Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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“Viver é prova: flores, borboletas e alegria em cada canto do mundo.”

Boa noite, Ouro Branco, cidade serena,
teu silêncio é canto, tua paz é plena.
Nas ruas tranquilas, o vento passeia,
a lua acarinha cada centelha.


As luzes brilham feito estrelas no chão,
refletindo sonhos, carinho e união.
Que o descanso venha suave e profundo,
renovando as forças pra encarar o mundo.


Que cada morador encontre sossego,
na noite macia que traz aconchego.
Boa noite, Ouro Branco, jóia reluzente,
teu nome já guarda um brilho presente.

A silhueta da Garça preta
Ela bailar no ar
Seu canto é um murmúrio
Um encanto que a natureza soube criar.

Noite a bailar, o canto chamariz.

Mas o mundo não fala difícil. Ele se oferece em silêncio: no canto tímido de um pássaro, na claridade que atravessa a janela, no riso solto de uma criança que nada deve à razão. A vida é simples — somos nós que a cobrimos de véus, como quem teme enxergar o que é demasiado claro.

Boa noite.

Tem dias que a gente só precisa de um pouco de paz.
Um canto pra descansar o coração.
Uma certeza quieta de que Deus está cuidando —
mesmo quando tudo parece em silêncio.

Então, fecha os olhos com calma.
Entrega o que não cabe mais nas mãos.
E deixa Ele te embalar do jeito d’Ele:
com presença, com consolo, com amor que não falta.

Amanhã, você recomeça…
mas hoje, só respira.
E confia.

— Edna de Andrade

Meu modelo de família é cada um no seu canto, sem encher o saco de ninguém, se unindo quando alguém precisa… Família de porta-retrato, só de aparência, esconde sujeira debaixo do tapete.

UM POUCO DA MINHA VIDA


Nasci e me criei em fazenda
Acordando com o canto do galo
Tudo se tornava especial
Não precisava de legenda.


Tive momentos de tristeza e alegria
Duas revoltos como tempestade
Mas nada poderia arrancar
A nossa harmonia.


Tive uma infância preenchida
Com sonhos e brincadeiras
Se pudesse com certeza voltaria
Reviver cada momento daquela vida.


Apagaria todos os problemas
Bordaria tudo de bom que vivi
Acreditem, tudo eu transformaria
Versos dos meus poemas.


Irá Rodrigues.

Sonhos de Luz e Bem-Querer



O sol beija a terra com seu abraço dourado,

E o canto dos pássaros, um doce som encantado.

O vento sussurra segredos entre as folhas a dançar,

Deixando o coração feliz, pronto para amar.



As nuvens pintam o céu, em seu balé de algodão,

Transformando o dia em pura alegria e gratidão.

A brisa suave, um carinho a passar sem fim,

E neste jardim florido, encontro meu abrigo.



A vida se revela em cores vibrantes, sem igual,

Um arco-íris de encantos, um presente celestial.

Em seus olhos, a paz que me faz sonhar,

Um sonho, um deleite, em cada olhar.



Que a esperança floresça em cada amanhecer,

E o amor nos guie em tudo que vamos fazer.

Trilhando um caminho leve e seguro,

De um amor lindo, doce e transparente, puro.

E assim, a vida se faz bela, um eterno bem-querer.

Hoje ninguém vai me obrigar a nada.
Me deixa aqui, no meu canto, no doce balanço dos meus pensamentos.


Só quero um tempo para reler, relembrar e me reconectar com essa parte minha que às vezes vem em abundância e, em outras tantas, se esvai.


Versos singelos que se expressam tentando tirar da alma sua mais pura essência.
Músicas tocam, cheiros no ar, alguém dorme ao lado sem imaginar os versos bonitos que essa alma quer resgatar.




_KM_








11/10 — 23h54
Karina dos Santos Megiato

Recomeços

Só agora vivo.
Me reviro.
Me revolto e volto.
E em cada canto me renovo
Me disperso e recomeço.

O Canto da Gaiola

Um pássaro canta
seu pranto
num canto qualquer
da gaiola.

O dono se encanta
com o canto venusto
que o cândido pássaro canta.

Mas o poeta,
espantado com a ignorância do sacripanta,
põe — aborrecido —
seu espanto pra fora:

— Anta!
Desencanta...
Não percebes?
O pássaro não canta,
chora.

Aves do sul
Mesmo sendo sua ave,
Salve-as
Seu canto,seu voo suave.

⁠O Canto da Alma em Solitude
No vasto palco da existência, um véu,
Solidão, não vazio, mas um céu
De pensamentos, onde a alma se refaz,
Em silêncio, encontra a própria paz.

Não a dor do isolamento, o frio chão,
Mas a escolha de um doce reclusão.
Onde o eu se encontra, sem disfarce ou pressa,
E a voz interior, enfim, se expressa.

"Comentou do perfume, beijou o canto da minha boca
Meu ponto fraco é essas mina maluca
Fala olhando dentro do meu olho
Me conta seus gostos
Me deixa maluco"


- Pumapjl

Talvez


Falo porque canto,
Desabafo porque não tenho ninguém.
Os que desejo,
Estão distantes do que é real.


Vivo do ideal,
Mas a vida é chicote
Golpeando as dores intensas
do amor descontinuado
da ferida que sangra,
do peito que suspira,
das noites mal dormidas.


O peso é grande.
Amigo?
não os vejo...
nem de longe.
Não os incomodo com a minha dor.


Minha mãe?
Onde encontrá-la?
Não liga,
Não se aproxima,
E eu caminho...só.


Só o choro,
Só o desencanto,
Desencanto meu ego.
Desencanto meu orgulho.
Feridas que eram cicratizes,
Brotam de novo,
Como lavoura na primavera.


Eapenas o desejo de ser
Ou não ser,
passam por mim.
Talvez dramática,
Tlavez manhosa,
Talvez sem vida,
Talvez...apenas talvez.


E onde chegar?
Não vejo o fim do túnel,
Nem o caminho da volta...
Ele é obscuro.


E aida choro,
Choro desmedido,
do vazio em nada,
do fundo do buraco.


Mas...
Mesmo no fundo do poço,
Há uma voz que insiste:
-Eu estou aqui!
e mesmo sem forças,
estendo a mão,
na esperança que
a luz me encontre.

Menino de Sol e Vento

Num canto qualquer da rua encantada,
dançava um menino de alma dourada.
Cabelos cacheados, nuvem em espiral,
como se o vento pintasse um vendaval.

Olhos castanhos, cor de aconchego,
onde mora a calma e também o apego.
Brilham como tarde em fim de verão,
com o calor do mundo em seu coração.

Riso leve, quase cantiga,
voz pequena que o tempo abriga.
Passa entre folhas, corre com o chão,
como quem guarda segredos na mão.

Ele sonha alto, mesmo sem saber,
que em seu olhar há tanto por ver.
É feito esperança que não se desfaz,
menino de luz, de amor e de paz.

Cacheado de sonhos, castanho de céu,
carrega a ternura como um anel.
E onde passar, deixa poesia,
como quem vive pra ser alegria.

“Tem alma que vaga porque já carregou peso demais. E mesmo cansada, continua procurando um canto onde finalmente possa descansar sem medo de ser ferida de novo.”

Cântico do Beija-flor.


Ah hoje acordei a tarde, com o canto de um beija-flor, senti que o amor está nas pequenas e simplicidade que a vida propõe.resolvi entoar, uma canção que amo, com a flauta.

⁠Sinto saudade da pureza do ar,
Da pureza pela pureza.
Sem cliques.
Do canto despretensioso dos pássaros.
Do toado das crianças que brincam
Sem pretensão de culpa,
Com presunção de inocência.
Do verde dos bosques rutilantes.
Do azul do céu só pelo azul
E nada mais.
Sinto saudade de quem eu era
Antes de escalar o monte dos pensamentos
E ser condicionado a ser o que sou.
Sinto saudade de mim.