Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A Era dos Isentões
“Não julgueis” é o mantra dos isentões gospels (mornos de Ap 3.16) do nosso tempo. Muita gente e lideranças da igreja foram doutrinadas pelo liberalismo teológico e pela agenda progressista, que colocou uma focinheira chamada politicamente correto neles. E essa focinheira tem o objetivo de calar a todos, para não se manifestarem contra a agenda obscura praticada por essa gente. Mas a eclesiologia ensina a esses isentões modernos, como os primeiros cristãos agiam e enfrentavam a essas agendas maléficas; e não foi com o mantra do “não julgueis”.
Cristãos dos séculos I-III defenderam a fé:
Contra os judaizantes
Contra os ebionitas
Contra os montanistas
Contra os docetistas
Contra os gnósticos (atuais calvinistas).
Cristãos dos séculos IV-V defenderam a fé:
Contra os arianos
Contra o pelagianismo
Contra os maniqueus (atuais calvinistas)
Cristãos escolásticos séculos XII-XIII defenderam a fé:
Contra os averróis
Contra o avicenismo
Contra Algazel
Cristãos pré-reformadores e reformadores séculos XV-XVI defenderam a fé:
Contra a inquisição
Contra os dogmas da igreja
Contra o poder papal
Cristãos contemporâneos (isentões, mornos)
Quem sou eu para julgar?
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O nosso passado pode está marcado por erros, mas o nosso futuro permanece intacto. Se agirmos com sabedoria no presente, poderemos ter um futuro abençoado.
Quando nos movemos alinhados com o Reino de Deus, encontramos nosso propósito. Quando nos movemos alinhados com o reino dos homens, perdemos nosso destino.
Quem põe a mão no arado não deve olhar para trás, pois o nosso serviço só terminará quando Cristo voltar.
Jesus morreu pelo pecado, não o dEle, mas o nosso; somos salvos pela justiça, não a nossa, mas a dEle.
Quando nosso coração está centrado em Cristo, nem as ilusões do sucesso e nem as decepções do fracasso poderão nos derrubar.
O Casamento Judaico – Um Pequeno Resumo
Diferente do nosso, o casamento judaico passava por duas etapas:
1- O Qidushin. A mulher, depois do pagamento do dote e da assinatura do contrato de casamento (qetubá), ficava prometida em casamento, como foi no caso de Maria que estava prometida ou desposada de José. Nesta primeira etapa, que para nós seria o noivado, na cultura judaica, apesar de ainda não poder estar com o marido, ela já estava casada e seria considerada adúltera caso viesse a ser tocada por outro homem. Nem mesmo o esposo poderia tocá-la. Essa etapa era tão séria que só poderia ser desfeita mediante uma carta de divórcio.
2 - O Nissuim. Era a segunda e última parte do casamento que poderia ocorrer até depois de um ano da primeira parte citada acima. Essa era a fase em que o esposo, depois de haver preparado uma casa para a esposa, voltava da casa do seu pai para buscá-la. O encontro entre os dois, diferente da primeira vez, não era mais na casa do pai da moça. Pois ela era conduzida da casa de seu pai por uma comitiva de moças ao encontro do seu esposo que a tomava e a levava para a sua casa ou para a casa de seu pai. Era o momento da festa das bodas, quando , então, finalmente, ele poderia tomar a sua esposa e levá-la para uma tenda nupcial chamada "Chupá".
Isso o faz lembrar de alguma coisa? (Jo 14.1-3; 1°Ts 4.16-17). Maranata!
Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Não são os aplausos que recebemos dos homens, mas as vidas que são tocadas pelo nosso testemunho de Jesus que revelarão quem somos de verdade no Reino de Deus.
A oração não é um argumento com Deus para persuadi-Lo a mover as coisas do nosso jeito, mas um exercício pelo qual somos capacitados pelo Seu Espírito a nos mover do seu jeito.
Sim, o mundo precisa de Jesus, mas nosso cônjuge e nossos filhos necessitam desesperadamente de serem os primeiros a receberem nossos esforços ministeriais.
Arminianismo Brasil
Que o nosso voto jamais faça um traficante sorrir, presidiários festejarem, criminosos aplaudirem e corruptos celebrarem.
Em cada pensamento do nosso coração, em cada palavra de nossa boca, em cada obra de nossas mãos, "proclamar as virtudes dAquele que nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz".
