Nosso Amor como o Canto dos Passaros
►Sorria, sorria
Ressuscite-o, como sempre fizera
Deixe-o em suas lembranças, faça-o sua vela
Vela que te conforte em solidão, afinal, sem ela
Como poderia discursar dor, sofrimento e desilusão?
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Apague-me, descarte-me, mesmo que eu resista
Fale que sou louco, me abrace, alegrando minha vida
Maltrate-me, diga que sou idiota, insensível, em órbita
E então, ressuscite-o, já que a lembrança te conforta,
Que bate, dia ou outro em sua porta, nunca deixara ir embora?
Por quê? Medo de ser feliz? Nula de memórias capciosas.
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Amada minha, me diga o que tanto lhe aflita
Diga quais pedras deslizam em sua trilha florida?
Queria, junto a ti, caminhar sobre jardins de flores tulipas
Mas teu passado, amada linda, está em teu encalço
Chute-o para longe, distante, e seja livre, querida, livre.
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Em lágrimas encerro está carta em desolação
Meu coração, sereia divina, se afoga e se embebeda em solidão
Quem sabe um dia, a quem duvida, sorria para mim
Como um dia sorrira, mas que, assombrada, se encontra tristinha.
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Espero, como um cão, em sua porta, ao meio-dia
Sorria para mim, sorria, por favor, sorria
Para que minha vida encontre uma saída desta perdição tão corrosiva
Para que você ressurja linda, perfumada, cintilante à vista
Que seja divina, como fora outros dias, minha linda anja, porto minha.
Como em um conto, tudo poderia simplesmente “desacontecer” e trazer você aqui para perto outra vez.
Se enxergarmos as coisas como são, sem vieses nem esperanças ingênuas, poderemos tomar decisões corretas orientadas a melhorar a nossa qualidade de vida, ainda que às vezes nos doa ou que o caminho a seguir nos incomode. Parto da simples premissa de que amar não é sofrer, e que temos direito a ser felizes.
Não há ninguém como ela,
Ela nem sequer fala comigo por isso vou sempre de vela,
Eu sou prisioneiro, estou em conjunto com a rapariga na cela,
Mas mesmo assim ela na totalidade é bela,
Veste-se bem parece que vai para a gala,
Adoro a maneira como ela fala!
O meu amor por ela já à muito rebentou com a escala,
E tanto rebentou que tive de enterrar o resto na vala!
Mas acho que ela disso ainda não deu pala,
Mas vai perceber já que temos aulas na mesma sala!
Cada vez que eu a via, parecia que estava vendo pela primeira vez. Como se a Terra orbitasse o sol apenas para que eu pudesse vê-la de todos os ângulos.
Ainda que pareça impossível, eu escolho amar
Olho o girassol como sol da manhã
Sonhos me invadem e eu não consigo recuar
Os dias difíceis tem me dado asas
para no impossível acreditar
Ah, se eu fosse uma menina
Te ofertava essa flor
Desse pouco, quase nada
Seria o mais intenso amor
Vejo o findar do sol
que arde minha alma
Meu peito dispara
feito cometa cortando o céu
Sei que a distância nos separa
Mas eu só sei te amar
Ah, esse amor amargo
e adocicado faz meu mundo parar
Às vezes parece que estou morrendo
Noutras renascendo
ainda mais cheia de sentimentos
E o que parecia impossível
é só questão de estacionar...
Eu me perco e me encontro
na luz do seu olhar
Mergulhando me renovo
e isso é suficiente
para esperar que as flores
enfeitem meus caminhos cinzentos
E faça desse deserto
a esperança que a lua
tem ao tocar o mar
Eu toco a eternidade
cada vez que penso em ti
Eu te amo tanto
e essa poesia me inspira a te buscar
Não preciso ouvir suas palavras
Em seus olhos que encontro
toda razão para ainda esperar-te
Então querido, só para registrar
Eu sinto muito...
Entenda, eu não estou me desculpando
Te amo te amo te amo
Te amo te amo te amo
Te amo te amo te amo
Te amo te amo te amo
Te amo te amo te amo
Te amo te amo te amo
Porque amor, é tudo que tenho
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 20/01/2021 às 22:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Meio dia
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Meu coração desconhecido
É um poema sem sentido,
Dela visto e não quisto
Como um balsamo perdido.
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Menina moça mulher...
Menina que me encanta,
Moça que me atiça,
Mulher que muito amo...
.
O tempo passa
Sem tirar o devaneio
De quem ama um coração
Em meio a tanta multidão.
.
Se dela eu fosse
Um com ela eu seria,
Meia noite ou meio dia
É eu e ela todo dia.
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Edney Valentim Araújo
1994...
Meu coração e minhas mãos não podem toca-la. É como se eu gritasse em uma caverna e só ouvisse meu eco responder. Amor, amor! Aonde está você amor? Amor!
não podemos julgar a intensidade do outro só porque ela não queima como a nossa. haverá momentos que, para algumas pessoas, nossa intensidade será vista como rasa, pois não sentiremos por elas o mesmo que elas sentem por nós. da mesma forma, questionaremos algumas demonstrações de afeto apenas por serem distintas do modo que expressamos; o que não nos dá o direito de duvidar quando apenas mergulhamos diferente: hora mais fundo, hora mais cauteloso. quando o amor é apenas sobre que nademos juntos, independente da maneira que imergimos nele.
A vida nos ensina majestosamente como reinar sobre ela. Na dor, se aprender o prazer de triunfar. A arma? Você escolhe qual usar, mas cuidado você pode se machucar.
Hoje já não dormimos mais como antes
A cada ausência da presença, a saudade toma seu lugar
Cada amanhecer é meio sem graça sem nosso café e nossas risadas
Cada vez que deitamos pra dormir sentimos que algo mudou
Notamos que a presença, mesmo sem corpo, é inevitável
E onde andam nossos corpos que nunca mais abraçados estiveram?
