Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Piscar de Olhos
Num piscar de olhos e o início aconteceu, em cada canto da casa respiro sentimentos,
os teus encantos causam muitos efeitos bons em mim, o teu calor transmite muita alegria, paz e vitalidade para a minha alma,
antes da tua chegada tudo na minha vida era tão trivial, agora tudo é tão especial, extraordinário,
deve haver alguma tradução para o meu Sol esta brilhando tanto, se a Lua já era linda, imagina como a vejo hoje,
o teu amor me envolve diariamente em uma camada perfeita de sonhos e emoções reais, ele me transforma,
não há adjetivos para compor a minha frase, não há flores mais bonitas para homenagear este sentimento, o meu amor é invisível apenas para os que não querem ver, sem mais rodeios.
Eu te amo! E sempre estarei te amando incansavelmente.
Aos meus amigos
De vida e de passada
Eu não vou pedir mais nada
Só vos canto essa canção
Salve o amor salve a paixão
Salve o cantar de um coração
Eu sei que mesmo sem saber
Um dia vou voltar a ver
MiniConto
Em si bemol menor, o vento soprava na sala, a Sonata número 2. O piano deserto num canto.
Sand, aluada, pálida e sentimental , o olhava com saudades.
Me deixa...
Hoje só quero ficar sozinha no meu canto..
Só quero deitar e Chorar bem baixinho...
Pensar na vida..enxugar meu planto..
Hoje eu só quero estar comigo mesma...
Estendo o tapete com o tecido
com os pedaços de ninhos,
contendo essências
de canto de pintassilgos.
Um canto que torna
minha fé inabalável, pois emudece
o mundo, inundando-o de beleza.
Brasil querido
Brasil, meu Brasil brasileiro eu canto
Meu hino na inocência de um sonho,
Minha ingênua alegria e esperança,
Trago neste meu jeito de uma criança!
O nosso povo já foi guerreiro e heróico,
Hoje meu lamento num brado retumba
Evoca no peito um sentido adormecido,
Enquanto perco - me nesta penumbra!
Mas, de certo ainda meu amor eterno
À Pátria amanda é imenso e tão vívido,
Posto a cantar no meu coração fraterno!
Flâmulo minha bandeira em sentido,
Mesmo que pareça apenas engano,
Meu país eu amo e o tenho querido!
Puxe-me para o canto da sala e diga-me que ainda se sente feliz com isso, seja sincero. Minhas lágrimas me dizem que está na hora de partir, mas o que você me diz?
Nas tardes disponíveis
me deito em um canto
onde posso escutar o pranto
do universo à sussurrar,
pedindo socorro pela humanidade
que simplesmente está perdida
numa fusão de pensamentos,
refletidos nessa vida corrida.
Mas apesar da decadência do mundo
temos que ver o lado bom de tudo,
compreender as intenções
que são concedidas aos corações
daqueles que sabem observar...
o canto dos pássaros a voar;
das nuvens deslocando-se sobre o mar;
do vento arrastando as folhas caídas;
E na espera da próxima fase da lua ser definida
uma gota d'água cai em minha alma ferida
com o propósito de me acalmar
por ser o universo mandando sinais
de que um dia em algum lugar
viveremos totalmente em paz.
Sonhos e desejos jogados em um canto da vida, empoeirando nas estações do tempo.
Doces lampejos de lembranças penduradas nas paredes da memória, nutrindo auroras nostálgicas saudades.
Anjo ardente
Ela é surreal, um encanto
Que em nenhum outro canto ele viu
A não ser no canto do riso dela
Que pelo canto dos olhos dele
Viu que a felicidade tem nome
sobrenome e um sorriso
que faz perder a cabeça
É como abraçar um anjo
E sentir-se queimar como demônio
Ela tem magia no toque
E nem falo das mãos
Toca com os olhos
E devora com coração
Ela é poesia no corpo
E ele a paixão de ler
Fica todo alucinado
Quando aqueles olhos grandes
Se perdem ao vê-lo
Essa mulher tem magia
Um encanto que fascina
Mas seu maior poder
É a liberdade de ser ela mesma
Em cada canto que ele a vê
Autora #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 01/03/2020 às 22:00 hrs
Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues
Sofro e choro
Em cada fado que canto
Na rua onde moro
Está uma janela de pranto
O fado nasceu comigo
Desde a hora em que te vi
Serás sempre o meu amigo
Deste me alegrias que senti
CANTO
De um canto solitário, ouço um canto que me desperta;
Canto que enche os olhos d'água, canto que me liberta;
A mais perfeita melodia, em sintonia com o meu pensar;
Canto que encanta, meu canto preferido irei cantar.
NEM TANTA COISA DEPENDE
preferes o canto, o lugar oculto
a folhagem, a sombra, o quarto, este
saco de trigo: ouro de um texto
sobre a velha escrivaninha do real
lá fora o clarão do arvoredo
atalhos para a tingidura da paisagem
cá dentro menos caminho, outro
panorama: a presença tão-só
desabitada de uma pessoa, mistério sem
atributo ou função
sempre a desfeita de um coração
o cultivo intensivo das figuras
e sobram tristeza e dias ao corpo que escreve
no calabouço de uma manhã muito larga
reluzente de gotas de mel
enquanto os gatos lambem o sábado
e sentado, sapo de ouro, permites-te pôr no mundo
(mas porquê) outro poema
JULGA (soneto)
Ah.... o poeta procura
A alma em cada verso
Rimar o olhar disperso
Num canto de ternura
Porém, tem senso averso
Também, na sua estrutura
E de tal jura, na sua leitura
Que faz do leitor submerso
E, de momento a momento
Que varia o sintoma diverso
Levando-o na ilusão ter fuga
E, é em vão só o sentimento:
Se é alegre ou se é perverso.
Pois, ao poeta não cabe julga!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
27/03/2020, 17’14” – Cerrado goiano
No canto da voz da negra,
enche o peito de orgulho da tradição.
É um sorriso na saudade, dos velhos tempos de passagem.
Gosto tanto dessa nega, ô nega.
Canta mais forte, eu me enlouqueço,
na raiz que nasce, do seu jeito brasileiro.
30/03/2020
BN1996
UM CRISTO ALUMIADO -
Ao canto, na cómoda do meu quarto,
há um Cristo que deixo alumiado,
para que, de um braço a outro braço,
me deixe, no seu peito, bem guardado!
Rezo àqueles cravos da nossa salvação
às suas antiquíssimas gangrenas, com fervor,
àquela lança que lhe perfurou o coração:
- Salva-nos da "peste" pedimos-te óh Senhor!
(...) pendem silêncios da cruz ao canto do meu quarto
mas um agitado fernezim toma-me por dentro
e da sombra dessa cruz, não quero, não me aparto!
Óh Senhor! Vê ... a humanidade está vencida,
já não há o que pensar, acabou-se o tempo,
desce dessa cruz e dá-nos outra vida!
Cansada de tanta opressão sofrida.
Vocês não entendem o peso de se mina
Agilidade nos quatro canto,
cê é mulher não fica boiando.
De pervertidos a rua tá cheia,
suas mulher em casa de barriga cheia.
E a maioria dos mano pensa que é besteira,
Quem dera se fosse mano,
só que não tô de brincadeira.
O dia escurece junto com o nascimento do perigo, que chega por todo canto,
nos becos, nos bares, nas ruas, nos montes.
Não pode dar mole , poucas ideia e cabeça erguida,
Intimida alguém e ninguém te intimida.
Deixa o medo pra daqui 3 quadras mana,
Aí cê pode ligar, chorar, correr, só não pode parar.
Não pare, e sempre olhe para trás
Se passar algum carro andando ao seu lado, manda mete o pé.
Sinta q tá com os cria da quebrada,
geralmente da certo comigo e o choro sempre é certo, depois da 5 quadra...
