Nosso Amor como o Canto dos Passaros
É assustador ver como o mundo digital guarda a nossa felicidade em alta definição, intacta, enquanto na vida real tudo já virou poeira.
O mundo lá fora tá girando no volume máximo. E é engraçado como a gente pode estar no meio de um turbilhão de pessoas e, mesmo assim, se sentir num deserto absoluto.
Uma arma velha, quebrada e esquecida
Jaz no chão, como um cadáver da memória
Seu metal enferrujado, seu coração de pólvora
Um dia foi forte, agora é apenas um peso morto
Seu cano está quebrado, sua alma está perdida
Ninguém a usa, ninguém a quer
Ela sonha com o passado, com os tiros que deu
Mas agora é apenas um objeto, um peso vazio e inútil
Ela lembra dos gatilhos puxados, dos sons de guerra
Dos gritos, das lágrimas, das vidas ceifadas
Agora, apenas um silêncio ensurdecedor
Um lembrete de que a violência é estéril, e a morte é vã
Ela espera pelo fim, pelo descarte final
Para ser derretida, transformada em algo novo
Mas até lá, ela jaz aqui, quebrada e sozinha
Um símbolo da destruição, da dor e da morte. 😔
Assim como a maré açoita as rochas a saudade molesta meu coração e mesmo que ele seja feito de pedra a insistência da água acaba sendo um suplício nesse dissabor de viver sem você.
Me sinto quebrada,como uma cana passada no moinho, que ficou só o bagaço. Falarei da minha dor desta dor doida que faz parte de mim. Passamos por sofrimento que nos deixa marcas profundas e nos sentimos num abismo que ninguém conseguiria nos puxar para fora. Me sinto esquecida por Deus este mesmo Deus que amei deste que me foi apresentado. As vezes me pergunto será que ele existe mesmo ou é somente uma história contada pra nós fazer acreditar que ainda a esperança. Estou feito caco dentro de mim algo se secou. Me sinto oca somente ficou em mim esta dor ,dor doida
CORAGEM NÃO É CHEGAR SEM MEDO
“Eu nunca quis ser lembrado como alguém que não teve medo. Só quero que, quando tudo terminar, possam dizer que o medo não decidiu por mim.”
— Dorian, personagem de Ender: Genesis Protocol
Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
A solidão digital começa quando a quantidade de conexões passa a ser usada como prova da existência de vínculos.
Nunca fale para, absolutamente, ninguém até que a coisa dê certo, a mente associa como já conquistado o falado.
O homem egoíco amará ardentemente a mulher que o rejeitar. Como este é caçador, queimará de amor a medida que ela pouco caso fizer dele,
A desigualdade não deve ser vista com a igualdade reducionista mínima a todos e sim como disparidade de impostos e aumento no custo de vida; mentira travestida de democracia.
Pontos principais de Eclesiastes 4:5-6:
O Risco da Preguiça (v. 5): A ociosidade é vista como uma forma de autodestruição, onde a falta de esforço leva à ruína.
O Valor do Equilíbrio (v. 6): Sugere que viver com menos, porém com tranquilidade e paz de espírito, é superior a acumular riquezas através de trabalho exaustivo e "correr atrás do vento" (futilidade).
Crítica à Competição: O contexto anterior (4:4) aponta que muito esforço nasce da inveja e da competição, resultando em insatisfação.
O texto aconselha moderação, valorizando o descanso e o contentamento em detrimento da ganância e da aflição de espírito, contrapondo o preguiçoso ao trabalhador obcecado. Texto do Google.
A mulher que buscar a dureza no homem como valor será reduzida a nada. Frieza não traz felicidade, parceria e cuidado.
A matrix tenta qualificar o autismo como uma doença mas não é, e sim uma supercapacidade atemporal de atenção, foco e velocidade. A inicio quase sempre todo portador desta capacidade, silencia se por que está de certa forma aprendendo consigo mesmo, a acalmar a mente no complexo processo de ir e vir, múltiplas vezes. Pois só depois deste aprendizado interior, cada um conseguirá dar saltos quânticos celebrais e voltar, sem perder a própria identidade afetiva e emocional, tão importante a eles, dos diferentes encorajadores ao seu redor.
Desde o começo, nunca consegui ver a arte em simplicidade como um mero comercio estético, de ter, ver, fazer, comprar e vender. Sempre vi a arte com incontáveis complexidades, tais como uma plataforma, ferramenta, meio e caminho de expansão dos diversos estados de consciência, exercício de dialogo sensorial, linguagens simbólicas coloridas não verbais e códigos milenares de aprendizado, inclusão, questionamentos e aperfeiçoamentos vibracionais, espirituais e "etéricos" perante todos, tudo e a todos multiversos.
Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.
Existe o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), tanto em meninos como em meninas. No entanto o numero de casos entre meninos é considerado oito vezes maior do que em meninas. Isto ocorre, não por alguma razão neurobiológica mas sim, por uma questão adaptativa e camuflada, que a menina desde cedo consegue suprimir suas verdadeiras emoções. O que acarreta, que nas maiorias das vezes, passa despercebido dentro das mares fisiológicas, inerentes da natural feminilidade humana.
Não estamos diante de novos transtornos infantis mentais como Esquizofrenia, Autismo, Borderline, Savant, Psicose, como muitos imaginam e ate inadvertidamente comentam. Na verdade, tudo sempre existiu, só que os indivíduos menores não eram notados, devemos lembrar que fora do circulo aristocrático familiar, as crianças de um modo geral do século XIX e anteriores, eram consideradas um estorvo social um grupo de sub gente que só davam problemas e trabalhos. A própria historia universal da pediatria, nos diz que consolidou-se como especialidade no final do século XIX, originada da necessidade de reduzir a alta mortalidade infantil e tratar crianças não mais como "pequenos adultos". Sendo assim popularizou-se por volta de 1880.
