Nossa Amizade Nao Acabou

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2085 📜 "Técnico estrangeiro na Seleção Brasileira. Aí está uma das razões da nossa eliminação da Copa 2026. Outra razão: o elenco. Fraco como brisa. Perdemos 'só' por essas razões!"

2088 📜 "Mesmo com nossa eliminação da Copa 2026, tenho paixão por futebol, a exemplo de paixão que tenho por lagostas, picanha, feijão com arroz e 'secssu' de ladinho. Ainda bem que ainda sou eu quem decide essas e outras paixões que tenho!"

1392 📜 "E aquela Professora que passava Trabalho de Casa? Nossa resposta teria que ser, por exemplo, em versos (Redondilha Menor) e não tínhamos a menor ideia do que era. Ela nos levava a pesquisar e, com isso, aprendíamos tudo, bem e melhor. Saudade dela!"

3265 📜 Aqueles Uns e Outros que, ao perderem o Debate e a Razão, e 'diagnosticam' nossa saúde mental, o fazem sem serem médicos ou psicológicos, sem nos conhecerem e sem jamais nos terem vistos.
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Seriam Levianos e portanto Covardes (como são todos os Levianos)? Seriam? São? Sim, é pergunta!

"O preconceito e o estereótipo são dois concorrentes que vivem brigando para entrar na nossa vida!"
Frase Minha 0037, Criada no Ano 2006


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Dizem para termos cuidado com o que dizemos, pois nossa língua pode partir corações. Só que meus ouvidos ouvem coisas que partem não apenas meu coração, mas também estouram meus tímpanos, entopem minhas arterias e me enchem o sapo!"
Texto Meu 0920, Criado em 2018


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Nossas obras são impressões de nossa passagem neste mundo.

A FORÇA DA VIDA
*"Os nossos dia mês e ano, sempre dependerão do que projetamos em nossa mente; nossas vidas são exatamente isso: o que vimos e projetamos. Extrair dos pensamentos e emular na concretude, portanto, se trata de ver, crer, e empreender a força dos pensamentos.*
*Há um poder imenso nessa assertiva; o poder que Deus nos deu!"*
(Victor Antunes)

*- Contra todas as expectativas, diante de tantas maldades e de tanta corrupção em nossa sociedade, foram e são, ainda, os superstites valores morais "da antiga", que nos trouxeram até aqui; um "sobrevivo" acervo de caráter e retidão social. O equilibrio é pequeno, e a barreira da dignidade já está cedendo. As tecnologias, que trouxeram as facilidades a "bom preço", e as modinhas desses "novos tempos", vulgarizaram o certo e sublimaram o errado; e é tudo proposital; eis a eiva do inimigo. Afastando a coerência de que a vida é uma construção, o incauto apressado e descrente, se torna marionete da sorte; daí, surrupiado o controle do seu próprio destino, vira massa de manobra. O tolo não vê que o benefício do proveito abençoado da vida vem do suor e da determinação, jamais do assistencialismo que faz da criatura um ser cativo, e pequeno. O resultado disso é a formação do pseudo-Cristão; um sujeito que vai a igreja aos domingos; confessa e comunga, acreditando que construiu salvação; todavia, de segunda a sábado pululou nos sete pecados, comendo nas mãos do inimigo. O Cristão não revela mais a postura e a atitude de quem segue o mestre; sua conduta não assevera esse binômio. Daí porque, precisamos resgatar e manter, com urgência, nossos antigos valores morais; a começar pela benção entre pais e filhos, estendendo-a entre nós. Nossos antigos valores morais são fundamentais para resgatar o respeito e a fraternidade que outrora havia; sem eles, acabará a família, como fundamento mor que justifica a igreja; salientando que os valores morais solidificam a fé. O momento em que estamos é terrivel: ou resgatamos os antigos valores morais da nossa nação ou seremos cumplices, de toda essa canalha, por conduta omissiva; por desdém da mensagem do Nosso Christo, e partícipes coniventes com o fim do Brasil.*(Victor Antunes).

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⁠⁠Que o Espírito Natalino que hoje nos une, permaneça em nós, em todos os outros dias da nossa Vida, para podermos e sabermos celebrá-la, sempre Espalhando Amor e Semeando Esperança.

Tão assustador quanto a frieza à nossa volta é a facilidade com que aprendemos a congelar.

Como são chatos os que confundem nossa solitude com solidão, e a interrompem sem a menor intenção de nos dar Inteira Companhia.

⁠Sempre que as certezas se atreverem a flertar com a nossa Liberdade de Pensar, que a dúvida nos abrace! Amém!


Porque é no abraço da dúvida que o pensamento, livre, leve e solto, respira — livre do jugo das respostas prontas, longe do conforto das verdades fabricadas.


A dúvida não é inimiga da fé nem do saber; é o ventilador da consciência, o sopro que impede que o pensamento apodreça no mofo das convicções.


As certezas constroem muros, a dúvida, pontes.


A certeza se alimenta da repetição, a dúvida, da curiosidade.


A convicção grita, a dúvida escuta.


E se o mundo parece girar ao som das certezas, é apenas porque poucos ainda têm coragem de dançar ao ritmo incerto da dúvida.


Que nós nunca nos acostumemos com o conforto das respostas — e que a nossa liberdade de pensar por conta própria seja sempre maior do que a vontade de estar certo!


Amém — mas com o coração movimentado e aquecido pela dúvida.

⁠Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!


Façamos Barulho!?!


Pois, se até o barulho ensurdecedor das nossas lágrimas atravessa a distância entre o chão que pisamos e os Céus que almejamos, é porque Deus não mede som — Ele reconhece verdade.


Lágrima não grita, mas confessa.


Escorre onde a alma já não consegue se explicar.


Agora, imagina a oração…


Não a decorada, a apressada, nem a que tenta impressionar.


Mas aquela que nasce do mesmo lugar das lágrimas: do cansaço, da esperança teimosa, da fé que manca, mas não desiste de caminhar.


A oração faz barulho ainda mais estrondoso porque movimenta o invisível.


Ela não precisa de voz alta, precisa de entrega.


Às vezes sussurra, às vezes geme, às vezes só respira — e mesmo assim estremece os Céus, porque carrega dentro dela o nome de quem confia.


Façamos barulho, sim.


Com joelhos dobrados, corações rasgados e com silêncios agridoces cheios de fé.


Façamos barulho não para sermos ouvidos pelos homens, mas para lembrarmos a nós mesmos que nunca fomos ignorados por Deus.


Se a lágrima já incomoda, a oração transforma.


E onde ela chega, nada permanece exatamente como antes.


Pois, os que choram serão consolados, os que oram — ouvidos.


Façamos Barulho!?!


Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

⁠E se a Enxurrada de Tragédias estiver substituindo as outras por puro capricho em testar a nossa Humanidade?


Talvez uma das dores mais difíceis de suportar no nosso tempo não seja apenas a sucessão de tragédias, mas a velocidade com que uma atropela a outra, como se o sofrimento tivesse entrado numa lógica perversa de reposição imediatista.


Mal nos comovemos verdadeiramente com uma ferida, e outra já se abre diante dos nossos olhos, exigindo atenção, indignação, lágrimas e até nos cobrando posicionamento.


Não porque a dor anterior tenha cicatrizado, mas porque o mundo parece ter se acostumado a empilhar ruínas sem nos dar tempo de recolher os cacos.


E então surge uma inquietação amarga: e se essa enxurrada não estiver apenas acontecendo diante de nós, mas também revelando algo dentro de nós?


Porque cada nova tragédia não testa só a resistência de quem sofre diretamente, mas também a sensibilidade de quem assiste.


Testa nossa capacidade de não transformar o horror em rotina, de não banalizar o luto, de não trocar a compaixão pela pressa e nem a memória pelo próximo escândalo.


Há algo profundamente desumano no modo como o excesso pode nos anestesiar.


Quando tudo vira urgência, corre-se o risco de nada mais tocar com profundidade.


A alma, cansada, começa a se defender como pode: seleciona dores, relativiza outras, acostuma-se ao absurdo, faz do espanto um gesto breve e do esquecimento uma necessidade funcional.


Mas é justamente aí que mora o perigo.


Porque a Humanidade não se perde apenas quando alguém pratica o mal — ela também se enfraquece quando os demais já não conseguem sentir o peso dele.


Talvez o maior teste não esteja na tragédia em si, mas no que ela encontra em nós quando chega.


Se encontra indiferença, estamos falhando.


Se encontra seletividade, estamos adoecendo.


Se encontra apenas espetáculo, opinião apressada ou conveniência emocional, talvez já estejamos permitindo que a dor alheia seja consumida como paisagem.


Ser Humano, nesses tempos, talvez seja resistir à tentação de tratar cada tragédia como conteúdo passageiro.


É se recusar a permitir que a repetição da barbárie reduza nossa capacidade de sentir, de pensar e de cuidar.


É entender que não honramos nenhuma dor apenas reagindo a ela por alguns instantes, mas preservando nela o seu peso, sua gravidade e sua dignidade.


No fim, talvez a pergunta mais incômoda não seja se as tragédias estão testando a nossa Humanidade.


Talvez seja: quantas delas ainda serão necessárias até percebermos que a prova nunca esteve no acontecimento, mas na forma como escolhemos permanecer Humanos depois dele?

⁠⁠O
Machismo Invisível:
As Sutilezas que Enfraquecem
a
Nossa Luta.


Para fortalecermos Honestamente a Luta contra a Violência de Gênero, primeiramente precisamos quase todos nos desconstruirmos…


A começar pelo hábito de “feminilizar” a pessoa do machista que fingimos combater.


Há uma contradição muito silenciosa nisso.


Quando associamos o comportamento machista a algo “feminino” como forma de ofensa, não estamos combatendo o machismo — estamos apenas reafirmando, disfarçadamente, a mesma lógica que sustenta o problema.


É como tentar apagar um incêndio jogando sobre ele o combustível que fingimos rejeitar.


Essa distorção revela o quanto o machismo não está apenas nos atos mais explícitos, mas também nos detalhes da linguagem, nas piadas, nas expressões automáticas, nos vícios culturais que repetimos sem perceber.


Combatê-lo exige mais do que apontar o outro — exige coragem para revisitar a si mesmo.


Porque é sempre mais confortável enxergar o machismo como algo externo, encarnado em figuras caricatas, distantes de nós.


O difícil é admitir que ele também se manifesta em pequenas permissões, em risos coniventes, em palavras mal escolhidas que carregam séculos de desvalorização, demonização e desumanização do Feminino.


Desconstruir-se, nesse contexto, não é um gesto de fraqueza — é um ato de responsabilidade.


É reconhecer que a luta contra a Violência de Gênero não se sustenta apenas em Discursos Inflamados ou indignações pontuais, mas na coerência entre o que se defende e o que se pratica, inclusive no invisível.


Enquanto o Feminino continuar sendo usado como sinônimo de inferioridade, fragilidade ou motivo de ridicularização, o machismo seguirá confortável, até mesmo entre aqueles que juram combatê-lo.


E talvez o verdadeiro avanço comece quando entendermos que não basta lutar contra o agressor — é preciso também desarmar, dentro de nós, as ideias medonhas que o legitimam.

Às vezes,
é bom nos permitir temer os que temem desbravar a nossa Casca de Proteção.


Porque há algo muito inquietante em quem recua diante da simples suspeição da profundidade alheia.


Não pelo medo em si — afinal, temer é humano — mas pela escolha de permanecer na superfície, onde nada exige entrega, onde tudo é seguro demais para ser verdadeiro.


Quem teme atravessar a casca do outro, muitas vezes também evita confrontar a própria.


Nossa proteção não nasce por acaso…


Ela é feita de silêncios acumulados, de experiências que nos ensinaram a medir palavras, de afetos que não vieram quando deveriam.


Não é apenas defesa: é memória estruturada.


E desbravá-la exige muito mais do que curiosidade — exige coragem, cuidado e, sobretudo, disposição para lidar com o que pode não ser tão simples.


Por isso, há um certo risco em quem não ousa ir além.


Não porque sejam perigosos em essência, mas porque podem tentar transformar o outro em algo raso, reduzido, confortável demais para caber na própria limitação.


E ser reduzido é, de certa forma, uma violência muito sutil: é ter sua complexidade ignorada em nome da conveniência.


Temer essas pessoas, então, não é fraqueza.


É um instinto que nos lembra do valor daquilo que guardamos.


É reconhecer que nem todos estão prontos para acessar o que há de mais sensível — e que isso não diminui o que somos, apenas revela onde não devemos insistir.


No fim, permitir-se esse temor é também um gesto de respeito consigo mesmo.


Porque nem toda presença merece travessia, e nem todo olhar está preparado para enxergar além da superfície.


E tudo bem.


Há profundidades que não foram feitas para qualquer um alcançar.⁠

⁠⁠⁠Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!




Façamos Barulho!?!




Há quem pense que Deus só ouve palavras perfeitamente organizadas, discursos eloquentes ou orações longas.




Mas a história da fé sempre revelou outra verdade: o Céu reconhece sons que a Terra nem sempre consegue explicar.




As lágrimas silenciosas têm voz!




Elas denunciam a dor que a boca já não consegue traduzir.




Gritam quando o coração está cansado, quando a esperança parece pequena e quando a alma insiste em permanecer de pé, mesmo ferida.




E, se até esse silencioso barulho alcança os Céus, quanto mais a oração que nasce de um coração rendido e machucado.




Orar não é informar a Deus sobre aquilo que Ele desconhece.




Ele sabe de todas as coisas!




É declarar que, apesar das circunstâncias, continuamos acreditando que existe um Deus capaz de transformar o que parece impossível em testemunho, o deserto em caminho e a espera em propósito.




O mundo faz barulho para espalhar medo, desesperança e confusão.




A fé faz barulho para anunciar confiança, esperança e vida.




Cada oração sincera rompe o silêncio da resignação.




Cada joelho dobrado desafia a lógica da derrota.




Cada “amém” pronunciado com convicção ecoa muito além das paredes ou abismo onde foi dito.




Talvez o milagre que esperamos ainda não tenha acontecido porque estamos ouvindo mais o barulho do mundo do que o da nossa própria fé.




Então, que nossas orações sejam mais altas do que nossos medos.




Que nossa confiança fale mais forte do que nossas dúvidas.




E que nossa esperança nunca se cale diante das “impossibilidades”.




Porque, se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus… imagine o Barulho da Nossa Oração.




Façamos barulho!?!




O Céu continua nos ouvindo!




Amém?!?

"Defenda sempre nossa democracia e nunca o seu político de estimação."