encarando a realidade e superando o que você me fez passar, enquanto você finge não carregar nenhuma culpa pelo que deixou para trás.Aproveite a sua consciência limpa enquanto ela durar. O choque de realidade, quando vier, vai ser muito mais doloroso do que o seu fingimento.Com a indignação de quem não esqueceu o que você fez,(Aquele que você deixou para trás)

Fazer escolhas é como comprar kinder ovo, vem sempre com surpresa dentro.

⁠Para entender porque sua vida não funciona você precisa entender como você funciona.

⁠Realidade é vazia de significado, assim como espelho é vazio de imagem.

⁠Resolver um problema atuando sobre o problema é como curar febre atuando sobre o termômetro.

⁠Ver o que é como o que é retira do que é o que nunca esteve nele, o significado.

⁠Viver bem não é sem mal, é lidar bem como o mal.

⁠Ao invés de lutar contra o medo e perder,use o medo como material de estudoe ganhe autoconhecimento.

⁠Não tem como fugir da escola, porque você é a escola. Não tem como matar aula, porque viver é a aula.

44
Hoje faço 44 anos.
Lá fora, a chuva bate no vidro como quem tenta entrar.
O vento passa forte, assobiando entre as frestas, e por alguns segundos parece ser a única coisa fazendo companhia.
Estou aqui, olhando pela janela.
Os pés frios.
O quarto escuro.
O céu sem cor.
E dentro de mim, coisas que também não encontraram luz.
Conversas que ficaram pela metade.
Palavras que não chegaram.
Respostas que talvez nunca venham.
Pessoas que estão longe mesmo quando deveriam estar perto.
E caminhos que, por enquanto, parecem não levar a lugar algum.
Engraçado… aniversário deveria ser um dia cheio de presença.
Mas hoje o que mais consigo perceber são as ausências.
Ausência de algumas pessoas.
De alguns abraços.
De algumas certezas.
De algumas versões de mim que ficaram perdidas em algum lugar desses 44 anos.
Hoje não quero festa.
Não quero fingir que está tudo bem.
Não quero transformar tristeza em gratidão só porque o calendário diz que eu deveria estar feliz.
Hoje eu só quero permitir que este dia seja o que ele é.
Cinza.
Frio.
Silencioso.
Talvez a chuva lá fora esteja apenas acontecendo.
Mas daqui de dentro parece que ela entende.
E enquanto o vento bate contra a janela, penso em quantas tempestades uma pessoa atravessa sem que ninguém perceba.
Hoje são 44 anos.
Quarenta e quatro anos de histórias que deram certo e outras que ainda doem quando lembro.
De encontros e despedidas.
De sonhos realizados e outros que ficaram pelo caminho.
De pessoas que chegaram, pessoas que partiram e pessoas que, de alguma forma, ficaram inacabadas dentro de mim.
Talvez envelhecer seja também isso:
carregar um pouco de tudo aquilo que não conseguimos resolver.
E hoje, no meu aniversário, não tenho nenhuma grande conclusão.
Só esta janela.
A chuva.
O vento.
O frio nos pés.
Algumas coisas sem resposta.
E uma estranha sensação de estar comemorando mais um ano de vida justamente em um dos dias em que a vida parece mais silenciosa.
Hoje faço 44.
E talvez ninguém consiga perceber pela fotografia,
mas naquele quarto escuro existe alguém tentando, em silêncio, encontrar um pouco de calor no meio de um dia completamente frio.

Se precisar desabafar mais sobre o que está acontecendo ou quiser conversar sobre como se proteger dessas situações, estou aqui para ouvir.

O erro de distorcer o significado da liberdade serve apenas como escudo para mentes distorcidas cometerem absurdos e prejudicarem quem está lutando honestamente.

“Toda sociedade revela sua concepção de justiça pelo modo como protege a vida de quem não possui poder para protegê-la sozinho.”

Biografia: JOSÉ María FERNANDEZ COLAVIDA.
Por sua meritória atuação é conhecido como o "Kardec" espanhol.

PIONEIRO DO ESPIRITISMO ESPANHOL.

Nasceu em Tortosa, província de Tarragona, em 19 de março de 1819. Lutou nas guerras carlistas, nome que se deu a três guerras civis que tiveram lugar na Espanha, entre 1833 e 1876, e nas quais distinguiu-se por sua valentia e humanitarismo, alcançando a patente de Coronel. Em conseqüência de tais conflitos, emigrou para a França, onde estudou e aprendeu, com perfeição, o idioma desse país.

Ao regressar a Barcelona, contrai núpcias com Ana Campos, jovem dotada de surpreendentes faculdades mediúnicas. Conhece a Doutrina Espírita em 1860, lendo em sua versão original francesa, Le Livre des Esprits que lhe ofertou o capitão da marinha mercante, Ramón Lagier y Pomares.

Previamente havia conhecido e praticado o magnetismo, guiando-se pelos ensinamentos de Du Potet e outros magnetizadores franceses. A impressão que lhe causou a leitura de O Livro dos Espíritos, do Mestre Allan Kardec, peça fundamental do pensamento espírita, foi muito grande e, de imediato, começou sua tradução para o espanhol, que viria à luz pública em 1861. Assim, então, tem Colavida a honra e o mérito de ser o primeiro tradutor das obras de Kardec em idioma espanhol.

Em 1869 fundou a Revista de Estudos Psicológicos, da qual foi seu diretor e redator durante 20 anos. Criou a "Sociedade Barcelonesa propagadora del Espiritismo" e estabeleceu na capital de Cataluña, a primeira Livraria Espírita. Dirigiu o Grupo Espírita "La Paz" .

Foi designado Presidente de Honra do "Primeiro Congresso Internacional Espírita", celebrado em Barcelona, em setembro de 1888.

Têm sido altamente reconhecidos e valorizados seus estudos e práticas nos campos de hipnotismo e magnetismo. Realizou experimentos com a regressão mental, apresentando uma metodologia rigorosamente científica, de grande utilidade com evidência favorável à reencarnação, antecedendo os conhecidos trabalhos de Albert de Rochas,na França.

Por sua meritória atuação conhecem-no como o "Kardec" espanhol. Desencarnou em Barcelona, em 11 de dezembro de 1888.



Os Espíritas da Espanha e América custearam seu mausoléu no Cemitério de Montjuic, colocando, ali, uma significativa lápide de 1,80m de altura por 0,80m de largura, na qual se lê a seguinte inscrição:



*Nascer, morrer, voltar a nascer
e progredir sempre
tal é a lei.
Allan Kardec.

* Obs. NOSSA: Aguardamos a confirmação sobre o verdadeiro autor dessa sublime frase,pois que em várias obras biográficas sobre Allan Kardec variam sobre o autor, exemplo: A Trio Bibliografia elaborada muito bem à sua época por Zêus Wantuil e Francisco Thiensen.

Nem a existência, nem o trabalho,
nem a dor, concluem onde começa um sepulcro.
Marietta.

Aqui jaz o envoltório corporal de um homem honrado que em sua última encarnação terrena foi JOSE MARÍA FERNANDEZ COLAVIDA.
1819 - 1888.
Primeiro tradutor e editor das obras de Kardec e fundador da Revista de
Estudios Psicológicos de Barcelona, e a cuja memória os Espíritas da Espanha e América dedicam este testemunho de
apreço e gratidão.

OUTRAS OBRAS.

_RUMO A DEUS PELO AMOR E CIÊNCIA.
_Imortalidade da alma.
_Comunicação espiritual.
_Progresso indefinido
_Pluralidade de mundos habitados.

_Em Espírito sua Obra do ano 1870.
*O INFERNO ou A BARQUEIRA DO JÚCAR.
Médium: Áquino.

Primorosa novela mediúnica,recebida em Barcelona, Espanha. ''A barqueira do Júcar'' é uma jovem que, mantendo a pureza de sua alma, entre inimigos conluiados para perdê-la, serve de instrumento à ação do Espírito do próprio pai, empenhado em defender e subtraí-la, às garras da mais abjeta materialidade de criaturas inclinadas ao mal. Urdindo um enredo de intensa dramaticidade, os episódios se entrelaçam de forma tão surpreendente que o leitor não pode imaginar qual será o desfecho. Revela-se notável obra de educação moral e projeta luzes esclarecedoras sobre as consequências espirituais de nossas ações na Terra.