Nos teus Bracos Depositarei

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A Ibirá-puita-guassú
em floração de outubro,
a aliteração do futuro
nos teus olhos vislumbro
enraizada no coração.


O milagre de ser poesia
retirando o eu todo o dia,
passando a ser mais nós
como quem conversa,
canta, reza e protesta.


Ao encontro com a verdade
devida até onde a leveza
e liberdade se enraizam,
vou para que as asas cresçam,
e os sonhos aconteçam.

Norte e vínculo que não
desfazem porque é forte.


Não consegue tirar por um
minuto os teus olhos de mim.


Nas estações do ano o amor
abrigado no seu interior.


Não conhece mais regresso
porque sou o seu Universo.


Espero é o quê mais o humano,
o quê é certo, absoluto e sincero.


Sob as lanterneiras do paraíso
do inspirador inatingível desafio.


Distância do cálice do que é vão
por preservação e por direção.

Saboreio os teus beijos
a teus pés de joelhos,
No teu peito semeio
um vendaval profundo,
Onde ali permaneço,
e o meu reino estabeleço.


Tudo o quê você quiser
também hei de querer,
Romance nascido austral
não há mais regresso,
Não há de ser distante,
pois está em nossas mãos.

O aroma de Jambu Air
maduro e fresco,
Os teus lábios fazem
festa e desejo.


...


Uma Bunga Kantan
você me deu,
O amor teu
o peito acolheu.


...


Rafflesia desabrochada
pelo caminho que levam
para os teus olhos aos meus,
Poética e benção magnífica
que o Misericordioso Deus
generosamente me concedeu.

Com o regaço todo colado
raptar o Morango-bravo
dos teus sedutores lábios
e pôr os corações disparados.


Beber da tua fonte os beijos
que nos façam refundados,
orgulhosos de ser exagerados
e ostentar os desejos alucinados.


Percorrer a tua cartografia
para com ardor gamahuchar
o dulçor do teu cálice
sem nenhum dedo de brincar.


Dar um intenso beijo de pomar
até colocá-lo para flutuar,
para se entregar nos braços
e a gente de vez se enrabichar.

De longe percebo os teus
olhos desejosos pelos meus,
Sensivelmente imagino
o teu rosto grudado no meu,
Os teus pêlos bem cuidados
acariciando com apego
sensualmente o pescoço,
O teu charme todo fogoso,
sublime e poderosos,
Os teus dedos luxuriosos
tocando o meu corpo
entre injúrias provocadoras
de êxtases e súplicas
como se colhe ternuras
e amoras-silvestres
sem se importar com alturas.


Parece sem nenhum sentido
que algo está porvir sem
explicação, solar e intenso,
com os ventos anunciando
escolhas, capturas e malícias,
Porém, com total pertencimento
celebração e do amor romântico
como do jeito que reza o juramento.

As Plêiades e a Lua
juntas irão dançar,
É um bonito prelúdio
que os teus beijos
pela minha boca
de Morango-silvestre
haverão de gamar.


Não vejo a hora
do nosso dia chegar,
Com toda devoção
iremos nos achegar
para o amor fazer
ninho e conosco ficar.

Abandonar-me aos teus trejeitos
masculinos, protetores intensos
e abrir espaços para ser a cúrcura
sussurrante das tuas adoráveis folias,
Ser a indelével e indivisível ternura
de cada uma das tuas doces manias.


Reinventar-me a cada instante,
no teu coração ser Sapucaia florida
e o teu mais precioso romance,
O encanto constante pelo teu aroma
há de ser o meu viciante feliz sintoma.


Embora esteja escrevendo o que há de ser,
na verdade, está acontecendo dentro,
algo muito peculiar que tem revelado
de maneira inexplicável como doce tormento.

Os teus sussurros inescapáveis
durante a colheita dos Cambucis,
convites plenos e embaladores
ao bom néctar partilhado para render
todo o poder merecido e amor
ao teu brilho sedutor e nele me perder.


O seu fascínio não é mais oculto
e nem mesmo o meu porque
sei que sou eu a tal a bailarina
que dança o inevitável nos sentidos,
e se veste intensamente festiva.


Faço a tua volúpia transbordar
sem volta nas tuas mãos de seda
que escorregadias me tomam
ousadas e soltas para a festa
madura, íntima sem testemunhas;
neste reino sem pejo de muitas luas
feito com todo o charme e cortejo,
que nos meus cabem como luvas.

Sem escapatória o mistério,
o sagrado, o profundo - efusivos;
capturaram os teus sentidos,
e os meus entregue infinitos.


Sem a gente se dar conta
todos os caminhos coincidem
como tudo silenciosamente
que eleva o senso de rebeldia.


O inevitável e o imensurável
orbitando ao redor da minha
intimidade têm sido inefável.


Como quem faz convicta uma
colheita de Pêras-do-cerrado,
viver sem amor será passado.

Emaranhável e sutil para alcançar
os teus vezos e o entranhável,
Sem nenhuma vírgula para o desejo,
na adorável queda de arrebatamento
com aperreamento e o bel aprazimento.


Celebrante da querença e benquerença
sem retoque atualizo o romantismo
que dizem ser arcaico e enlevo ao passo
como quem luta sem lutar com igual
chama das lutas populares pelas ruas
se espalhar para cobrar-te sem cobrar
as prendas e os deleites de alta voltagem.


Alembrar e amiudar em estado de fascínio
absoluto o fascínio velado com sussurros,
no afã de sussurrar mormaços e fervuras
para plantar a cobiça, a languidez riscar
​- cuido dos detalhes para a gente desvairar.


Certa da tua rendição deliberada de que
há cair sem demora nos meus braços,
para entre os meus beijos receber
grumixamas e os espaços com a sua
doce insurgência amainada no meu colo,
ouvindo você declarar definitivamente
extasiado que está vivendo o seu sonho
mais amoroso dentro do possessivo território.

O Canto de Reis envolvente
me leva a encontrar os teus
maravilhosos olhos felizes,
Debaixo do Angico-branco
no levando pelo ritmo hipnótico,
Proclamei-te como o meu
sublime amado erótico,
Assim eternizei na mais
alta tradição poética da terra,
Para que fique bem claro
que o amor não permite guerra,
e renova os votos de paz
por ter encontrado o que terna.

Próxima dos teus lindos lábios
desfrutar do estouro do Maqui,
Desacatar com sensual gosto
e roubar-te o teu beijo saboroso,
Celebrar cada vezo divino - teu,
e ser grata que elegeste ser meu
paraíso que Deus criou e me deu.

No silêncio desta

noite nos prevejo

no giro do carrousel

dos teus abraços

e adorando os seus

beijos no melado

doce dos teus lábios.



Na galáxia dos teus

olhos profundos

navego ao ponto

de perder horas a fio

nos teus castanhos

e sublimes mistérios

de nossos desidérios.



É a lembrança do

que não vivemos,

porém sentimos

como já nós nos

conhecêssemos,

e silenciosamente

nos pertencemos.



De maneira mística

a sua presença

e a ausência capto

como estivesse diante

das minhas vistas,

Não fazes nem idéia

de cada sonho que

venho embalando

e reinaugurando

o Ano Novo a todo

o romântico instante.



A verdade nós dois

sabemos o quê já

está escrito sobre

tudo aquilo que

nos faz a cada

dia mais unidos

e mais absolutos.

Apreende na tua

sede os teus

lábios aos meus.



Porque não

sei nem por

onde começar...



Apreende na tua

fome o meu

corpo ao teu.



Porque longe

de mim

querer me

salvar de ti.



Apreende o meu

peito bem

unido ao teu.



Em ti não

serei mais eu,

seremos

o infinito.

Desvende-me em teu olhar,

Eis-me aqui para te contar:

Nos teus olhos celestes

Resolvi uma estrela buscar.



Surpresa doce e íntima,

Com o tom de revolução,

Por ti vivo a sorrir...,

Viraste a minha doce canção.



Entregue-se ao meu tocar,

Eis-me aqui para te amar:

Os nossos corações solares

Um dia hão de se reencontrar!...



Talvez no alto da montanha,

Ou na beira do mar;

Talvez, talvez, talvez...,

Quando a gente não planejar.



Agarre-se a nossa glória,

De escrever entre os beijos

A nossa história...,

Indizivelmente nossa.



Em salto e altura,

Não haverá queda livre,

Porque sinto-me tua;

Contigo estou segura.



Não vim parar à toa,

Surpreendendo-te

No céu de (Bruges),

Em queda livre,

Libertando-te,

Pairando leve,

Envolvendo-te

Para que o teu coração

Nos faça (entregues).



Amar o amor faz parte

Da honra, da vida,

Da poesia e da arte;

Da nossa ida

Pensando na volta;

O amor abriu a porta...

Os teus lábios sedutores

Por eles morro de amores

Tão lindos e doces lábios

De todos os lábios que ousei

Tão meus e róseos lábios

Os lábios que por eles pequei.



Ah!... esses lábios róseos

Tão lindos e repletos de sol

Por eles esqueço do mundo

Vejo no céu os tons mais flóreos

Todos por esses lábios de sol

Dourados e etéreos lábios...



Os meus lábios pecadores

Pelos teus lábios morrem de amores

Tão ternos e repletos lábios de calor

Se eu ficar com os teus lábios

Juro, que eu sou capaz de viver

Somente de amor - e nada mais!...

O mundo do consumo é maravilhoso, mas ele não pode sacrificar os teus valores e as tuas nobres crenças, se ele te exige isso, não há dinheiro que compensa a tua falta de paz interior.

⁠Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,

(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),

Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,

(Sem chance de fugir
ou querer regressar),

Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,

(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),

Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,

(Sem querer cheguei
para em ti morar),

À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,

(Doses de café,
desejo e melancolia);

Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.

⁠Feitos de amor
a primeira visão,
Foi com os teus
lábios de algodão
Que conquistaste
o meu coração,
Somos sedução,
paixão e festa
para fazer qualquer
um morrer de inveja.