Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Como suplicar pelos incrédulos: Deus, remove deles o coração de pedra e dá-lhes um novo coração de carne. Circuncida o coração deles, para que te amem. Pai, põe o Teu Espírito dentro deles e faze-os andar em Teus Estatutos. Concede-lhes o Arrependimento e Conhecimento da Verdade para que possam escapar do laço do diabo.
Abre o coração deles, para que creiam no Evangelho.
As dificuldades e fraquezas que Paulo enfrentava serviam como um lembrete constante de sua dependência de Deus e o ajudavam a manter a humildade, impedindo-o de se tornar orgulhoso devido às suas grandes revelações e experiências espirituais.
O "Espinho na carne" é visto como um instrumento usado por Deus para manter Paulo humilde e dependente Dele.
Se você perguntar a mil pessoas sobre a personalidade de Jesus, o que ele gosta, não gosta e como age, é bem provável que cada uma tenha uma opinião diferente... No final notará que o Jesus descrito por elas é reflexo de suas próprias opiniões e personalidades. O Jesus que proclamam é um ser abstrato modelável às características, pensamentos e conveniências humanas... Se a pessoa se aprofundar um pouco concluirá que seu Jesus é na verdade ela mesma e não o que a Bíblia descreve.
Ao interpretar o progresso do mundo como uma tendência positiva, é preciso considerar cuidadosamente as profecias bíblicas que alertam para uma possível deterioração ao longo do tempo.
É preferível admitir o erro sem recorrer à Bíblia como forma de justificativa, do que permitir que Deus seja injustamente acusado pelas ações por nós cometidas, o que poderia abalar a fé das pessoas. Se você estiver dividido entre proteger a sua reputação ou a de Deus zele pelo nome do Senhor!
Qualquer tentativa de equiparar nossos erros aos dos personagens bíblicos como forma de minimizá-los ou justificá-los é manipular as Escrituras para atender aos nossos interesses pessoais. Entenda que a palavra de Deus é muito pura e não deve, em hipótese alguma, ser usada para esse fim.
É essencial que aprendamos a apreciar o que Deus classifica como belo, pois o Seu conceito de beleza é autêntico, enquanto o nosso é frequentemente influenciado e moldado pela mídia, estilistas e pela cultura atual, que é transitória.
COMO OS PADRÕES DA SOCIEDADE MUDAM?
Existe uma perspectiva sociológica conhecida como teoria do domínio cultural na qual, segundo ela, os grupos dominantes na sociedade têm o poder de impor suas visões de mundo, valores e normas sobre a maioria. Eles utilizam instituições sociais, como a mídia, a educação e os sistemas de poder, para difundir suas ideias e influenciar a percepção e o comportamento das pessoas.
Essa imposição pode envolver a introdução de comportamentos ou filosofias que inicialmente chocam a sociedade e são considerados fora do convencional ou moralmente questionáveis. No entanto, quando essas ideias são repetidas e amplamente divulgadas pelos meios de comunicação e adotadas por figuras influentes, elas gradualmente se tornam mais aceitáveis e menos ofensivas aos olhos da sociedade. Esse processo pode ser facilitado pela normalização do comportamento por meio de estratégias de exposição constante e repetição, o que contribui para a sua gradual aceitação.
O diabo não é bobinho não....
Em uma ocasião, Cristo proferiu as seguintes palavras: "Quem crê em mim, como dizem as Escrituras, rios de águas vivas fluirão do seu interior". É lamentável constatar que muitas pessoas ainda não compreenderam a profundidade dessa declaração. A crença em Jesus não pode ser superficial, baseada em projeções pessoais ou nas opiniões alheias. Para que a promessa se cumpra e os rios de águas vivas fluam, é imperativo que a condição imposta não seja ignorada: crer de acordo com o que é revelado nas Escrituras. Somente ao conhecer e abraçar o verdadeiro retrato de Jesus exposto na Bíblia, sem distorções ou manipulações, é que essa promessa transformadora se torna uma realidade em nossa vida.
COMO FUNCIONA O PROCESSO DE LIBERTAÇÃO DO PECADO?
A jornada da libertação é uma combinação sublime entre a intervenção divina e o nosso próprio esforço. Não se trata de depender apenas da nossa própria força, pois toda a capacidade e disposição vêm de Deus, que opera em nós tanto o querer quanto o realizar (Filipenses 2:13).
Tudo começa quando o Espírito Santo toca o nosso coração por meio da Palavra. Se nos agarramos a esse toque e estímulo, recebemos imediatamente uma assistência divina para nos fortalecer e perseverar. À medida que nos empenhamos nessa força concedida, ela se multiplica e cresce
exponencialmente. E assim, aquilo que antes nos dominava perde todo o poder sobre nós, e os desejos e tentações que nos assolavam gradualmente desaparecem.
É um processo de rendição à ação do Espírito Santo em nós, combinado com nosso comprometimento ativo em resistir e buscar a transformação. A libertação não é um caminho fácil, mas com a ajuda de Deus, encontramos a força necessária para superar as amarras que nos prendem. Ao dobrar nossa determinação e fé, experimentamos a libertação completa das cadeias que nos aprisionavam, e somos conduzidos a uma vida plena em harmonia com a vontade de Deus.
Leda ilusão é pensar que se está fora da caixa ou da bolha, como preferir rotular, ou ainda imaginar que realmente quebrou um padrão... Você foi sugestionado.
Se o Evangelho é uma bolha, então é como uma placenta que me envolve e protege dos males externos, permitindo meu crescimento seguro até o momento em que alcançarei a vida eterna.
Você já teve curiosidade de descobrir mais sobre Deus?
Não falo estudando ele como um personagem humano e se debruçando sobre livros e mais livros, mas da forma mais simples possível, do contato com ele e naquilo que ele quiser se deixar revelar?
Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
Em ambientes como praias e clubes, os conceitos bíblicos de modéstia e decência muitas vezes não são aplicados, pois nesses contextos há uma justificativa (injustificável) baseada em aspectos culturais e/ou no prazer e conforto associados.
COMO A SERPENTE CONVENCEU EVA A COMER DO FRUTO PROIBIDO
Com base na narrativa bíblica, os seguintes sentimentos podem ter sido despertados em Eva diante dos argumentos da serpente:
1.Curiosidade: Eva pode ter sentido curiosidade sobre o conhecimento proibido que a serpente oferecia, levando-a a questionar o que Deus estava escondendo.
2.Dúvida: As palavras da serpente podem ter plantado dúvidas em sua mente sobre a veracidade das instruções divinas, levando-a a questionar se Deus realmente sabia o que estava falando.
3.Ambição: A tentação de se tornar como Deus, conhecendo o bem e o mal, pode ter despertado uma ambição em Eva por alcançar um nível de conhecimento e poder que estava além de suas limitações humanas.
4.Tentação pelo proibido: O fato de a árvore ser proibida pode ter intensificado o desejo de Eva de provar o fruto e experimentar o conhecimento que estava fora de seu alcance.
5.Anseio por igualdade com Deus: A proposta da serpente pode ter estimulado em Eva um desejo de igualar-se a Deus em sabedoria e compreensão, buscando alcançar um nível divino de conhecimento.
6.Desconfiança em relação a Deus: As palavras da serpente podem ter levado Eva a duvidar das intenções de Deus e a desconfiar de Suas ordens, alimentando uma sensação de descontentamento com as restrições impostas.
E a serpente, o espírito enganador, continua, hoje, usando estratégias semelhantes a essas e igualmente astutas e praticamente infalíveis!
Compreender a lógica de mentes superiores, como a de Albert Einstein com um Q.I muito alto, pode ser desafiador para aqueles que possuem uma inteligência mediana. Da mesma forma, tentar compreender a mente elevada do Criador com uma mente limitada, só pelo Espírito Santo!
Se não houvesse uma verdade absoluta como referência, isso implicaria que estaríamos sujeitos à incerteza, e cada indivíduo formaria sua própria visão da verdade, influenciada por suas experiências e perspectivas pessoais. Nessa situação, cada pessoa teria a liberdade de seguir suas próprias convicções e enfrentar as consequências de suas decisões, sem qualquer orientação ou padrão de comparação, semelhante a um aluno em uma escola sem professor e sem nenhum material pedagógico. Não foi
