Nossa Amizade Nao Acabou

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⁠Nossa beleza não está nos cabelos! A Unção está dentro de nós! E a Palavra em nossas línguas como fogo!

Somos perdoados para que nossa culpa não nos afaste de Deus. Somos justificados para que nossa condenação não nos afaste de Deus.

Deus Não Vai Deixar Ninguém Atrapalhar Nossa Felicidade❣

A nossa imperfeição não impede o Amor de Deus, pois o Espírito Santo é um Presente dado pela Graça Divina, e não por mérito humano. Ele habita em nós para nos transformar dia após dia, ajudando-nos a crescer na Fé mesmo com as nossas falhas. P.G

A solidão não é triste...
Na maioria das vezes ela é nossa única companhia e até melhor que muita gente ....
A solidão se tornou minha melhor amiga e nunca fui embora... Quando eu chorava , quando eu sofria, adivinha quem estava lá? Sempre ela... Minha fiel escudeira... A solidão não é vazia... Ao contrário , ela tem muita história pra contar de coisas que não falamos pra nenhuma pessoa...

a níveis cósmicos

Talvez algumas pessoas não voltem para a nossa vida.

Talvez elas nunca tenham realmente saído.

A gente só aprende a conviver com a distância. Aprende a seguir a rotina, conhecer outras pessoas, ocupar os espaços vazios e fingir que certas histórias ficaram para trás.

(receio de parecer redundante)

E funciona.

Até o dia em que a gente se encontra de novo.

Então acontece uma coisa simples demais para ser ignorada, parece que nada precisou ser recuperado.

A conversa volta ao lugar onde parou. A risada ainda tem o mesmo efeito. Os apelidos continuam fazendo sentido. É como se o tempo tivesse passado para todo mundo, menos para nós dois.

Talvez seja isso que torna algumas pessoas tão difíceis de transformar em passado. Porque, com elas, o passado nunca parece completamente encerrado.

A gente pode passar meses tentando ficar longe, convencendo a si mesmo de que é melhor seguir caminhos diferentes. Mas, quando estamos no “mesmo lugar”, existe uma familiaridade que não precisa ser chamada.

Ela simplesmente aparece.

Como se alguma coisa dentro de mim dissesse

“Ah. Era aqui.”

E tudo volta a funcionar. Não de um jeito perfeito, mas natural.

A conversa se desenrola sem esforço. Uma piada puxa outra, um assunto qualquer vira uma conversa de horas e, quando percebo, estou falando de coisas que COM CERTEZA não contaria para mais ninguém.

Com você, eu não preciso escolher tanto as palavras. Existe um idioma que construímos sem perceber. Você sabe onde tocar para me fazer rir, entende meus silêncios, reconhece minhas manias e percebe qual versão de mim está aparecendo.

Talvez essa seja uma das formas mais profundas de intimidade, não precisar reaprender alguém.

A gente já se conhece.

Só precisou se reencontrar.

E é aí que tudo fica estranho.

Quando estamos longe, parece possível seguir em frente, colocar cada coisa no seu lugar e aceitar que algumas histórias pertencem ao passado. Mas, quando estamos juntos, o mundo parece discordar.

As cores ficam mais vivas. As coisas pequenas ganham importância. Uma conversa qualquer parece suficiente para salvar o dia. Um problema enorme perde o tamanho, não porque foi resolvido, mas porque estamos ali.

Você não melhora a minha vida como quem chega para consertá-la. Você me faz lembrar de como é gostar dela.

Não precisa trazer respostas, prometer que tudo vai dar certo ou mudar alguma coisa. Basta estar. E alguma coisa em mim descansa.

É como se meu corpo reconhecesse uma casa que minha cabeça passou muito tempo tentando esquecer.

Talvez por isso eu tenha a sensação de que nos conhecemos há mais tempo do que deveríamos. Como se a nossa história tivesse começado antes da primeira página que consigo lembrar.

E existe uma coisa ainda mais difícil de explicar mesmo quando a distância vence, alguma parte de mim parece continuar orientada na sua direção.

Não é pensamento. Não é exatamente saudade. É uma espécie de insistência silenciosa.

Como se os olhos ainda soubessem procurar você antes mesmo de eu perceber que estou procurando. Como se meu corpo tivesse guardado, em algum lugar que a razão não alcança, uma noção muito particular de onde você está.

Talvez seja por isso que, entre tantas pessoas, tantos lugares e tantos caminhos possíveis, existe sempre alguma coisa estranhamente familiar quando o caminho termina em você.

Como se certas conexões não dependessem de proximidade para continuar existindo.

A gente pode até tentar ficar longe, mas distância não é o mesmo que ausência. Distância é quando não estamos juntos. Ausência é quando a pessoa deixa de existir dentro da gente.

E você nunca chegou a esse lugar.

Não é que eu precise de você para existir. Nós dois conseguimos viver separados. Mas, quando existe a possibilidade de compartilhar a vida, aparece uma vontade maior do que a lógica.

Ela não pergunta se é conveniente. Não calcula a distância, não consulta o calendário nem faz uma lista de motivos. Apenas olha para tudo que está no caminho e pergunta

“Tá. Mas como a gente faz?”

Os obstáculos continuam existindo. Só deixam de parecer maiores do que a vontade.

A distância vira um detalhe. O tempo pode ser atravessado. O medo vira conversa. O passado deixa de ser uma sentença e passa a ser apenas parte da história.

Porque existe alguma coisa entre nós que não se repete.

Não é só química, saudade ou carinho.

É reconhecimento.

É olhar para alguém que eu já conheci de tantas formas e ainda encontrar algo novo. É saber quem você é e, mesmo assim, continuar querendo descobrir quem está se tornando. É ter história suficiente para entender o silêncio e curiosidade suficiente para continuar perguntando.

E talvez seja justamente isso que torna tudo tão difícil de explicar, há coisas que a gente entende sem saber dizer como. Um olhar que encontra o outro no meio de uma sala. Uma presença que o corpo percebe antes da cabeça. A sensação de que, mesmo depois de tantos caminhos diferentes, existe uma espécie de direção que nunca deixou de existir.

Não sei se algumas pessoas ficam gravadas na memória.

Talvez fiquem em lugares mais profundos do que isso.

Quando compartilhamos a vida, mesmo que por pouco tempo, existe uma paz difícil de explicar para quem olha de fora.

Ninguém entende completamente as nossas piadas, os apelidos, os silêncios ou o motivo de uma frase qualquer fazer nós dois rirmos daquele jeito.

E talvez nem precise entender.

Algumas coisas ficam mais bonitas quando não podem ser traduzidas. Existem relações que podem ser explicadas e existem relações que só podem ser vividas.

A nossa parece pertencer a segunda categoria.

É por isso que nada se compara. Não porque não existam outras pessoas incríveis, mas porque nenhuma delas é você. Nenhuma carrega exatamente a nossa história, conhece a nossa língua ou sabe chegar naquele lugar específico dentro de mim.

O que mais me impressiona é que nós já tentamos ficar fora da vida um do outro. E, ainda assim, quando voltamos a compartilhá-la, tudo parece fazer sentido rápido demais.

Como se, apesar de todos os caminhos diferentes, alguma parte de nós ainda soubesse voltar.

E talvez o mistério não seja entender por que continuamos sendo puxados um para o outro.

Talvez seja perceber o que acontece quando paramos de resistir.

O mundo fica mais leve. A conversa acontece. A vontade vence algumas distâncias. Os problemas diminuem de tamanho. A gente volta a falar aquela língua que só nós dois conhecemos.

Por algumas horas, não existe passado, futuro ou necessidade de definir nada.

Existe você.

Existe eu.

E existe a sensação quase inacreditável de que, entre todas as possibilidades da vida, estamos exatamente onde deveríamos estar.

Quando estamos juntos, não parece que estamos começando de novo.

Parece que, depois de tanto tempo tentando ficar longe, finalmente paramos de lutar contra algo que sempre soubemos

juntos, existe paz.

Existe paz quando abraçamos as nossas crianças internas, um refúgio.

E talvez você não faça a minha vida parecer melhor.

Talvez você faça a vida parecer o lugar certo.

Não existem merecedores escolhidos para nossa bondade, justiça, respeito e caridade. O acolhimento não é em si uma dadiva de troca. Na minha verdade é sim, uma conduta amorosa do espirito digno frente a vida que emana incessantemente a luz e a esperança, diante a todas escuridões de tudo, a todos semelhantes em nosso tempo, em qualquer lugar que se manifestam por movimentos contrários e equivocados a harmônica iluminação humana.

O campo escuta a nossa coerência e não a nossa performance

Não se impressiona com a correria:Mas, Com a harmonia e com o sistema nervoso vibrando em espectativa



É quando o quântico escuta e quando se alinha com a nossa vibração

Existe um alinhamento, uma coerência, umaIntenção e corpo se alinha com tudo

E com o todo:

É a realidade final de toda a manifestação

Paz no 💓

O algoritmo calcula nossa relevância; o Direito deve recordar que dignidade não é uma métrica.

"O conhecimento é o portal que expande nossa mente para ver um mundo que ainda não conhecemos.

Aprender a selecionar onde pomos a nossa energia não é orgulho, é maturidade.


Guardar o nosso melhor sorriso e o nosso tempo para os lugares onde a nossa presença é celebrada, e não apenas tolerada.


Quando dispersamos a nossa energia para viver de aplausos, não damos atenção ao que o coração nos diz, podemos perder o que Deus nos quer oferecer de belo e que nos estava destinado!

nossa liturgia.

Entre nós há uma distância
que nenhum mapa saberia medir,
porque não se mede em léguas
o que duas almas precisam conter
quando nasceram querendo se encontrar.

Há cidades entre nossos passos,
noites inteiras entre nossas mãos,
e uma espécie de silêncio
que aprendemos a chamar de prudência
para não chamar de paixão.

Tu sabe.
Eu sei.

E talvez seja justamente isso
o que torna tudo tão difícil
não há dúvida que nos salve,
nem inocência que nos proteja.
Há apenas essa certeza mútua,
quieta e quase cruel,
de que se fosse fácil,
nós já teríamos vivido tudo.

Porque há um amor reprimido
morando no intervalo das palavras,
um incêndio educado pela distância,
uma vontade que baixa os olhos
toda vez que o desejo ameaça dizer seu nome.

E quando penso em ti,
não penso somente no encontro.

Penso naquilo que viria depois dele
a demora dos dedos,
o repouso da cabeça junto ao peito,
o abraço que não teria pressa de acabar,
como se nossos corpos finalmente descobrissem
uma língua que a boca jamais aprendeu.

Talvez nossas mãos já se procurem
sem que saibam.

Talvez, em alguma noite distante,
quando o sono demora e o quarto se cala,
tu também imagine minha presença
chegando devagar,
como quem atravessa a escuridão
sem querer acordar a saudade.

E eu te imagino fazendo o mesmo.

Dois desejos separados por quilômetros,
dois corações fingindo serenidade,
duas vontades absurdamente próximas
vivendo em geografias diferentes.

É estranho amar assim.

Ter alguém tão perto do pensamento
e tão longe da pele.

Saber o caminho até os olhos,
mas não poder percorrê-lo.
Conhecer a curva do sorriso,
mas não poder guardar o rosto entre as mãos.
Querer dizer fica
quando tudo ao redor insiste em dizer longe.

E talvez seja por isso
que nosso amor pareça tão pequeno por fora
e tão imenso por dentro.

Porque aquilo que poderia ser vivido
precisa ser imaginado.

O beijo se torna hipótese.
O abraço, memória de um futuro.
O toque, uma espécie de oração
que ambos fazemos em silêncio.

Mas há uma coisa que a distância não conseguiu levar

a vontade.

Ela permanece.

Permanece quando conversamos,
quando nos despedimos,
quando fingimos que certas palavras
não carregam segundas intenções.

Permanece naquela fração de segundo
em que nossos olhos se encontram
e ninguém sabe muito bem
quem desviou primeiro.

E se um dia a distância ceder,
se o acaso for gentil conosco,
se as estradas finalmente resolverem
terminar no mesmo lugar,

não haverá muito o que explicar.

Talvez apenas silêncio.

Porque depois de tanto tempo
reprimindo o que sentimos,
o primeiro toque dirá tudo.

E haverá nos nossos corpos
a estranha familiaridade
de quem esperou demais
por algo que sempre soube reconhecer.

Então talvez descubriremos
que não era exagero,
nem carência,
nem fantasia.

Era somente amor
sem espaço suficiente para acontecer.

E quando houver espaço,
quando não houver mais quilômetros
entre a tua mão e a minha,

não haverá pressa.

Haverá fome de presença.

Haverá o abraço demorado
de quem finalmente pode tocar
aquilo que passou tanto tempo
amando de longe.

E talvez seja essa a nossa tragédia

não nos falta amor.

Como não observar o passado, ver que nossa trajetória juntos é uma dádiva doada por Deus, é ele quem nos concede o sopro e o tempo de vida. Lembrar os momentos de apoio de incondicional, refletir sobre à solidariedade, o firme propósito do companheirismo, os segredos guardados no incrivel compromisso de guardá-los para eternidade, nossos risos fáceis de se realizarem, estes ficaram presos em nossos corações, saber que poderei contar com cada um de vocês já enche meu coração de carinho e felicidade.


Boas festas hoje e sempre!

⁠Se somos⁠ instrumentos divinos e o caos nada mais serve a não ser para nossa evolução, no que se diferem os anjos dos demônios?

A vida não para quando o trabalho termina. Apenas muda de direção.
Nossa mente é como um jardim: aquilo que cultivamos é o que cresce.

Deus opera onde o nosso coração não duvida e nossa mente não acende velas para santos.

Quando pensamos nas coisas lá de cima, não há lugar
para as coisas aqui de baixo ocuparem a nossa mente.

_"Quando não somos nós medindo nossa vida na régua dos outros...
são os outros que usam a nossa vida pra se medir."_*

Quem vai embora nos deixando ausência e silêncio, nos ensina que nossa companhia não pode ser dada para qualquer pessoa.

Bendito desconforto,
Que faz a gente perceber,
que certos lugares não merecem nossa presença.