Nosso Amor como o Canto dos Passaros
“A cura não acontece apenas no corpo; acontece também no modo como a pessoa é vista, escutada e devolvida à própria dignidade.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Defender Direitos Humanos é impedir que a dor de uns seja tratada como assunto distante para outros.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A saúde perde sua alma quando trata o corpo como caso e esquece que ali existe alguém pedindo cuidado.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A consciência não é estática; ela atravessa frequências como quem atravessa portas internas entre vigília, sonho, silêncio e expansão.”
Do livro A Mente em Hertz — As Ondas do Cérebro e os Estados Alterados de Consciência, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há violências que confundem a consciência porque chegam primeiro como promessa, acolhimento e aparente proteção.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há dores que não encontram palavra e, por isso, tentam existir no corpo como ferida, exame, internação ou pedido silencioso de cuidado.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O delírio nem sempre nasce como caos; muitas vezes, ele se veste de lógica para organizar um medo impossível de suportar.”
Do livro Síndrome de Fregoli — Quando a Pessoa Acredita que Pessoas Diferentes, na Verdade, São a Mesma Pessoa com Diferentes Disfarces, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando a realidade se torna dura demais, o símbolo pode aparecer como último abrigo antes do colapso.”
Do livro Bonecos Reborn — Quando a Fantasia Assume o Lugar da Realidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Aquilo que não pode ser pensado retorna como sintoma, ataque, repetição ou corpo pedindo tradução.”
Do livro Pensar é Sofrer — A Psicanálise do Indizível em Bion: Dor, Vínculo e Nascimento do Pensamento no Silêncio da Mente, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O vício não deve ser ouvido apenas como desvio, mas como grito psíquico de um sujeito que perdeu o caminho do laço.”
Do livro Psicanálise das Toxicomanias — O Sujeito entre o Gozo, o Sintoma e a Droga, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A droga pode funcionar como objeto que não julga, não abandona e não exige, mas cobra do sujeito o preço de sua própria ausência.”
Do livro Psicanálise das Toxicomanias — O Sujeito entre o Gozo, o Sintoma e a Droga, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A psicanálise não escuta a droga como inimiga isolada; escuta a função que ela ocupa na economia da dor.”
Do livro Psicanálise das Toxicomanias — O Sujeito entre o Gozo, o Sintoma e a Droga, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Antes de educar, corrigir ou interpretar, é preciso reconhecer a criança como alguém que ainda está aprendendo a ser.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem toda memória aparece como imagem; algumas retornam como medo, tensão, silêncio, dor ou escolha repetida.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A consciência criadora começa quando o ser humano deixa de repetir a ferida como identidade e passa a nomear-se pela luz.”
Do livro EU SOU, Deus em Ação — O Despertar da Consciência Criadora, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O apagão mental não deve ser humilhado; deve ser escutado como uma mensagem da mente tentando proteger aquilo que ainda teme.”
Do livro Apagão Mental — Quando a Mente Apaga: A Amnésia que Bloqueia Sonhos e Como Superá-la, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A loucura foi muitas vezes tratada como ameaça porque a sociedade preferiu conter a dor antes de aprender a ouvi-la.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Toda sombra negada retorna como destino; toda sombra reconhecida pode tornar-se matéria de transformação.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O Self não grita como o ego; ele chama em silêncio, por sonhos, crises, símbolos e verdades que não desaparecem.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há bênçãos que não permanecem porque a alma ainda as trata como ameaça.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
