Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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Aprendi a não olhar pra trás.

Mesmo quando leio um livro, já não sinto o mesmo que antes. Agora, é como se alguém estivesse sussurrando para o meu coração, dizendo que não posso continuar assim.

Não se preocupe. Por mais que seu céu esteja coberto de nuvens, logo o sol irá sair. Ele sempre sai.

quando eu sentir sua falta, vou me lembrar dos momentos bons em que estivemos juntos e espero que faça o mesmo.

Seja você um exemplo vivo e desculpe os erros das pessoas.

Sabe por que você deve ser tolerante com o seu próximo que erra?

Primeiro porque você também erra e espera que os outros te desculpem. Depois porque o perdão é uma característica, bênção, faz um bem enorme e traz sempre uma boa lição.

Você deve ser tolerante porque nem sempre o que você julga como erro, é um erro. As vezes você interpreta errado, assimila errado! Tem mais: quem cultiva a tolerância sabe que a crítica é uma droga e pode destruir uma amizade, uma relação, uma pessoa. Antes de criticar, conte até 10!

Seja você um exemplo vivo e desculpe os erros das pessoas. Não há pessoas inteiramente más: há sim, na verdade, pessoas enfermas, ignorantes e que nunca foram amadas. Ah, como tem gente que nunca foi amado! Faça você a diferença na vida dessas pessoas.

Tudo o que você fizer de bom voltará para você! E em dobro!

Lembre-se que amar é um privilégio! Que nem todos têm! E você, por estar mais atento às suas limitações e querendo crescer, sabe que é preciso amar sempre, a tudo e a todos! Escolha ser feliz todos os dias.

Está mais do que na hora de exercer todos os seus dons, seus talentos e suas capacidades de amar, de perdoar, de servir e de ser tolerante com os mais fracos, viu?

Torne a sua vida e a vida das pessoas que caminham ao seu lado muito melhor, mais digna, mas gostosa de ser vivida!

A lua está cheia
Os sagitarianos estão inquietos
Procuram o encontro que não acontece,
No Bar que acolhe os discretos e os indiferentes

A lua está cheia
Mas os lobisomens não são mais os mesmos
As mulheres muito brancas não existem mais

Perderam-se em meio ao trânsito das metrópoles
Os sagitarianos estão inquietos,
Na noite de lua cheia,
no Bar do bairro de classe média,

No anonimato das mesas que não se comunicam
A lua está cheia, mas o Bar está no fim
Talvez alguém de outro signo apareça
Mas, o mapa astral diz que o dia não é hoje.

Pare de se encolher para permanecer em lugares onde você não cabe mais.

” — O que você quer ser quando crescer?

— Encontrado!”

⁠Ainda bem
que não morri de todas as vezes que
quis morrer – que não saltei da ponte,
nem enchi os pulsos de sangue, nem
me deitei à linha, lá longe.

Ainda bem
que não atei a corda à viga do tecto, nem
comprei na farmácia, com receita fingida,
uma dose de sono eterno.

Ainda bem
que tive medo: das facas, das alturas, mas
sobretudo de não morrer completamente
e ficar para aí – ainda mais perdida do que
antes – a olhar sem ver.

Ainda bem
que o tecto foi sempre demasiado alto e
eu ridiculamente pequena para a morte.
Se tivesse morrido de uma dessas vezes,
não ouviria agora a tua voz a chamar-me,
enquanto escrevo este poema, que pode
não parecer – mas é – um poema de amor.

Charlie Brown: Dizem que a força da gravidade é 13% menor do que era 14,5 bilhões de anos atrás.
Lucy: De quem é a culpa?
Charlie Brown: Culpa? Não há culpa
Lucy: O que você quer dizer “Não há culpa?” Tem que ser culpa de alguém! Alguém tem de tomar a culpa! Encontre um bode expiatório!

⁠Cê tem meu WhatsApp
Quando der vontade
Se sentir saudade
Se sentir carente
Ou lembrar da gente
Me chama que eu vou

Deram-me... como um presente de desaniversário.

Como é que isto se chama, afinal? Acredito que não tem nome... ora, com certeza não tem!

Pode olhar para a sua frente, e para os dois lados, se quiser, mas não pode olhar para tudo à sua volta... a menos que tenha olhos na nuca.

De todas as pessoas insatisfatórias que já encontrei...

Não pense que tudo acabou, porque quando você olhar para trás, perceberá que tudo foi apenas um ensaio do que estar por vim ainda.

Se tudo passa talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu fiz.

Mal a outra a pegava no colo, Aziza metia o dedo na boca e aninhava a cabeça no ombro de Mariam, que a embalava um tanto sem jeito, com um sorriso meio surpreendido, meio encantando nos lábios. Na verdade, nunca tinha sido tão querida. Nunca alguém lhe tinha declarado o seu amor de uma forma tão espontânea, tão sem reservas.
Aziza lhe dava vontade de chorar.
- Por que você entregou esse coraçãozinho a uma velha feia como eu? – murmurava ela junto à cabeça da menininha. – Hein? Será que não percebe que não sou ninguém? Sou uma dehati. O que acha que tenho pra lhe dar?
Mas Aziza balbuciava toda satisfeita, se aconchegando ainda mais naquele colo. E, quando isso acontecia, Mariam se desmanchava. Seus olhos se enchiam de lágrimas. Seu coração pulava de alegria. E ela ficava deslumbrada ao ver que, depois de tantos anos do mais absoluto desamparo, tinha encontrado, naquela criaturinha, a primeira ligação verdadeira numa vida em que todas as relações tinham sido falsas ou não tinham dado certo.
(Khaled Hosseini)

Eu não me governo
Sou minha empresa
Meu próprio governo
Meu amor
Sou eu mesmo

Eu invento tudo na minha pintura. E o que eu vi ou senti, eu estilizo.

Tarsila do Amaral

Nota: Revista Veja, fevereiro de 1972