Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Sobre um idiota acerca da vida e do amor.
Por a vida ser muito breve, pensava que viver era amar, assim era o modo de interpretar a passagem dos humanos na terra, daquele rapaz. "Não era um idiota por completo por não cultivar barbas longas e brancas", diziam muitos que o viam propagar tal sentimento . Achava certo que o propósito dos tais humanos enquanto seres mortais era a boa convivência, a compreensão, a humildade, o amor e a justiça. Não importasse qual fosse a religião, a cidade, o estado ou o país. Não importasse qual fosse o valor social de cada indivíduo na sociedade. Para ele a vida estava acima de tudo! Por isso fazia sentido a nobre causa do amor.
Sobre as fragilidades e mazelas humanas, ele acreditava ser suportável, superável, talvez fosse o amor necessário, supostamente existido para isso ou para outras inconveniências e desgraças da tal espécie . Ele acreditava que o amor fosse o sol que aquecia o frio no mundo. O sentimento que dava sentido à vida!
Triste fim daquele rapaz, angustiou-se tanto com a insensibilidade humana que nem mesmo ele foi abraçado como sonhava por tal sentimento que tanto pregara, que tanto queria que o amor fosse conjugado, embora ainda se alegrasse e acreditasse nisso e em Deus.
Seis drinques, sinto-me alucinado
Olho ao redor, os rostos distorcidos sorriem
Busco meu amor desnorteado
Empurro as portas, já sinto a solidão
Vejo minha alma voando para longe como um balão
Ela era azul como teus olhos, azul como a imensidão
Eu sabia: já tinha me perdido desde então
O amor platônico e idealizado nasce pela possibilidade de se tornar divino e morre quando perde as asas.(Walter Sasso)
O amor é uma inspiração da alma. Amor por obrigação e por medo do inferno chama-se tolerância.(Walter Sasso)
Amor com medo de sofrer, de perder é amor inseguro, bravo, bipolar, que arranha, rasga a roupa, morde, belisca, xinga, vai embora, volta, da tapa na cara e beija.(Walter Sasso) ( Autor dos livros "Dobra Púrpura e "Sem Denise")
A última fronteira do amor é a tolerância.(Walter Sasso - autor dos livros "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")
E quando digo, é verdade - me acredite, amor.
O ontem e o amanhã, o hoje não tem valia
Se meus olhos não descansam sob os teus.
Sou guerreiro, pescador, tiro onda de Doutor. Nas estradas sem saída, ainda encontro amor. Poeta, escritor, jogo bola sou ator nas novelas desta vida repugno a dor.
Trecho da música: Diversidade
Enquanto o amor ideológico for maior que o patriótico, interesses individuais prevalecerão sobre coletivos.
Eu procurei o amor, e vi que o amor, sempre esteve ali, pertinho de mim. O verdadeiro amor é Jesus, que nunca decepciona, qualquer outra alusão a isso é uma imitação.
Uma mulher pode demonstrar o seu amor, lutar pelo homem que ela ama e, por vezes, chega até a passar por cima do seu ego e se humilhar, mas quando ela percebe que nada disso está valendo a pena e seu esforço está sendo banalizado, ela cai em si e seu amor-próprio fala mais alto. Quando o homem percebe que a perdeu nos joguinhos onde só o orgulho vence, é tarde. Ele pode até tentar voltar atrás, mas onde as lágrimas secam e o coração cansa de se torturar, ainda que haja vontade nele de mudar, uma coisa é certa, este homem não terá mais nada dela para reconquistar.
— Jucelya McAllister
