Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Como os anos passam depressa! Que fizeste durante esse tempo? Chegaste realmente a viver ou não? Que frio faz neste mundo, basta que passem mais uns anos para que chegue a espantosa solidão, a trémula velhice que traz consigo a tristeza e a dor. O teu mundo fantástico há de perder então as suas cores, murcharão e morrerão os teus sonhos, e como as folhas amarelas que tombam das árvores, também eles se desprenderão de ti.
Como posso me sentir triste enquanto isso existir, pensei, esta luz e este céu sem nuvens, e enquanto eu puder desfrutar essas coisas? O melhor remédio para os amedrontados, solitários ou infelizes é sair, ir a um local em que possam ficar a sós, com o céu, a natureza e Deus. Só então você pode sentir que tudo é como deveria ser, e que Deus deseja a felicidade das pessoas em meio à beleza e à simplicidade da natureza. Enquanto isso existir – e deve existir para sempre –, sei que haverá consolo para a tristeza, em qualquer circunstância. Acredito firmemente que a natureza pode trazer consolo a todos que sofrem.
Como dizia o Filósofo Piton, que teve como discípulo nada mais, nada menos que Karl Marx. Tudo na vida depende do quanto você quer comer alguém você trabalha, para comer alguém, você estuda, para comer alguém...
Eu sou tímida, e por ser assim, me julgam como metida porque não costumo cumprimentar qualquer um sorrindo… é o meu jeito. Obrigada àqueles que ao menos quiseram me conhecer, pois todos os outros, ficaram de fora.
Assim como o homem carrega o peso do próprio corpo sem o sentir, mas sente o de qualquer outro corpo que quer mover, também não nota os próprios defeitos e vícios, mas só os dos outros.
Viver para os outros é não somente a lei do dever como da felicidade.
Como a mente é fraca quando quer esquecer. Talvez você não tenha esquecido. Talvez esteja mentindo. É uma mentira que você conta para todo mundo ou talvez uma mentira que conta para si mesmo?
Eu acho que essa é apenas uma música boba sobre você
E sobre como eu perdi você
E os seus olhos castanhos
Amigos... como defini-los… amigos, não sei o que falar.
Bons, sinceros, vilões, falsos, irmãos… Muitos amigos estão do seu lado.
Muitos amigos falam de você pelas costas.
Muitos amigos que você nem percebe que são amigos, são quase irmãos.
Muitos amigos que você acha que são irmãos não são nem colegas. Falsidade?
Todo mundo já nasce com esse "dom",
mas a amizade verdadeira, que é o "mal" que domina a
falsidade… e "corrói" o coração transbordando felicidade
e alegria, em saber que a amizade verdadeira sempre será
seu forte, sua base, seu refúgio. Amigos, o que dizer
deles? Nada. Temos que observar seus atos, suas atitudes,
seu modo de pensar sobre o mundo. Pois palavras não dizem
nada, mas atos destroem a maior fortaleza num piscar de
olhos. Amigos? Não quero que me deem conselhos… ou
me falem frases… quero que estejam do meu lado quando
necessário, às vezes um silêncio vale mais que uma
palavra, uma simples frase. E frases são difíceis de
gravar, as atitudes… ficam gravadas na memória, sejam
elas boas ou ruins.
Coração de um sonhador é como a fênix. Mesmo depois de ser completamente destruído, sempre renasce das cinzas.
Ela tem muita dúvida como todos têm. Mas nem todos sabem a beleza de saber lidar com a tristeza. Ela sabe. Ela ouve a música que seu coração pede e modela seu ritmo ao seu estado de espírito. Ela dança a coreografia de seus sentimentos, e todos podem ver. (…) Ela é mais que um sorriso tímido de canto de boca, dos que você sabe que ela soube o que você quis dizer. Ela fala com o coração e sabe que o amor, não é qualquer um que consegue ter. Ela é a sensibilidade de alguém que não entende o que veio fazer nessa vida, mas vive.
Nota: Trecho de um texto de Mika Pedrosa.
Procurar um significado é suicídio filosófico. Como alguém faz qualquer coisa quando entende a natureza fugaz da existência?
Ir embora é como debulhar o quebra-cabeça da vida. Os pedaços do que somos vão ficando no caminho. Os pedaços do caminho vão nos tornando.
Assumir a nossa história pode ser difícil, mas não tão difícil como passarmos nossas vidas fugindo dela. Abraçar nossas vulnerabilidades é arriscado, mas não tão perigoso quanto desistir do amor e da pertença e da alegria - as experiências que nos tornam mais vulneráveis. Só quando formos corajosos o suficiente para explorar a escuridão vamos descobrir o poder infinito da nossa luz.
