Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Um amigo meu me perguntou:
“Quanto tempo vale a nossa vida?”
E eu só penso nisso como se fosse uma aula de matemática básica. Simples e básico: a soma de números pra chegar a algum resultado. Nada mais e nada menos, somente matemática básica.
Vamos ser sinceros: quanto você pensa que a sua vida vai ser boa porque adquiriu itens? Então você acha que vale a pena trocar seu tempo de vida — que é o que você tem de mais precioso — por um punhado de dinheiro, pra assim comprar algo e usufruir disso?
Negativo. Sua vida seria nada mais que uma troca do seu tempo por algo que vai acabar ou, muitas vezes, nem vai durar pra sempre.
“Ah, mas aí compramos outro.”
E a sua vida? Como vai comprar outra?
Mas eu falei isso tudo pra chegar numa conclusão simples: se você acha que pode comprar outra vida e acredita nisso, sinto muito… você já se vendeu, só não sabe ainda.
Sua vida não tem preço, por isso não pode comprar outra. Somente quando entender isso vai saber que ela é única e jamais terá outra.
Então pare de se vender por itens baratos. Crie laços, coisas que não precisam de dinheiro. Construa algo em que nem mesmo seu tempo seja gasto à toa.
Enfim, isso é o que eu creio. Por isso eu sou um pobre lascado hahaha.
Você, amorzinho.
Eu te amo, você pra mim é como um banho depois de um dia cansativo.
Você é como olhar pro céu a noite, a noite calma com o vento gelado e tranquilo.
Como ficar debaixo de uma cachoeira, apenas sentindo o cair da água.
Tudo bem, Tudo bem, essa ultima não foi tão romântica.
O que eu quero dizer é que: Eu te amo, meu docinho de coco.
Palavras nem fazem mais sentido, pelo menos não quando se trata do meu amor por ti.
Eu poderia escrever sobre como pinguins são toscos, e eles realmente são.
Ou como os tubaroes são injustiçados, e muitas outras coisas.
Poderia escrever, e escrever, e escrever, porém chegaria a mesma frase do começo.
Eu te amo, eu te amo desse tantão aqui o ∞(infinito)
A bíblia é o manual de instruções mais contraditório já escrito, e ainda assim o tratam como se fosse ciência de foguete.
Se tivesse fé, eu diria que adorar humanos como Jesus, Maomé ou Buda é negar a divindade que habita em mim, aquela que só posso descobrir dentro de meu próprio ser.
O mundo seria tão chato sem religiões! Se ninguém acreditasse em superstições ridículas, como eu ia me divertir zombando? O verdadeiro problema, claro, é que essas ideias tolas são usadas para governar o "estado" e moldar as leis, transformando um circo de bobagens em um império de poder.
Se não existe bem sem o mal, então o diabo, com sua maldade, também emana bondade, como exemplo do que não fazer. Louvemos, então, a bondade que vem do mal.
Cristãos em geral se mostram soberbos, sentem-se muito superiores a todos, rotulam-se como "salvos" e chamam os outros de "condenados".
Amo a religião como narrativa mitológica: engraçada, caótica e impactante. Pena que ainda sirva como instrumento de poder e opressão.
Muitos veem o fim como destruição; o humanista vê um convite para viver cada instante como uma criação.
O humanista não nega a morte, ele a usa como motivo para intensificar tudo que faz sentido enquanto vive.
O ateísmo devora deuses como um lobo faminto rasga carne podre, deixando apenas ossos para os tolos que ainda uivam preces vazias.
Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.
Liberdade explode correntes invisíveis como dinamite em minas abandonadas, libertando mentes que sufocavam no ar viciado da obediência cega.
Escrita jorra como sangue de feridas abertas, curando o escritor enquanto infecta leitores com verdades que queimam como ácido na pele.
O tempo devora momentos como um predador insaciável, deixando esqueletos de memórias que rangem nos ventos do esquecimento eterno.
