Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Não existe o amanha! Porque quando o amanha chegar estaremos vivendo o Hoje! Então viva Hoje como se fosse o Amanha !!!

Não te castiga assim, está tudo em paz. Nunca houve cães. É como uma cantiga de ninar nas cinzas do fim do mundo.

Mantenha sua mente tão polida e afiada como a espada samurai.

Um governo deve sair do povo como a fumaça de uma fogueira.

Gostaria de desabafar, não tem com quem fazer, nem tenho como realizar. Drogas são rotina, a obliteração de meu novo eu em projeto. Busco saídas, não vejo mais alternativas.

Nada é exatamente como parece. Nem na vida, nem nos sonhos.

Como posso partir se ainda consigo sonhar?

Canção da Saudade

Saudade, palavra doce,
Que traduz tanto amargor!
Saudade é como se fosse
Espinho cheirando a flor.

Saudade, ventura ausente,
Um bem que longe se vê,
Uma dor que o peito sente
Sem saber como e porquê.

Um desejo de estar perto,
De quem está longe de nós;
Um ai que não sei ao certo
Se é um suspiro ou uma voz.

Um sorriso de tristeza,
Um soluço de alegria,
O suplício da incerteza
Que uma esperança alivia.

Nessas três sílabas há de
Caber toda uma canção:
Bendita a dor da saudade
Que faz bem ao coração.

Um longe olhar que se lança
Numa carta ou numa flor,
Saudade – irmã da esperança,
Saudade – filha do amor.

Uma palavra tão breve,
Mas tão longa de sentir
E há tanta gente que a escreve
Sem, a saber, traduzir.

“Gosto amargo de infelizes”
Foi como a chamou Garrett;
Coração, calado, dizes
Num suspiro o que ela é.

A palavra é bem pequena,
Mas diz tanto de uma vez;
Por ela valeu a pena
Inventar-se o português.

Saudade – um suspiro, uma ânsia,
Uma vontade de ver
A quem nos vê à distância
Com os olhos do bem querer.

A saudade é calculada,
Por algarismos também:
“Distância” multiplicada
Pelo fator “Querer bem”.

A alma gela-se de tédio
Enchem-se os olhos de ardor...
Saudade – dor que é remédio,
Remédio que aumenta a dor.

Lagrimas não são argumentos como dizia Machado de Assis, mas ao ver-te partir , partiu contigo minhas palavras, a minha voz ... levaste contigo meu maior argumento : a minha razão. Tiraste de mim a cor, e me deixastes lagrimas. Tiraste de mim amor e eu fiquei só!!! Só assim eu descobri que o amor não tem argumentos, não tem razão.

Eu sou como a lua, tenho várias fases, várias formas, tenho os meus dias... em uma semana eu posso aparecer cheia de mim, já na outra eu posso nem aparecer. Se me procurar eu posso estar logo “acima” de você, porém se me procurar e não achar, é provável que eu esteja do outro lado do mundo.

Uma mulher apaixonada só reconhece como seu território um único lugar: o coração do seu homem.

Aceite as crianças da maneira como aceitamos as árvores - com gratidão, porque elas são uma bênção - mas sem expectativas ou desejos. Você não espera que as árvores mudem, você as ama como elas são.

Sou frágil, como asas de borboletas, mas tenho a coragem da águia que voa sem medo e, mesmo sem destino, nada teme.

Quero ser como uma pipa, calada e cortante.

⁠Você não pode olhar só o que vai mal. Sempre tem como dar um jeito. É só fazer uma força.
(Alegria)

Diz pra mim
Onde e como ir
O meu lugar aqui
E como estou

Eu não sei
Mais o que sou e quem
Eu vislubrava ser
Ou igualar

”(…) Eu me permito ser exatamente como sou. Eu sou uma permissão, uma concessão, uma chance. Eu sou uma tentativa, um sucesso, um fracasso, eu sou um monte de palavra desconexas que para alguns fazem todo sentido. Eu sou e sinto o que sou. (…) Eu sou concreta, embora abstrata, eu sou confusa embora saiba me explicar, eu sou sozinha quando acompanhada e acompanhada quando só. Eu sou mais reticências que ponto final. Eu sou mais aspas que travessão. Eu sou uma força frágil. Eu sou um doce amargo no final. Eu não canso de falar de mim, eu não canso de me descobrir. Eu sempre tenho algo a mais pra dizer, pra sentir, pra ser. Aqui estou eu em outro texto falando de mim, é que ultimamente eu sou meu assunto favorito.”

Faça o meu desejo
sedento de te seduzir e sentir
como as aguas de uma cachoeira
banham o leito do rio.

Não me ensine a ser egocêntrico.
Não me ensine a me comportar da forma que eu sub-julgo como errado.
Não me mostre que a alegria do mundo encontra-se dentro de mim mesmo, quando se pode aprender muito mais sobre a beleza da vida... olhando dentro dos olhos de outra pessoa.
Toda alegria que se vê, no íntimo de sua própria alma, demonstra-se ludibriada pela agonia do orgulho de não se deixar perceber o quão ruim é estar só!

O cérebro de um erudito é uma coisa terrível. É como uma loja de velharias, quase todas cobertas de pó e com o preço marcado muito acima de seu valor.”