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Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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“Sejamos a calmaria na vida dos nossos irmãos, sem nos desfazermos daquilo que somos."

Quando nos observo, vejo que somos movidos pelos nossos sentimentos, e através deles somos capazes de dominar tudo que está a nossa volta, seja no céu, na terra ou no ar. Só ainda não somos capazes de dominar a nós mesmos, homens feitos de sentimentos...

"Povo bom somos nós, os brasileiros, sempre com os nossos inofensivos e intermináveis blá-blá-blás, pq, no fim das contas, continuamos a ter o governo que merecemos. O político cada vez mais rico e, nós, os trabalhadores (honestos), cada vez mais lascados, afinal, quem puxaria a carroça, não é mesmo?"

Como podemos pedir piedade a Deus, se somos tão impiedosos com nossos irmãos!

⁠"Somos PERFEITOS ADVOGADOS de nossos próprios erros, mais quando se trata dos erros do próximo passamos a ser ÓTIMOS JUÍZES."

—By Coelhinha

⁠Nós somos ricos de saúde, mas ainda falta curar a pobreza de saúde causada pelos nossos desejos inesperados e condições incapazes.

A escravidão mais amarga é aquela em que somos cativos dos nossos próprios caprichos e humores. O homem que se governa através da disciplina não está preso a regras; ele está livre da tirania da sua própria preguiça.

Ainda que exijam nossos antecedentes,
Nossa consciência atesta quem somos.

Nós somos a pura essência dentro de nossos corações, o que resta é aparência.
Nunca prive a transparência da alma pois é sua verdadeira identidade.

Somos tão reféns dos nossos vícios, que vivemos buscando motivos para justificá-los.

Somos comedidos nas conquistas e vorazes no sofrimento.
Depois, questionamos nossos desequilíbrios.

Nossos erros não definem quem somos, mas oque fazemos em relação a eles diz muito sobre nós.

Às vezes somos devorados pelos nossos medos...
Medos até bobos, pensamentos de dar arrepio.
Qual a fonte, qual o controle, num mundo totalmente ansioso e de acontecimentos.
Na esperança de escapar, e de dias melhores, esperamos o amanhã...
A sociedade moderna, hoje vende o ilusionismo, o impressionismo, do nosso tempo.
Dilacera , emoções, vidas e sonhos atreladas ao capitalismo, sem fim...
Uma grande minoria, dita as regras e uma boa porção alimenta-se de si e dos outros.

⁠Somos
quase todos
Juízes Seletivos:
só condenamos pecados que diferem dos nossos.


Talvez haja algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em apontar o dedo para aquilo que não nos espelha.


Condenamos com muita firmeza o erro alheio, desde que ele não dialogue com as nossas próprias falhas.


É uma justiça que não nasce do compromisso com o certo, mas da necessidade de preservar a própria imagem.


Quando o erro do outro é distante do nosso, ele nos parece mais grave, mais imperdoável, mais digno de punição.


Mas quando nos reconhecemos na falha — ou na pessoa detrás dela —, ainda que parcialmente, nossa régua muda: relativizamos, contextualizamos, buscamos compreender.


Não há Passação de Pano gratuita: ela nasce da identificação, do pertencimento.


A mesma ação pode ser vista como crime ou deslize, dependendo de quem a comete — ou de quem julga.


Essa seletividade não é apenas hipocrisia; é também um mecanismo de defesa.


Admitir que o erro do outro se parece com o nosso exige muita coragem.


Exige desmontar a ilusão de superioridade moral que sustenta muitos dos nossos julgamentos.


É mais fácil condenar do que refletir, mais simples punir do que reconhecer.


O problema é que essa lógica distorce totalmente a nossa percepção de justiça.


Passamos a viver em um tribunal invisível, onde cada um absolve a si mesmo enquanto endurece a sentença do outro.


E, nesse processo, a empatia se enfraquece, o diálogo se rompe e a compreensão dá lugar ao rótulo.


Talvez o verdadeiro exercício moral não esteja em julgar menos, mas em julgar melhor — com a consciência de que somos, todos, imperfeitos.


Reconhecer isso não nos torna coniventes com o erro, mas nos torna mais honestos diante dele.


Afinal, a justiça que ignora a própria fragilidade corre o risco de se tornar apenas vaidade disfarçada de virtude.

E se ninguém enxergar o que somos, não importa.
Há um amor maior guiando nossos passos,
um Deus que escreve linhas retas com nossas falhas.
Com Ele no centro e você no meu peito, até os milagres parecem simples:
amar, persistir e vencer, juntos.

Tem sempre alguém cruzando nossos caminhos e transformando nossas vidas, somos estes predestinados a algo.

Somos arquitetos de nossos destinos.

Somos a cura dos traumas dos nossos pais.

Eu te entendo, Shakespeare.
É bem mais fácil aceitar a ideia de que somos atores, cumprindo nossos papéis na jornada da vida.
Fica mais fácil a partida.

⁠As melhores conexões é você quem faz.
Ou somos autores de nossos destinos ou somos conduzidos pelos pensamentos alheios.