Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
Desculpe-me a franqueza, cara Erika Leonard James, mas são estes os cinquenta tons de cinza que aprecio: os que são pintados no céu num amanhecer chuvoso.
Os julgamentos são cartas que enviamos a nós mesmos, só que em envelopes com o nome dos outros.
(Douglas Duarte de Almeida)
Caminhar lado a lado exige um gesto raro: deixar as ideias descansarem um pouco. As ideias são bonitas, mas traiçoeiras. Nelas, todos somos perfeitos. O filho ideal só existe no pensamento. A mãe ideal também. No mundo das ideias, ninguém falha, ninguém se desespera, ninguém diz a palavra errada na hora errada. É um lugar confortável demais para caber gente viva.
Viver de verdade com alguém é aceitar que o real é meio torto. Que há dias em que a voz falha, a alma murcha, o cansaço transborda. É ter coragem de amar o que existe, não o que imaginamos. E isso é mais difícil do que parece, porque a imaginação é uma costureira habilidosa: ajusta, corta, embeleza. O real, não. O real é áspero, às vezes. Mas é nele que moram os encontros que mudam a vida.
Cada um é o que é. Faz o que dá conta. Ama como aprendeu. E isso não é desculpa: é condição humana. Amar sem tentar caber no molde do outro é um ato de generosidade. Um jeito bonito de dizer: eu te vejo, não pelo que projetei, mas pelo que você realmente é — com suas frestas, suas travessias, suas partes desordenadas.
O amor verdadeiro não exige perfeição. Exige presença. Exige humildade para desfazer fantasias antigas e coragem para ficar, mesmo quando o castelo que imaginamos vira chão. Prosseguir amando, mesmo quando a realidade desmonta o sonho, é um gesto de maturidade que poucos sustentam.
São poucos os amores que suportam a pureza do real. A maioria prefere a maquete. Eu, não. Prefiro a casa habitada, mesmo com as rachaduras. O afeto que existe, mesmo com as falhas. O caminho compartilhado onde dois humanos, imperfeitos e inteiros, aprendem a caminhar juntos — não pela ideia do que deveriam ser, mas pela beleza do que são.
Há um alívio secreto em se jogar sabendo que existe chão. Não falo de certezas — certezas são para quem teme a vida. Falo do chão que nasce dos próprios pés, esse solo íntimo que a gente aprende a cultivar depois de tantas quedas que já nem sabemos mais qual doeu primeiro.
É libertador sentar no meio-fio sem medo de parecer deselegante. Elegância, no fim, nunca esteve na pose, mas na coerência interna. Prefiro o cimento quente da rua me lembrando que continuo vivo do que qualquer palco que exija um personagem. Às vezes é no meio-fio que o coração finalmente se endireita.
Vestir-se de si exige propriedade afetiva. É colocar no corpo — e na vida — as camadas exatas do que se é, mesmo quando isso desagrada expectativas alheias. Sustentar as próprias escolhas é um tipo de musculatura moral: dói no começo, treme no meio, mas mantém a coluna da alma ereta.
E nas crises, é preciso gentileza. Respeitar-se como quem protege algo precioso. Gritar pra dentro, chorar pra fora, respirar onde der. Permitir-se ser humano sem desmerecer a força que existe no próprio caos.
Nas dores, ser colo. Nas alegrias, ser testemunha. Em ambas, gostar de si como quem aprende, depois de tantas tentativas, que o amor-próprio não é um estouro, mas um sussurro persistente que nos chama pelo nome quando o mundo tenta nos esquecer.
A verdade é simples e devastadora: a vida não fica mais leve, é a gente que fica mais inteiro. E quando finalmente sabemos que há sempre um chão — mesmo que seja o das escolhas que sustentamos com o peito aberto — o salto deixa de ser risco e vira rito.
Rito de fé.
Rito de coragem.
Rito de ser exatamente quem se é.
Escolho ajudar porque entendo que muitas palavras de dor são apenas o eco de sofrimentos antigos. Quem ama a humanidade sabe que toda alma carente merece o carinho de quem valoriza a vida e deseja, acima de tudo, o bem de todos.
Eu sempre digo, que palavras são vazias...O que realmente importa são atitudes...Dizer que gosta, qualquer um pode dizer, mas provar com atitudes que realmente gosta, nem todo mundo vai fazer...Te fazer sorrir qualquer um consegue, agora te fazer feliz poucos conseguem...Minha forma de demonstrar que gosto é toda errada, porque eu fico perturbando, enchendo o saco da pessoa, mas quando sei que a pessoa realmente quer carinho, ela não precisa me pedir, eu simplesmente vou dar o que ela quer sem ela ter que ficar pedindo...E isso não é ser emocionado, é ser romântico...E a meta nunca será fazer a pessoa se sentir um lixo, a meta é fazer a pessoa se sentir bem, se sentir especial...Ainda mais quem namora, tem que dizer que a mulher tá linda, bonita, gostosa, essas coisas assim...Quem namora, tem que fazer a pessoa se sentir especial, se sentir amada...Quando se está distante, tem que deixar claro com palavras que você ama a pessoa, mas quando se está perto, tem quem mostrar com atitudes...Fazer 99 mulheres sentir inveja da forma que você trata a única que vive tem, isso sim é prioridade...Na vida, tem dias bons, dias ruins, dias que irão nos fazer querer desistir de tudo, mas se a pessoa passou por todos esses momentos com você, não tem porque você desrespeitar a pessoa, é nessas horas que você tem que agradecer, e realmente fazer valer apena...Eu acho que todo relacionamento seria mais feliz se os homens elogiassem mais as mulheres da forma correta, sem más intenções, apenas pelo que ela realmente é...Todo relacionamento seria melhor se ao invés de ficar só em casa, as pessoas saíssem, não precisa ter dinheiro pra fazer ser um momento especial, basta apenas ser verdadeiro e de coração...Ir numa praça, tomar um refri, comer um salgadinho, tomar um ar diferente, conversar e fofocar das vidas alheias, passar um tempo admirando as coisas... É nessas horas que você realmente percebe que você escolheu a pessoa certa...Deus nunca disse que seria fácil, mas ele prometeu que valeria apena...E sim, eu até posso ser todo errado, mas eu sou realmente romântico, carinhos, e atencioso quando preciso...Eu acho que sei como realmente amar uma mulher, e eu só nasci na época errada...Companhia também não é só carinho o tempo todo, também tem brincadeiras, desde que não ofenda nem machuque os sentimentos desse alguém...Brincar, faz parte de toda relação...Amar, aaaah, amar, essa é a coisa mais maravilhosa dessa vida, quando se é verdadeiro...O amor não machuca, ele cura...❤️🩹
A união, a cooperação, a instrução e a consciência das populações são o terror das elites e a libertação dos povos.
Não tem como acabar com a fome no mundo, porque quem tá no controle são os bancos, as corporações, os investidores, as sociedades… E eles não querem acabar com a fome, com a pobreza, porque a miséria é necessária para manter a riqueza deles.
Se os políticos seguissem as constituições brasileiras, que são o básico do básico, nas quais todos os brasileiros devem ter, pagos pelo estado, moradia, alimentação de qualidade, ensino de qualidade e saúde de qualidade, as pessoas provavelmente não trabalhariam por obrigação, por não haver necessidade, e sim por amor, em uma estrutura social mais cômoda e justa.
Aceito quem eu estou sendo,
Aceito a situação que estou,
Aceito as pessoas como elas são,
Aceito a vida como ela é,
Para, através disso, me aceitar a mudar.
É preciso estar atento nas intenções das escolhas, pois são essas intenções que trazem as consequências, sejam elas boas ou ruins.
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