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Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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Somos netas das bruxas que vocês não conseguiram queimar.

Se temos uma ideia vasta de quem somos, a nossa identidade nunca é ameaçada.

Devemos ser honestos com nosso ideais. Seria um desperdício tentar ser aquilo que não somos.

Passamos boa parte de nossas vidas tentando descobrir o que somos e uma forma de representar o papel que escolhemos desempenhar...
Hoje eu descobri que não existe uma formula certa de como se deve ser... e que o meu eu foi construído na contradição de todas as certezas que já tive e que não tenho uma maneira de ser, mas sou as diversas maneiras possíveis de se ser...



Porque eu sou tão forte que posso assumir minhas fraquezas
Sou tão boa que quando má sou melhor ainda
Sou luz e ausência de claridade
Sou menina sem perder a responsabilidade e maturidade de uma mulher...
Sou atrapalhada mas sei seduzir
Posso te encantar com minhas brincadeiras infantis mas posso te enlouquecer com meus joguinhos adultos
Sou a verdade disfarçada a mentira sincera
Posso ser sua base e sei como abala-la
Sou o romantismo e a modernidade individualista ...
Sou a força que te rege e a força que te destrói
Sou a loucura lúcida destilando toda sua inconseqüência
Sou inocentemente maliciosa... e adoro essa ingenuidade
Sou a flor do campo com espinho no cabo
Desperto os mais sublimes sentimentos e seus terríveis consentimentos
Sou amor e sou desejo...
Sou alma e sou corpo
Odeio ficar sozinha mas não há companhia que me agrade
Sou a ferida e o remédio
Sou a beleza destilando seu charme no equivoco dos seus olhos
Sou a timidez extrovertida... e o silencio ininterrupto
Desvio os olhares mas não sou o centro das atenções
Sou a escolha mais lógica e a menos racional
A complicação e a perfeição
Sou o amor, coração, desejo, pele
Fixada ao presente mas nunca deixo de fazer planos para o amanhã
Posso não ser a construção do belo mas sei espalhar beleza
Tão altruísta que ao dizer isso me sinto muito egoísta
Sou a princesa plebéia
Sou a saudade no olhar, a distancia necessária... sou perdidamente encontrável
Sou manipulável e manipulada...
Adoro as diferenças do mundo e odeio o que elas causam
Adoro ser um mistério... adoro mais quando alguém o decifra
Adoro o colorido, o preto e branco e o púrpura...
Sou a felicidade triste e a tristeza mais feliz já existente
Sou a vida induzida, a bagunça organizada
O seu perdão e sua condenação
Sou a companhia agradável no fim de tarde... e a pior pessoa pela manha...
Sou o carinho gélido
A covinha no sorriso
Sou a lealdade nata descontraída na incerteza do pérfido
Sou a inconstância perseverante
Sou dominante e dominada
Sou calmaria, sou fera
Sou olhar doce misturado com a inquietude
Posso ser o certo e o imperfeito
O horizonte seguro na inconstância do meu ser
A personalidade formada totalmente indutiva
Sou eu assim na diversidade das minhas próprias palavras e na limitação das mesmas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Não interessa quem somos ou quem vamos nos tornar. O que vale é o que carregamos dentro de nós.

Em tese, somos capazes de nos apaixonar por tantas pessoas quantas sejamos capazes de lembrar, o limite é este, não um ou dois, ou três, ou quatro, ou cinco, ou dezessete, todos esses números são arbitrários, tirânicos e opressores.

João Ubaldo Ribeiro
RIBEIRO, J.U., A Casa dos Budas Ditosos. Editora Objetiva, 1999

Nós somos muito bons em nos auto-convencer a continuar na zona de conforto. A gente é muito bom em enrolar a gente mesmo.

Somos o que somos e por mais que queiramos ser aquilo que não somos, mais continuaremos a ser aquilo que realmente Somos.

Todos somos iguais,diferentes apenas na forma de ser igual.

Quando o assunto é família, no fundo, ainda somos crianças. Não importa o quão velho fiquemos, sempre precisamos de um lugar para chamar de lar. Porque sem as pessoas que você mais ama, você não pode evitar em se sentir sozinho no mundo.

Somos humanos! É impossível continuar puxando a carroça ao lado do cavalo que acabou de lhe dar um coice, fingindo que nada aconteceu.

Ainda somos os mesmos...

Elis Regina

Nota: Trecho da letra da música "Como Nossos Pais", composição de Belchior

Somos atrasados, somos ultrapassados por nossa pressa
só percebemos o amor a tempo de lembrá-lo
só descobrimos que era a última chance depois de perdê-la
só aprendemos depois que os erros foram cometidos,
que as oportunidades passaram,
que os anos foram estampando nosso rosto;
beijaríamos mais doce se soubéssemos que aquele
seria o último beijo;
gravaríamos a expressão do riso, o som do riso,
a leveza do riso, o porque do riso;
amaríamos mais quem nos importa do que
nosso egoísmo;
amaríamos mais.... e apenas isso nos salvaria
de uma vida comum.

Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e aos outros.

Nos julgamos ímpar e somos pares. Preferimos o controle, a manipulação do jogo, do jogo que joga sozinho com cada um de nós! Vida.

Então, nós todos somos importantes – talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.

John Green
O Teorema Katherine. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.

Somos um ou dois?
As vezes nenhum. E em seguida tantos!

Somos aquilo que acreditamos ser.

Existe uma energia disponível que nos ajuda a revelar a totalidade sobre quem somos, as partes de nós que tentamos encobrir com uma máscara.

Todo dia, inventamos alguma coisa falsa para evitar o sentimento de dor e vazio, e é tarefa do nosso ego dizer que nossa máscara está funcionando. Talvez sejamos alguém que vive fazendo piadinhas para evitar conversas sérias ou talvez nosso disfarce seja ser “intocável”, fingindo que não nos importamos com a opinião dos outros, quando na verdade cada pequena crítica é recebida como um golpe demolidor.

Não importa qual seja a nossa máscara, ela esconde sempre a mesma coisa: a verdade.

Quando encobrimos nossos medos, nossas inseguranças, nossos pensamentos e intenções nem sempre tão agradáveis, não conseguimos encará-los e superá-los. Quando somos honestos sobre as nossas características individuais que nos desagradam, não permanecemos ligados ou bloqueados por elas.

Separe um tempo para se fazer duas perguntas de vital importância: “O que estou tentando esconder? Que máscara estou usando?”

Nossa máscara é o que nos separa da Luz.

Quanto mais demolimos nossa fachada, tanto mais espaço criamos para a Luz!

Imagine um dia sem necessidade de usar nossas máscaras. Sem medos ou personas falsas. Sem esconder nada e sem precisar da aprovação de ninguém!

A verdade pode libertá-lo.

Somos irresistivelmente atraídos por quem vai nos trazer os problemas que precisamos para a nossa própria evolução.

Alejandro Jodorowsky

Nota: Publicado pelo autor na sua conta do Twitter @alejodorowsky