Nosso Amor como o Canto dos Passaros
“O silêncio não começa como paz;
começa como o lugar onde a alma
para de mentir para si.”
E talvez seja aí
que a reconstrução comece:
não no vazio calmo,
mas no caos lúcido
de quem finalmente aceita
morrer por dentro
para se construir de novo.
Ontem eu te vi, e o mundo pareceu parar só para me machucar. Você estava linda como sempre, e isso doeu mais do que se estivesse diferente, porque a mesma beleza que um dia foi minha hoje só me lembra tudo o que perdi. Queria poder te dizer como foi bom te ver, mas a verdade é que foi cruel, foi como abrir uma ferida que eu fingia estar fechando. Em um instante, tudo voltou com força, cada vez que me chamou de amor, quando dizia que eu era a melhor parte da sua vida, quando me olhava nos olhos e fazia promessas que agora não pertencem mais a mim. Tudo isso ficou preso na lembrança, condenado à história que tivemos, enquanto eu fiquei aqui, sozinho no presente, tentando aprender a respirar sem você. Ver-te de longe é uma tortura silenciosa; é saber que estou tão perto e, ao mesmo tempo, infinitamente distante. Meu peito aperta, a garganta fecha, cada passo que não posso dar na sua direção. Hoje só me resta engolir o choro e aceitar, com a alma em ruínas, que já não sou mais o seu amor, sou apenas alguém que ainda sangra por tudo aquilo que um dia chamou de nós.
Como suportar a dor quando ela não dá trégua? Como continuar respirando sabendo que esse aperto no peito sufoca, que essa falta de ar parece esmagar por dentro e que essa solidão não vai simplesmente desaparecer com o amanhecer? Como aceitar que precisamos continuar existindo, arrastando os dias, quando viver de verdade já não parece possível? É como estar de pé por fora e em ruínas por dentro, como sobreviver em silêncio enquanto nossa alma grita por socorro e ninguém consegue ouvir ou perceber.
Quando sonhamos, não estamos apenas imaginando, estamos alimentando a alma com esperança, é como se uma chama se acendesse dentro de nós, dando força para continuar, mesmo quando tudo parece difícil demais, ainda que o sonho seja grandioso, quase impossível de alcançar, é ele que nos levanta quando pensamos em desistir. O sonho nos empurra para frente, nos obriga a lutar, a insistir, a viver com propósito. Ele nos ensina que recomeçar não é fracassar, mas ter coragem de tentar outra vez. Porque a verdadeira beleza de sonhar está nisso, um dia olhar para trás, depois de tantas quedas e batalhas, e perceber que cada esforço, cada lágrima e cada recomeço realmente valeram a pena.
Amar-se… como é dolorosamente difícil aceitar quem somos, viver nossos sonhos e muitas vezes, até ter coragem de sonhar é estranho como conseguimos enxergar com tanta nitidez as imperfeições em nós mesmos, como ampliamos nossos defeitos, como deixamos que eles nos desanimem e nos corroam por dentro, em silêncio, ferindo a nossa própria alma, travamos batalhas internas que ninguém vê, cobramos de nós uma perfeição impossível, nos comparando, nos diminuindo, esquecendo das nossas qualidades, das nossas lutas vencidas, da força que carregamos e sem perceber, vamos nos afastando de quem realmente somos, mas precisamos nos amar, precisamos nos aceitar com nossas luzes e sombras, entender nossa história, respeitar nossos processos e só assim conseguiremos viver de forma plena, sendo verdadeiramente quem somos, algumas coisas podemos, sim, mudar e melhorar e isso faz parte do crescimento, mas a nossa essência, aquilo que nos torna únicos, deve sempre permanecer intacta e fiel ao nosso coração.
Como suportar... como compreender... como continuar vivendo quando a própria alma parece cansada de existir? Tudo o que eu queria era entender o porquê de sentir uma dor tão profunda, tão fria, tão cruel, uma dor que não grita, mas corrói por dentro, que não sangra por fora, mas dilacera em silêncio, uma desesperança pesada, sufocante, como se o mundo estivesse lentamente se afastando de nós, como se tudo aquilo que um dia foi abrigo estivesse, agora, desmoronando diante dos nossos olhos, é como se uma mão fria tocasse o nosso rosto na escuridão, não para consolar, mas para nos obrigar a encarar aquilo que tentamos negar: a rejeição, o abandono, os olhares carregados de julgamento, o desprezo disfarçado de silêncio, a indiferença que fere mais do que palavras duras, aqueles que um dia chamamos de importantes, aqueles por quem estendemos as mãos, por quem lutamos, ajudamos, acolhemos… hoje nos viram as costas com uma frieza que assusta, e dói perceber que nos tornamos invisíveis para quem já foi casa, dói sentir que tudo o que fizemos parece não ter valor algum, como se fôssemos apenas mais um rosto perdido na multidão, ou talvez nem isso… talvez até um estranho, que nada sabe da nossa história, tenha mais consideração do que nós, e assim seguimos, carregando no peito o peso de uma ausência que grita, de um silêncio que machuca, tentando sobreviver a uma tristeza que parece não ter fim.
SENTIR E REVELAR
Sinto a intensidade da alma no olhar,
como a luz do luar sobre o universo;
o coração me diz para esperar,
mas sigo em teu doce brilho imerso.
Sinto a energia do peito fluir,
como estrelas em eterna claridade;
não há mais jeito de fugir,
teu olhar revela a verdade.
Há de ser eterno este sentir,
como o amor que vem do coração;
estrelas e luar parecem sorrir.
Calma... diz a voz da emoção.
E o universo começa a se abrir,
revelando o amor em nosso coração.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
REVELAR
Há de ser eterno,
como o brilho das estrelas
e a luz suave do luar.
Teus olhos vêm me falar
sobre o amor,
que, assim como o universo,
um dia há de se revelar.
Sandro Sansão
A mulher precisa ter participação ativa nas disputas políticas, seja como candidata, apoiando outra mulher ou um homem. O mais importante é que seus ideais e valores estejam alinhados com aquilo em que acredita e deseja defender para a sociedade.
Você se tornou desesperadamente necessário em minha vida, como respirar, como um vício para o qual jamais descobrirei a cura.
Desde que você se foi sinto como se o sangue tivesse deixado de correr em minhas veias, como se no lugar do coração tivesse apenas um enorme buraco projetado pela sua indiferença certeira.
A vida é como uma pedra bruta que precisa ser lapidada no decorrer de sua jornada existencial, mas pelo fato de tudo também vir a se modificar, em concordância com um ciclo que se encerra para dar início a um outro, bem mais atualizado e com grandes inovações. Mas nem sempre isso acontece com a vida, em si, como um todo, por meio do próprio livre-arbítrio, no que querer permanecer aonde esteja ou de querer ir adiante para respirar novos ares, como também, de se renovar em todos os sentidos, por meio de uma reforma íntima para que seja realizada um autorrenovação,
em prol de um progresso evolutivo, durante toda uma estada no mundo terreno.
Regis Assunção
Autoconfiança é tudo quando se quer cumprir importantes objetivos, como também, em todos os sentidos.
Regis Assunção
Você sempre receberá de mim a educação, porque isso carrego como princípio, como parte de quem sou.
Mas, se um dia a ignorância escapar de mim, não se apresse em apontar o dedo ou em me rotular.
Antes, reveja os seus atos.
Muitas vezes, a forma como tratamos alguém é devolvida como espelho, um reflexo, não uma essência.
Eu não sou a ignorância que, por impulso, posso soltar.
Sou o cuidado, o respeito, a calma que me esforço para oferecer.
Se a minha educação se desfaz em sua presença, é porque algo em você já quebrou os limites do que eu tolero.
E nesse momento, não é mais sobre mim, mas sobre o que você escolheu provocar.
Chay
Depois da despedida
Lágrimas e long neck
Candy e Paolo
Teu cheiro como tatuagem
E uma passagem só de ida
No final das contas, o seu maior superpoder é a presença. Dizer algo como: "Cara, eu não sei o que te dizer, mas eu tô aqui com você pro que der e vier".
Autoridade é como luz em um farol: não compete com outras luzes, apenas guia os que estão perdidos no mar.
