Nos somos Culpados pelos nossos Sofrimentos
Nós somos dotados de inteligência, credibilidade, impulsos racionais e de visibilidade profissional; porém, cada um é responsável por encontrar o próprio conceito de como conquistar o seu sucesso e o primeiro passo é acreditar que pode.
Todos nós éramos jovens e hoje sabemos que somos velhos na fé: um legado para quem está começando a vida cristã.
Quão bom é ouvir músicas que nos ajudam a pensar no que somos, fazemos e pensamos, valorizando a nossa vida e o nosso tempo.
Um bom começo para outros perceberem que somos necessitados seria um sinal matemático com zero à esquerda na prova de desvalorização de relacionamentos.
Somos absolutamente dependentes de Deus e por outro lado, espiritualmente escravos dos demônios, quando desejamos fazer ambas as vontades.
Armadilhas mentais são criadas por nós mesmos, quando somos desprovidos de fé, de ousadia e confiança em Deus.
O fardo do tempo é que, além de lidarmos com o presente, somos
assombrados pelos vestígios do passado.
Na tela da existência, somos os pintores, com a mais bela oportunidade de poder escolher as tintas.
Somos a mão que ergue e que afasta, o reflexo do contraste na sombra, o caminhar seguro e a desilusão. Num mar raso de pensamentos, nos afogamos, sem mais desejar conhecer o amanhã. Ao sabor dos segundos, esquecemos de ser felizes, e perdemos quando deixamos de viver.
“A teia é um símbolo da coexistência; em cada entrelaçamento, somos lembrados de que somos parte de um todo, interligados em essência."
Opostos e Complementares - Parte I
Nós dois somos assim, pequenos magos de pequenos truques.
O seu desejo de pecado se contrapõe à minha fé. Afinal, de santidade você disse que eu entendo.
Mas ambos caminham lado a lado e é tudo o que nos escraviza; nosso futuro, nosso passado e nossa libertação.
Você sabe que eu me encerro no meu quarto e me permito todas as divagações, fantasias, obsessões, perseguições e que me viro de inventos, que eu mal me resolvo e me aguento.
Você sabe que eu sou desorientada pelos meus instintos, que um lado meu é meio de farsas e o outro é meio de aforismos.
Você sabe que eu sou de todas as misturas, que sou agridoce e também torta de limão. Que eu sobrevivo de paixão e também de anarquia.
Você também sabe que entre o seu signo e o meu existe uma possibilidade de veneno, que talvez te mate ou que talvez te salve.
Mas há de sobreviver o nosso pior porque os opostos se tocam sempre e sempre...
É inútil se afastar. Aonde quer que você vá não há retorno.
Aquilo que odiamos é o que somos...
Os mentirosos odeia mentiras e os fofoqueiros odeia fofocas...Eu não suporto mariquices!
Somos caveiras de passagem...
A massa que nos cobre é para expressar o sentimento que vem da alma...
Amiga, Todos nós somos vereadores. Todos nós somos perfeitos. Todos nós somos deputados . Todos nós somos senadores . Todos nós somos governadores. Todos nós somos presidente .Todos nós somos cidadãos que tem a obrigação de cuidar do bem comum. Em breve todos nós vamos decidir juntos... Os políticos é algo que está em extinção. Eles vão desaparecer aos poucos... em um futuro próximo nós seremos a maioria a dar o voto final. Nós teremos a decisão do nosso próprio destino, onde o que contará será o bem comum. Mais país, menos estado e menos políticos. Nesse futuro próximo teremos gestores públicos que vão criar leis e regras que todos vão escolher através de um aplicativo no celular. Esse aplicativo será chamado de urna eletrônica.
"Somos o que atraímos"
Tudo que nos cerca —
gente, gesto, energia —
não vem por acaso.
É reflexo, é espelho.
É a vida devolvendo aquilo que a gente nem percebe
que carrega por dentro.
Às vezes chamamos de amor,
mas era engano.
Às vezes chamamos de amizade,
mas era carência.
Às vezes chamamos de sorte,
mas era lição.
A gente atrai o que está em nós.
Permite, aceita, acomoda...
Por ingenuidade,
por burrice,
ou por aquela dor antiga que insiste em não ir embora.
Tem coisa que fica
porque a gente não sabe soltar.
Nosso maior inimigo?
Não é o outro.
É o “eu” que a gente esconde —
cheio de frustrações, de medos,
de preconceitos disfarçados de opinião.
Mas, acima de tudo,
cheio de complexos.
E são eles que nos travam.
Não deixam o espírito crescer.
Estamos aqui pra isso:
pra evoluir.
Pra entender que espiritualidade não é rezar bonito,
é se reconhecer pequeno e, ainda assim, caminhar.
É soltar o que dói,
é parar de se enganar,
é assumir quem se é —
sem medo de mudar.
Porque no fim,
a única missão do espírito
é se libertar de si mesmo.
E quando isso acontece,
a vida muda de cor,
de tom,
de direção.
A dor dá lugar à paz.
O peso vira leveza.
E o que antes te prendia...
já não te segura mais.
— Nereu Alves
