Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A vida é como uma prova, e as adversidades nosso tutor, então temos de tratar cada decepção, uma falha como um conhecimento novo, para prosseguirmos em frente e alcançarmos um novo objetivo.
Estar distante de Deus é um sentimento nosso, não dEle. É como o filho que se fecha no quarto para não falar com os pais; os pais ainda estão lá. Ambos sofrem, mas é o filho que deve se mover. Foi assim com Cristo, deve ser assim também conosco.
Há pessoas que são como o sol: estão constantemente brilhando em nosso sorriso, toda vez que pensamos nelas.
A vida é como uma novela, dependendo de como se acorda sempre vamos interpretar no nosso dia a dia um personagem diferente (da gente).
Por quê?
- Ficção é mais fácil de interpretar do que a nossa própria realidade.
Bom dia!
Que o nosso amanhecer seja como uma brisa suave, acariciando nossa pele e trazendo tranquilidade para a nossa alma. Que seja um milagre esperado, repleto de surpresas e oportunidades para crescer e evoluir. Que este dia nos presenteie com um sorriso alegre, contagiando todas as pessoas ao nosso redor e espalhando alegria por onde quer que passemos.
Que a presença viva de Deus esteja presente em cada momento, nos guiando e nos abençoando em todas as nossas atividades. Que Ele nos inspire a sermos melhores a cada dia, nos dando força e coragem para enfrentar os desafios que surgirem. Que o nosso amanhecer seja o início de um dia repleto de amor, paz e gratidão...
- Edna Andrade
É sempre essa
chuva de calma
embalando o surto noturno,
o sono soturno.
Morna como esse
nosso presente deserto,
nosso ausente, incerto,
não realizado futuro.
Escrito ou não Escrito?
A palavra escolhida,
como uma flor colhida,
brota em nosso ser,
toma um banho de luz
e começa a florescer.
Ao surgir o dia,
um orvalho a escorrer
cai no chão.
Do poeta?
Do mundo?
Do profundo?
Da solidão?
Ou da pura e fiel emoção
de um poema que nasce,
floresce,
permanece
dentro do seu,
do meu,
do nosso
coração.
Sandro Sansão da Silva Costa
Como é imensamente bom ter amigos… pessoas que cruzam o nosso caminho e sem perceber, passam a iluminar os nossos dias mais escuros, são eles que nos ajudam a enxergar a beleza da vida quando tudo parece cinza, que nos lembram do nosso valor quando esquecemos e que nos devolvem a esperança quando o cansaço quase nos faz desistir. Amigos muitas vezes se tornam irmãos de alma, escolhidos pelo coração, são abrigo em meio às tempestades, colo nos dias difíceis, riso nas horas leves. São aquelas pessoas com quem podemos desabafar sem medo, chorar sem vergonha e sonhar sem limites, porque sabemos que, aconteça o que acontecer, estarão ali.
Como é bom e tranquilo ser solteiro (a), pobre e idoso (a), por que quem vem à nós e o nosso reino, é porque realmente nos amam e querem ficar conosco, sem qualquer outro interesse a não ser a felicidade de amar e ser amado (a).
Não adianta sermos vaidosos, egocêntricos, soberbos ou ignorantes. Nosso destino, como de qualquer outro, é a morte.
"O que depende inteiramente de nós são nossos valores, nosso esforço e a maneira como reagimos aos acontecimentos — inclusive aos nossos próprios sentimentos. Por outro lado, não temos controle sobre as atitudes alheias, o acaso, a sorte ou as crises econômicas e leis naturais. Naquilo que o nosso controle é parcial — seja ele alto, médio ou pequeno — cabe a nós dar o melhor de si. Onde nos cabe agir, devemos fazer a nossa parte com excelência; é essa dedicação que nos permite manter a consciência tranquila e o espírito em paz."
E se as coisas não saíram como você esperava, saiba que Deus sempre enxerga além do que os nossos olhos podem ver. O que hoje parece confuso, amanhã fará sentido. Continue confiando e não perca a fé.
É como se fosse um escombro sobre meus ombros sinto pesado, porque as ruínas do nosso passado nos pesam mais que o presente.
A adoração é, em essência, o nosso mais profundo ato de resistência, funcionando como um antídoto eficaz contra a paralisia do desespero e o segredo que nos permite enxergar a glória inconfundível de Deus mesmo quando estamos em meio ao deserto mais árido da alma. Minha identidade não é definida pelo que os meus olhos veem, as circunstâncias limitantes, nem pelo que o meu coração sente na dor, mas sim pela convicção de ser um adorador formado e moldado por Deus. Quem ousará, então, calar a voz de um coração que se rende e encontra a alegria inabalável no Senhor, independentemente das circunstâncias que o cercam? Eu escolho, por um ato de fé e vontade, transformar a minha dor em louvor e o meu lamento em gratidão, pois compreendo que este é o caminho mais curto e poderoso para mover as mãos de Deus em meu favor e para testemunhar o impossível se tornar real em minha vida.
A oração não deveria ser nosso plano de emergência desesperado, mas a maneira como vivemos no mundo. É o ato de respirar com um propósito que nos conecta ao ritmo de Deus, desfazendo a ilusão de que controlamos a vida. Ao nos ajoelharmos, não pedimos que Deus se curve, mas permitimos que nós, enfim, cheguemos perto Dele.
Tem um tipo de silêncio que abraça. Ele chega devagar, como quem senta ao nosso lado sem pedir licença, mas também sem invadir. É aquele silêncio confortável, de quem não precisa preencher tudo com palavras porque a presença já basta. Esse silêncio é casa. É descanso. É paz.
Mas existe um outro. E esse… esse não avisa quando muda de forma.
De repente, o que antes era aconchego vira ausência. O que era pausa vira distância. E a gente começa a perceber que o silêncio já não acolhe, ele pesa. Ele cria um espaço estranho entre duas pessoas que antes se encontravam até no olhar. Agora não. Agora o olhar passa, escorrega, evita. E ninguém fala nada. E esse nada vai crescendo, como mato em terreno abandonado.
A verdade, meio dura, meio inevitável, é que o amor não respira bem dentro desse silêncio constante. Amor precisa de ar. E o ar dele é a conversa, mesmo quando ela é imperfeita, atravessada, meio sem jeito. Porque falar é se mostrar. E se mostrar é manter a ponte de pé.
Quando o silêncio vira regra, a gente começa a imaginar coisas. A mente, que já não é muito confiável, vira roteirista de tragédia. Um atraso vira desinteresse. Um cansaço vira frieza. Um dia ruim vira falta de amor. E ninguém confirma nada, porque ninguém fala nada. E assim, o que poderia ser resolvido com uma frase simples, vira um abismo inteiro.
Eu penso que amar também é ter coragem de quebrar o silêncio. Mesmo com a voz trêmula. Mesmo sem saber exatamente quais palavras usar. Porque o risco de falar errado ainda é menor do que o risco de não falar nada.
O silêncio, quando prolongado, não protege o amor. Ele desgasta. Ele cria versões diferentes da mesma história dentro de cada cabeça. E quando a gente vê, já não está brigando com a pessoa, está brigando com a ideia que criou dela.
E talvez o amor não acabe de uma vez. Ele vai ficando baixo, como uma música esquecida tocando no fundo, até que ninguém mais escuta.
No fim, não é sobre nunca ficar em silêncio. É sobre não morar nele.
Porque amor que é vivo mesmo… faz barulho. Nem que seja um sussurro dizendo “ei, eu ainda tô aqui”.
Agora me conta, você também já sentiu esse tipo de silêncio que afasta aos poucos? E se quiser mergulhar em mais reflexões assim, passa no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu te espero lá.
'O calendário de Deus não funciona como o nosso calendário, mas Ele não esquece do que nos prometeu, em todos os dias, em todos os momentos, mesmo quando não entendo .. eu sei, Deus tem sido bom.'
-Wanessa Guimarães Z96
É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
