Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
O sábio diz que de nada somos donos, mas tão somente mordomos. Se fôssemos donos levaríamos quando da nossa despedida desse plano material. Verdadeiramente nada temos neste mundo, nem este mero corpo mortal.
Somos aferidos constantemente pela balança da eternidade, e o Eterno criador tem em suas mãos o fiel da balança. Cada um sabe de si, quando certo ou errado tem procedido no viver. Precisamos errar no varejo, porque errar no atacado é complicado assim viver. E muitos na sua altivez, ignoram fazer juízo de si, estufam o peito e com tantos defeitos, ignoram o porvir.
Mas o fim vem, sobre todos sim, e se eu me portar errado, ai de mim.
Misericórdia senhor, Eterno Pai celestial, Altíssimo criador.
Ninguém é igual a alguém, porque realmente um igual ao outro não tem. Indivíduos somos em meio aos bilhares que a este mundo vem.
Nenhum ser humano é pleno. Somos todos parciais. Se fazemos o bem, poderíamos fazer muito mais.
Como o ceder às tentações, volta e meia a compungir os corações.
Plenitude é atributo da divindade, humanos, se contentem tão somente num arremedo indulgente. Tudo não passa de vaidade.
Vivemos tenso, intenso e muita das vezes sem saber a extensão do nada ao qual verdadeiramente somos. Efêmera vida existencial. Um dia tudo acaba, bem ou mal.
Na escola da vida somos todos instruendos, o tempo senhor do destino, e as circunstâncias o instrutor.
Somos indivíduos, únicos em essência, portanto, não queiras medir uns pelos outros, porque não somos instrumentos de aferição da vida alheia.
Um naufrágo sem socorro invocar, assim somos nós sem poder gritar, submergindo em profundas águas desta vida, neste imenso mar.
Somos um todo, com um pouquinho de cada ser. Somos o nada, se não unidos no proceder.
Somos, somar, sempre amar e felizes ao menos tentar viver.
Ninguém está livre dos revezes da vida. Não somos donos de nada, apenas administramos coisas e cumprimos um tempo determinado aqui. Tudo vai passar, e nós iremos partir.
Tudo acaba repentinamente, nada nesta vida há de se perpetuar. Teremos momentos para sorrir, como também para chorar.
Eis que surge essa coisa chamada depressão, algo inexplicável, que nos tira o chão, fere a alma e o coração faz doer. Não tem como explicar, só quem vivenciou talvez possa compreender.
Que Deus o Eterno Pai celestial cuide de cada um dos que estejam agora aflitos, cansados e abatidos, com a alma em dor, sem forças para se reerguer. Que haja um novo dia, uma nova vida, esperança no amanhecer.
Miseráveis homens que somos, quando medimos os outros com a nossa régua de santidade ou moralidade , e julgamos nossos semelhantes como se fôssemos perfeitos. E não adianta a palavra nos advertir, que Deus não vê como nós humanos, porque na nossa presunção, achamos capazes de aferir a vida alheia como que tivéssemos o poder de esquadrinhar os corações.
Seguimos em viagem, lançados nesse universo infindo.
Somos átomos aglomerados, da poeira cósmica fomos formados. Estamos inseridos numa existência, completamente interligados. E não há nada e ninguém independente.
Somos partículas de um todo, muito bem ajustados.
Como nos desligar desse plano existencial, se dependemos uns dos outros e de todos os astros?
Cada ser celestial tem sua função no cosmo expandido. São bilhares de galáxias existentes.
E nada é injustificável. A perfeita maestria do universo, intriga nossa mente limitada. E a verdade diante de tudo isso, nós humanos não somos nada.
E você aí cheio de vaidade, achando que é muita coisa dentro da comunidade. Mas não passa de um sopro de vida, de apenas um instante. Diante da grandeza desse universo. O que é a sua vida perante as eras estelares? Ou as incontáveis gotas existentes no oceano? A vaidade passa e bem ligeira, Como a chuva que escorre na vidraça. Ou como as águas de um intenso temporal. Que vai e vem nos tempos determinados. Quero ter serena e mansa ombridade, reconhecer que não sou nada. E adorar o Eterno Criador, por tua graça em minha vida alcançada.
Não somos nada, realmente nada além de poeira amontoada. Somos partículas atômicas agrupadas, somos barro com arrogância exacerbada. Somos um sopro e mais nada. Qual barro na mão do oleiro, que amassa e refaz sua arte animada, que molda ao seu bel prazer e como lhe apraz ser adornada.
E essa liberdade tem o artífice criador, moldar o barro para desonra, ou faze-lo para o encher de honra e louvor.
A ignorância é peculiaridade humana. Ninguém sabe tudo e poucos sabem muito, entretanto, somos todos ignorantes. O problema todo é que alguns ignorantes se acham capazes de contestar o conhecimento científico sem nunca ter pesquisado ou debruçado sobre enigmas colossais, desafios até então intransponíveis a mente humana, no que concerne o aprofundamento de tamanha busca pelo conhecimento. São séculos de estudos acumulados para avançar o desconhecido.
Quantos ensoberbecidos, senhores de si. Quantos se achando poderosos neste mundo aqui. Somos meros mortais, subsistindo a natural sucumbência. Seguimos rumo a extinção de nossas consciência. Não há nada que possamos fazer, capaz de impedir nosso perecer. Estamos de passagem, seguimos em viagem. Destino presumido, porém humanamente ignorado.
Somos brasileiros no reino da demagogia, e regidos por uma poderosa imperatriz. Seu nome? Dona Hipocrisia.
Declaramos que somos religiosos (cristãos, evangélicos, católicos, espíritas, protestantes, calvinistas, anglicanos, luteranos, Wesleyano, etc) mas não somos capazes de ser verdadeiramente discípulos do Eterno Mestre Jesus o Cristo.
Que vergonha!!!
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