Nossa Amizade Nao Acabou

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Roubar a paz é roubar as vidas das pessoas. A nossa Nação é preciosa, zelemos pela paz que é um Bem tão raro nos dias de hoje.

A três capitanias
a nossa amada terra
de Santa Catarina
ela as pertenceu,
depois foi o último
nome que permaneceu.


O meu coração canta
como uma Araponga,
amar-te a cada dia mais
é a interminável poesia
do nosso destino
porque és bela e digna.


Minha Santa Catarina
na terra na água e no ar,
e escrita na Via Láctea,
aqui é o generoso lar
não desejo outro lugar
nesta vida para morar.


A minh'alma de Imbuia
é feita sob a luz do Sol
e também da Lua,
sempre ao Bom Deus
por esta terra agradece
todo o dia em prece.

A memória mesmo


a mais dolorosa


faz parte da nossa


identidade nacional,


Para que crimes


e erros do passado


não mais sejam repetidos,


Se eu pudesse sairia


em busca dos corpos


dos heróis caídos.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reconstrução


pela memória histórica


dos nossos heróis caídos.






Ah! Se eu pudesse


pediria profundamente


perdão público com


devido cerimonial por tudo


aquilo que não tem perdão;


E como sou pequena


apenas posso pedir perdão


dedicado neste poema.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reunião


de líderes religiosos


para sempre orarem


por nossos heróis caídos.






Não é pedir demais


que alguém da nossa Pátria


se lembre que é preciso


construir um memorial


para que a História


do Massacre dos Porongos


se torne por todos conhecida


e nunca mais seja esquecida.A memória mesmo


a mais dolorosa


faz parte da nossa


identidade nacional,


Para que crimes


e erros do passado


não mais sejam repetidos,


Se eu pudesse sairia


em busca dos corpos


dos heróis caídos.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reconstrução


pela memória histórica


dos nossos heróis caídos.






Ah! Se eu pudesse


pediria profundamente


perdão público com


devido cerimonial por tudo


aquilo que não tem perdão;


E como sou pequena


apenas posso pedir perdão


dedicado neste poema.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reunião


de líderes religiosos


para sempre orarem


por nossos heróis caídos.






Não é pedir demais


que alguém da nossa Pátria


se lembre que é preciso


construir um memorial


para que a História


do Massacre dos Porongos


se torne por todos conhecida


e nunca mais seja esquecida.

Luar Crescente que faz
o coração sorrir bonito,
Que ilumina com carinho
a nossa cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
que plena reina no peito.


Com lábios perfumados
de Framboesa-Negra,
É aqui por alguém
aguardo para ter até o Sol
como testemunha
que somos predestinados
a ser um casal apaixonado,
e que há de tratar o amor
com dedicação e cuidado.


O quê há de mais poético
não é de hoje que tenho
para ele preservado,
Ele é meu e eu sou dele,
e será uma festa por
este dia que é tão esperado.

Ela era lavadeira, cantadora
e fazia do coração grande
um altar como devota
zelosa de Nossa Senhora;
A criançada gostava
de ajudar a pendurar
as roupas só para ouvir
a saudosa Idalina cantar.


Ela era nordestina e irmã
presente das vizinhas,
que oferecia sempre
o melhor para alegrar,
Coragem naquela mulher
tinha para esbanjar.


Nunca esqueci do dia
que ela pediu ao marido
colher côcos para uma
surpresa nos preparar,
Os anos se passaram,
e nada da memória
conseguiram apagar.


De um dia para o outro
quando voltamos como
de costume para ouvir
ela cantar enquanto
as roupas ela lavava,
A gente também cantava
se importar com nada.


Era somente a gente
naquele distante lugar,
não havia ninguém
para da algazarra reclamar
e o tempo passava
por nós sempre devagar.


Assim que terminou
de lavar as roupas
que não eram poucas,
Nos chamou até a sala,
vimos a mesa arrumada
com uma bela toalha
e guardanapos rendados,
Como a realeza viesse
ali conosco se sentar.


Ela pediu para esperar,
fez a criançada rezar,
E foi assim que não fui
somente eu que provei
o mais autêntico Manjar,
que deixou essa memória
bonita para compartilhar.

Dar espaço para tudo
melhorar entre nós,
onde eu e você tenhamos
sempre a nossa voz.


O mundo está em guerra,
nós não precisamos dela,
e nem que ela venha ser
puxada para a nossa terra.


Só quero que saiba que
floresce a Paineira Rosa,
os guarás sobrevoam,
e tudo sempre passa.


Fazer daqui um lugar
melhor é voto particular,
que cabe cada um levar
sem deixar se perturbar.

O Artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos converge para o Artigo 5º da nossa Constituição Federal.


Tudo pode ser dito, desde que não se pretenda a demonização individual ou coletiva; este espaço de fala é o que conhecemos por Liberdade de Expressão.


No mais, o que deve ser criticado, deve sê-lo sem fronteiras e sem a necessidade de amparo em modelos pré-estabelecidos.


A liberdade de crítica, contudo, jamais pode flertar com o abuso de direito. Simples assim.

Sempre que o Rio Itajaí do Norte
corteja a nossa Mata Atlântica,
é ali que me encontro no meio
da Santa Catarina romântica.


Ouço o seu nome nome Hercílio
no murmúrio da nascente
em Papanduva e na foz augusta
do Rio Itajaí-Açu sob o Sol ou a Lua.


Desde que me dou por gente
tenho neste rio o sustento,
e o sentimento pertencente.


Porque sou o Rio Itajaí do Norte,
e ele também me é por sorte,
é um amor sereno que dele só viverei.

Com flora e fauna em comum partilhada,
ergueu-se Abya Yala, nosso continente,
a nossa América do Sul amada.


Muito antes da Pátria Brasileira
ser imaginada ou criada,
pelas mãos indígenas abençoadas,
há milênios a Mandioca foi cultivada,
ela é raiz ancestral da nossa Pátria.


Do Chuí ao Caburaí, em terra antiga,
nasceu e cresceu enraizada,
a Mandioca histórica,
generosa, raiz forte e poderosa.


Dela os tupis extraíram a farinha de Tapioca —
herança ancestral, pura e sagrada,
que ganhou os corações de outras gentes.


Pelos mares, os portugueses a carregaram
para Goa, Damão, Diu e Nagar Haveli,
onde a planta se fez abençoada,
acolhida e por muita gente cativada.


Em Kochi, Kannur, Kozhikode e Mumbai,
mesmo sem colônia celebrada,
a tapioca encontrou acolhida, celebrada
e passou a fazer parte da mesa farta.


Assim viajou a raiz sul-americana,
que uniu dois continentes
através dos navegadores portugueses,
entrelaçando as nossas gentes.


A Nação Brasileira, orgulhosamente,
reconhece a herança indígena profunda
que escreveu no coração para sempre
a sua linda história heroicamente.

Rejeito qualquer euforia,
quero calma e sintonia
para calibrar o medidor
real da nossa energia.


Decidi além da rendição,
e sem perceber rasguei
os manuais de sedução.


A rotação e a translação
movimentaram o coração.


É intenção e companhia.

O céu noturno de quando foi assinado
o decreto da nossa Bandeira Nacional,
foi desenhado com exatidão e esmero
como no próprio Hemisfério Austral,
Na justa posição astronômica em que
as vinte e uma estrelas se encontravam,
assim todos homenagem prestaram.


Depois mais seis novos estados surgiram,
e em vinte e sete estrelas resultaram.
Há quem as queira no futuro delineando
o contorno do mapa da nossa Nação;
Penso que ninguém mais deve tocar
no nosso augusto e primoroso Pavilhão.


A base de orientação no céu noturno
alimenta a memória e o próprio coração,
erguendo a história da memória
e na afetividade da nossa Pátria inteira
com as grandezas da arte e da ciência,
para prestarmos eterna e total reverência.

Flor-de-seda que desabrocha
na nossa América Tropical
que a borboleta com delicadeza
pousa amorosa sem igual.


Confessoras do intenso fascínio
sentimental de um mistério
que talvez não seja elucidado,
por anos tem me apaixonado.


Quero que revele-se vasto como
o nosso Hemisfério Sul estrelado,
e se preciso o manterei segredado.


Não falo o que não posso cumprir,
mas juro que farei com empenho tudo
para mantê-lo preservado do mundo.

Percebi galeanamente
na própria pele o efeito
do que são as veias abertas
da nossa América Latina,
Embora se misture
com leveza e toda a delícia.


Sinto que estou na tua
e você ardente na minha,
levando na carne profunda
a dor da nossa gente,
Vivendo tudo ao mesmo tempo
o que a gente muito sente.


Carrego o mesmo balanço
da Palma de Cera Quindío,
nascida no Vale do Cocora.
Não é de hoje que por ti suspiro
e minh’alma inteira se enamora.


No ritmo vivo do Rio Quindío,
é para tua direção que sempre
tenho buscado o caminho,
perdidamente amoroso,
para que não fique só em sonho.


De ti jamais abrirei mão,
porque sempre que te percebo,
o peito se põe a tocar bambuco,
por loucura de amor e impulso,
mesmo que o mundo diga
que ando flertando com o absurdo.

Tainha na folha de Bananeira


⁠Tainha na folha de Bananeira
sabor amoroso ancestral
da nossa Pátria Brasileira
ainda vivo na existência,
Eu aprendi a fazer como
escrevo os meus poemas.

A Pureza vive em nossa essência, a Felicidade floresce em nossa vida e o Amor une todos os corações. ❤️

O Amor de Deus floresce em nosso coração e ilumina cada passo da nossa caminhada. 🌟❤️

Quero que a nossa rotina seja sempre o toque, e que o nosso vício seja sempre um ao outro.
_Enzo Ruchell_

O melhor caminho a seguir: Nossa Verdade! ⁠

A guerra e a paz está na nossa mente.⁠

⁠Imaginando o desgosto em viver a vida dos outros, pode-se imaginar o desgosto em viverem a nossa vida.

Dicas e palpites por vezes não tem validades, pois são codificadas especificamente para cada história.

Está tudo certo.