Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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A nao falar da capulana que virou moda em todo mundo pra quem querer e ver um tecido de vasta importancia no terceiro mundo e onde è consumida muito mais nas europas e americas nu so sentido de xplorar oque è nosso de direito. Mulatos usam e abuzam duque nao lhes pertencem fodas voces

Inserida por wezZumalat99

Se está um pouco acima do peso ou com algumas gordurinhas localizadas, evite roupas com tecido que grude, que marque, use tecidos mais encorpados ou que sejam leves, mas soltinhos. Outro truque é usar cinta para que as peças fiquem com um caimento melhor. Melhor investir em uma ou duas peças boas, que te valorizam, do que em peças baratas, com tecidos ruins... As magrinhas ou aquelas que tem um "corpão", também devem se atentar para qualidade das peças, para não parecerem vulgares, com todas as peças justas e curtas... Bom senso vale para todas, independente do tipo do corpo. O Mundo vê a aparência e, num primeiro momento, você é o que você veste, infelizmente. (Paloma De Déa - PLDD), em 27/12/13.

Inserida por PalomaDeDea

Chorei, porque amar é sentir que o teu tecido é costurado
pela beleza grandiosa do universo.

Poema Amor Imortal - Incondicional

Inserida por luizsommervillejr

Tudo que preciso agora é sentir a brisa leve de uma tarde de calor, com apenas um tecido leve e diáfano cobrindo meu corpo, os cabelos ao vento e os pés descalços correndo livres pelos campos dourados de trigo. Sem amarras e sem ressentimentos deixando para trás todas as pessoas egoístas, frias e materialistas deste mundo insano. Isto não é um convite e sim, uma ordem.

Inserida por Linastefanie

Às vezes... sei lá, acho que minha alma está encoberta por um tecido impermeável, pois quando olho para o espelho vejo apenas o reflexo de dias de trabalho, de relacionamentos frustrados, dinheiro contado, mas eu não sou isso que está refletido: há uma pessoa melhor, feliz, linda aqui dentro. Estremeço em cogitar a hipótese de nunca saber quem realmente sou, de nunca conseguir enxergar além de aparências.
[Invisível ao toque - Nat Bespaloff]

Inserida por invisivelaotoque

A gravata é só um tecido,não é ela que fará de te um h0mem responsável

Inserida por francisc0

A minha alma sente-se desnuda diante de tamanho vazio, e não há tecido que consiga cobri-la neste instante de intolerável dor!

Inserida por RuttFelippe

Maquiagem photo shop e tecido podem mudar quem você é por fora, mais o que você é por dentro ninguém é capaz de mudar.

Inserida por erlencouto

⁠“Como o tecido do universo é o mais perfeito e fruto do trabalho do mais sábio Criador, nada acontece no universo sem que alguma lei de máximo e mínimo apareça.”

Inserida por Pacheco777

⁠"...quando os fios se entrelaçam você pode estar se unindo ou se prendendo, o tecido da vida será construído de qualquer forma..."

Inserida por RicardoDihRibeiro

Meu tecido é delicado e o pernilongo um ávido costureiro!

Inserida por marialu_t_snishimura

Estendo o tapete com o tecido
com os pedaços de ninhos,
contendo essências
de canto de pintassilgos.
Um canto que torna
minha fé inabalável, pois emudece
o mundo, inundando-o de beleza.

Inserida por andrevilelaf

Protelei a ligar, vinte e duas
chamadas perdidas,
logo retornei, linha muda:
A cor do tecido,
a vista do horizonte,
o trajeto do trem,
o destino de um homem.

Inserida por andrepesilva

Popularidade é apenas um traje de tecido duvidoso.

Inserida por Liandi

⁠A vida é uma oficina onde bordamos com a linha do tempo o tecido rendado das memórias.

Inserida por ednafrigato

Meia-noite

"Quando entrei em meu quarto, me deparei com uma luz que transpassava o tecido da cortina imóvel de uma noite quieta, havia sons que não eram externos"

Inserida por PHTR

O tecido do destino é composto por cada fio de suas decisões.

Inserida por jailson_santos_2

A CRIAÇÃO ATORMENTADA

Por baixo do fino tecido que envolve o meu travesseiro, ouço os ensurdecedores brados das letras que me perseguem incessantemente. Fragmentos de vozes fantasiosas, segredos do invisível e confidências do desconhecido, em falas soletradas pelo próprio sussurro do vento, fecundam-se no vago silêncio da madrugada, tornam-se vivas, constrangem os meus quereres, compelem a minha alma, dominam o meu corpo e clamam por liberdade. Frases anotadas no breu da memória, e blocos de anotações riscados dentro do meu multiverso letrado. E entre o mexido remexido do meu corpo contorcido, textos lidos, relidos e cravados, como quebra-cabeças rabiscados permeando as dobras do meu lençol amarrotado.
Rendo-me então aos gritos de vogais, aos ecos de consoantes, aos advérbios de tantas formas, e as mil formas de orações. Beijo a tortuosa face da noite, despeço-me do assossegado aconchego do meu cobertor, e entrego-me ao martírio mediúnico de trazer todo o desconhecido à tona.
Divido-me em infindáveis interrogações, espantosas exclamações, e escudo-me atrás dos imorredouros reticenciados três pontos, que se forjam dispostos paralelamente em uma linha, ladeando uma expressão qualquer. Entretanto, no vácuo apressado de parir vidas letradas, a perfeição do ensaiado faz-se sempre aberrante ao intento do parto: escrevo em tempos inexistentes, crio adjetivos fantasiosos, e nem sempre recorro aos artigos. Açodado, mastigo ditongos e anseio vômitos de tritongos, entre soluços de hiatos. Engulo vírgulas, regras e normas. Cuspo exclamações, pontos finais, reticências... Mas, sigo em jorros gráficos, emudecendo todos os traços fônicos que ressoavam dentro de mim até desvelar o desbalizado limite da criação.
Normalmente, é quando as mãos doem, a coluna grita, a vista embaça, e as ideias se decompõem na fadiga mental. Inobstante, adiante do esgotamento da carne, existe ainda o além. O ilimitável impulso de seguir adiante da digladiação física e extrafísica. Pois, quando se reduz aos apelos do corpo, não é o suficiente para os anelos da alma, e os músculos costumam se vingar em espasmos inquietantes na cama, formigamento nos pés, e pontadas finas na parte inferior do abdômen, envoltos ao reavivamento das vozes conclamando por novas palavras.
Vai-se o sono, o cigarro, o café e o sossego, enquanto a verve retorna ao oriundo centro do nada, e tenta – a cada afronte da tela em que os olhos ainda entreabrem – uma nova palavra. Vencido o cansaço, as pupilas reabrem, as ideias ressurgem, o dia clareia e o corpo inteiro em uma junção milimétrica dos dedos fazendo letras pelas mãos, e delas nascendo histórias, tornando-se uma extensão continua e sem emendas entre a fantasia, as palavras, a magia e o mistério divino do prazenteiro ato sofrível de escrever.

Inserida por marcusdeminco

Resulto em pontos - ora no tecido, ora na pele, ora no coração, na alma.

Inserida por RafaelZafalon

Eu sou um tecido de muito boa qualidade, para me deixar ser tratado como pano de chão.

Inserida por gabrielbatistte