Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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Somos o ser ou somos o ter ....
Somos que temos ou somos o ser...
Somos máquinas ou somos racionas?
Perguntas tantas contradições...
Somos nossa ironia em nossa existência..

O futuro é uma extensão do presente que olhamos para o passado e contemplar o que somos diante do que seremos poeira das estrelas

Somos filhos da floresta negra...


Gritamos para o universo existimos para coexistir e contemplamos a vida.
O universo diz cale se ser decrépito.
A voz ecoou no silêncio de quem toma conta da própria existência.


Por Celso Roberto Nadilo
E o manifesto da floresta negra

Somos ilhas para os quais acreditamos nas lágrimas que derramou seja a verdadeira esperança que vive em nossos corações...

O mar profundo e ser abstrato...
Somos criaturas enigmáticas mais ate o abstrato tem sua beleza...⁠

Somos o abismo diante nossas convicções...


Nos calamos no próprio silêncio.


Somos surdos pois som de nossos pensamentos nos faz nos perder na imensidão...


A luz nos cega pois o lampejo é momentâneo a voz continua nossas mentes...


Para aqueles que compreende a música nas cabeça que cantamos o dia todo
Como escravos numa cenzala os gritos dor ecoam sobre as eras...
Ainda somos cativos?
A luz do celular da resposta...
A música ouve nos fones...
A tradução que desvenda sensações.
As correntes são horas extras...
O patrão vai embora para casa...
O sono chega o trabalho continua

Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.

O arco do feudalismo digital dado com força das elites do silício dominam o mundo...
Somos objeto que observam os observadores...
Entres esses a natureza do mundo sofre degradação e assoreamento do solo...
Será obstáculo para verdade ser dita pois ser contemporâneo nada mais é simplicidade abandonado de seu intelecto restando a carca para posteriormente ser estudado pelos filhos da alienação.

Frio da existência da construção da alma condena o espírito sem definição...somos manipulados no infinito de nossas vidas...

“Somos forasteiros em um mundo que não nos pertence. Quando o último dia chegar, não haverá tesouro capaz de acompanhar nossos passos; tudo ficará. Mas as lembranças que deixamos, estas, sim, terão força para atravessar os anos. Cada gesto, cada escolha, cada renúncia feita em nome do outro ergue uma ponte entre a nossa finitude e a eternidade da memória humana. Nada levaremos, mas podemos deixar marcas que nenhum esquecimento apagará"

Do Pó ao Infinito


Do sopro primeiro à poeira final,
Sem o Criador, somos palha no vento,
Um breve vislumbre, um traço mortal,
Um eco vazio perdido no tempo.É Nele que o barro ganha valor,
Na alma que pulsa e busca o infinito.Sem Deus, somos nada, silêncio e dor,
Com Ele, a vida é um laço bendito.

Todos somos escritores: alguns se aventuram a colocar suas histórias no papel, outros as guardam consigo para sempre — uns por escolha, outros por medo.

Somos consequência daquilo que "fazemos" e daquilo que "não fazemos".

Nós, Humanos somos ínfimos a nível de intelecto, uns mosquitinhos indigestos que se julgam senhores do universo, agentes de sabedoria vazia.

No relacionamento, quando aparece o “somos só amigos”, geralmente o coração já começou a escolher outro caminho...

Ninguém é molusco, anfíbio ou possui CID F22. Somos pobres de uma base ideológica inclusiva. Isso significa não ser débil, imbecilizado politicamente ou defender interesses de ricos vivendo em periferia, morro ou favela, acreditando pertencer a uma realidade que não é a nossa.
Mesmo sem dinheiro, temos algo que muitos fingem possuir através dele: dignidade. E isso não se compra. No fim, riqueza é apenas questão de perspectiva

⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?

Embora divididos, somos todos patriotas: uns sacrificam a própria cabeça pelo país, outros sacrificam o país pela própria cabeça.

⁠Quando, liquidados os motivos de revolta, já não sabemos contra o que nos insurgir, somos tomados de tal vertigem que daríamos a vida em troca de um preconceito.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

Queria não sentir o nó na garganta
Porque somos tão pouco
Porque Não somos escolhidos
Mesmo depoisde anos
sendo usada como um objeto de posse
Doi ficar esperando anos e anos por
Alguém que nunca quis amar
Mas prendeu em jaula sem porta e sem janela, mas pressa a espera de migalhas doadas a escondidas
Momentos que duravam apenas minutos mas que jurava ser eterno.