Nos somos Culpados pelos nossos Sofrimentos

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⁠"Ás vezes não são os outros, somos nós. Ás vezes não somos nós, são os outros. Mas seja como for ...ás vezes a gente precisa de um grande ponto final, ou reescrever o capitulo todo e mandar as virgulas pro caraças "

Inserida por jorge_pincoruja

⁠"A gente não deve permitir que o tempo passe por nós. Somos nós que devemos passar pelo tempo. Somos criaturas mortais com heranças de eternidade ...não somos relógios. Temos portanto o privilégio de passar no tempo como a canoa que desliza nas águas serenas de um lago. Somos a canoa e a eternidade é nossa."

Inserida por jorge_pincoruja

⁠Somos sementes de grandeza plantadas no solo fértil do universo…

Certamente, vamos embarcar nessa jornada de palavras que elevam a alma e reacendem o fogo interior. Imagine um cenário onde a vida se abre como um livro de possibilidades infinitas, onde cada página virada é uma afirmação do nosso valor inato. A introdução dessa aventura é um sopro de ar fresco, um convite a reconhecer que, sim, merecemos coisas boas. Não por sorte, mas por direito divino de existir e contribuir com o brilho único que cada um de nós traz ao mundo.

Habituar-se às bênçãos que a vida nos apresenta não é um ato de arrogância, mas de reconhecimento. É como regar uma planta que cresce majestosa, oferecendo sombra e frutos a quem pensou, por um momento, que nosso caminho terminaria no fundo do poço. Ah, como se enganaram aqueles que duvidaram! Somos fontes inesgotáveis de resiliência, prontos para saciar a sede de quem precisa de inspiração.

A humildade é a chave que nos mantém enraizados, lembrando-nos de que, embora sejamos substituíveis, nossa singularidade é insubstituível. Não há outro você, não há outro eu. E nessa dança cósmica, é vital lembrar: quando a verdade não pode ser provada por palavras, não há necessidade de levantar a voz. O CRIADOR, com sua sabedoria infinita, é o arquiteto da justiça, e tudo é revelado a seu tempo.

Devemos, antes de tudo, ser o melhor para nós mesmos. Tentamos ser o melhor para os outros tantas vezes, e percebemos que nunca será suficiente para todos. Mas quando somos fiéis ao nosso próprio potencial, o universo conspira a nosso favor. Cada esforço, ainda que não receba aplausos, é observado pelo CRIADOR, que vê e valoriza cada detalhe.

Escolher sabiamente quem caminha ao nosso lado é essencial. Rodeie-se de pessoas que mencionariam seu nome em uma sala cheia de oportunidades. Essas são as verdadeiras jóias, os imparáveis que, mesmo diante das falhas, continuam a marchar. Vencedores são aqueles que persistem, que não desistem, que veem no fracasso uma chance de recomeçar.

O sucesso não é um acidente, é o resultado de trabalho árduo, perseverança, aprendizado constante e amor por aquilo que fazemos. Cada sacrifício, cada noite sem dormir, cada momento de dúvida é um passo na direção certa. E, no final, enquanto contemplamos o caminho percorrido, percebemos que a maior vitória é ter vivido plenamente, com propósito e paixão.

Assim, concluo com uma certeza que nos deixa de queixo caído: merecemos, sim, as coisas boas da vida, porque somos sementes de grandeza plantadas no solo fértil do universo. E enquanto nos movemos com determinação, o cosmos inteiro dança em sincronia com nossos passos.

Inserida por mauriciojr

⁠Merecemos, sim, as coisas boas da vida, porque somos sementes de grandeza plantadas no solo fértil do universo. E enquanto nos movemos com determinação, o cosmos inteiro dança em sincronia com nossos passos.

Inserida por mauriciojr

⁠Na vastidão da existência humana, onde o efêmero e o eterno se entrelaçam, somos muitas vezes convocados a refletir sobre a essência de nossa jornada. Neste espaço de introspecção, surge a figura do Criador, cuja presença transcende o ordinário e se manifesta em cada pulsar da vida.

Inserida por mauriciojr

⁠Majestosa águia…

Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.

Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.

Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.

A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.

Inserida por mauriciojr

⁠Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se...

Há na humanidade uma espécie peculiar de fragilidade disfarçada de força, indivíduos que, em sua incapacidade de criar, buscam parasitar o que outros constroem. Como aves de rapina desprovidas de garras ou presas, não enfrentam, não lutam, não se lançam ao risco de conquistar por mérito próprio. Em vez disso, rondam incansavelmente aqueles que brilham, aguardando o momento oportuno para se alimentar das migalhas de sua queda. São almas que não possuem voo próprio, mas que se movem em círculos, orbitando o talento alheio, como satélites de uma luz que não lhes pertence.

Essas pessoas habitam uma existência marcada por um vazio silencioso, um abismo interno que as impede de enxergar sua própria essência. A inveja as consome, mas não a inveja do ódio estridente; é uma inveja sutil, quase patética, que se expressa na bajulação, na falsidade, no sorriso forçado que tenta disfarçar a vergonha de sua própria insuficiência. Vivem da energia dos outros, como parasitas emocionais, e suas vidas se tornam uma farsa contínua, uma peça teatral onde o ego é o protagonista e a autenticidade, o grande ausente.

No fundo, são dignas de compaixão, mas não de piedade. A compaixão verdadeira exige distância, exige a força de compreender que o vazio que carregam é um reflexo de suas escolhas e de sua recusa em enfrentar a si mesmas. Como bem dizem as escrituras, devemos amar até mesmo aqueles que nos desejam o mal, pois o amor é o único antídoto contra as trevas que habitam o coração humano. Contudo, amar não significa compactuar. É necessário manter-se firme, ser luz sem permitir que essa luz seja sugada por quem não sabe, ou não quer, resplandecer por conta própria.

Essas pessoas são movidas por um ego frágil e inflado, uma máscara que esconde a profunda insatisfação consigo mesmas. Elas gritam para serem ouvidas, não porque têm algo a dizer, mas porque têm medo do silêncio que revelaria sua insignificância. São frágeis, não no sentido de merecerem cuidado, mas no sentido de que sua fragilidade as torna perigosas. Não sabem construir, mas sabem destruir; não sabem criar, mas sabem roubar; não sabem brilhar, mas sabem apagar.

E, ainda assim, o que fazer além de seguir no caminho do bem? Não é nossa tarefa julgá-las, tampouco é nossa obrigação salvá-las. Devemos manter o foco em nossa própria jornada, protegendo nossa luz, fortalecendo nossas raízes, e permitindo que a verdade, como um rio, flua de forma natural. Pois a verdade é implacável: aqueles que vivem da farsa cedo ou tarde serão engolidos por ela. E quando isso acontecer, não haverá nada, nem ninguém, para sustentar o castelo de cartas que construíram. Restará apenas o vazio que sempre esteve lá, esperando para consumi-los.

No fim, a queda dessas pessoas é inevitável, não porque alguém a deseje, mas porque é a consequência natural de uma vida construída sobre ilusão e sombra. Que elas encontrem, nesse momento, a coragem que lhes faltou para olhar para dentro. Que o vazio, ao invés de as destruir, as ensine. E que, enquanto isso, nós sigamos sendo luz, não para elas, mas para o mundo. Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se.

Inserida por mauriciojr

⁠Entre erros e acertos…

Há momentos na vida em que somos convocados a sermos vilões em histórias que não escrevemos. É curioso perceber como, às vezes, sem intenção ou consciência, nos transformamos no espelho onde outros projetam suas dores, frustrações e carências. Não importa o quão genuínos sejam os nossos gestos, o quão sinceros sejam os nossos atos: algumas pessoas precisarão nos moldar em algo que justifique suas próprias narrativas. E isso não diz sobre quem somos, mas sobre o que elas precisam enxergar.

Aceitar esse papel é, antes de tudo, um exercício de liberdade. Não a liberdade que agrada, que se curva, que busca validação a qualquer custo, mas aquela que nos mantém íntegros, mesmo quando o mundo à nossa volta insiste em nos julgar. É melhor ser autêntico e incompreendido do que perder-se no labirinto de expectativas alheias. Porque, no fim das contas, agradar a todos é um jogo injusto — e o preço é sempre a nossa essência.

As opiniões que os outros formam sobre nós são, quase sempre, reflexos deles mesmos. Quem nos detesta sem conhecer, quem nos julga sem buscar entender, está, na verdade, lidando com suas próprias feridas, não com a nossa verdade. Não cabe a nós corrigir percepções equivocadas, muito menos abrir mão da nossa paz para justificar quem somos. Afinal, se alguém tem algo a resolver conosco, que nos procure. E se não nos conhece o bastante para isso, será mesmo que vale a pena carregar esse peso?

Entre erros e acertos, sigo aprendendo. Já tropecei, já decepcionei, mas também já amei, edifiquei e cresci. E, nesse constante aprendizado, a lição mais valiosa tem sido ser justo comigo mesmo: permanecer fiel ao que acredito, respeitar meus limites, e, acima de tudo, cultivar a paz que nasce do autoconhecimento. Que a minha autenticidade incomode, se for preciso. Porque a tranquilidade de viver sem máscaras vale infinitamente mais do que a aprovação de quem nunca enxergará além das suas próprias sombras.

Inserida por mauriciojr

Homens invencíveis

Quando crescemos somos a ensinados á não chorar, "porque homem não chora". Nos ensinam a não demonstrarmos os sentimentos mais profundos que carregamos dentro de si.

Um choro, um ato de demonstração de paixão, é ridicularizado até por nós mesmos, nos criam para sermos ogros, e depois pedem para demostrarmos os nossos gostos.

Se somos frios em nossa infância é porque estamos sendo homens, mas se crescemos e não demostramos carinho e afeto; somos homens insensíveis.
Não me ensine a ser frio, e depois me peça afeto, quando eu já estiver aprendido a ser frio.

Inserida por SergioPersi

⁠Os momentos de dificuldade são para nos fazer lembrar que somos totalmente dependentes de Deus.

Inserida por SergioPersi

Meu amor por ti é verdadeiro,
e somos um do
outro de corpo inteiro,
de alma pura.
Eu sei que tu
também és meu amor verdadeiro,
somos diferentes
somos humanos
erramos
acertamos
mas,sempre nos
amando
e nos respeitando.
Deus em primeiro lugar
pois assim
Ele irá nos cuidar
e nos abençoar.
Aprecio as máscaras,
elas possuem um 'ar' de
elegância e mistério...
Porém,para mim,
bastam que sejam
usadas por
uma noite apenas,
dias de folia,talvez...
Mas a realidade
é diferente,
sou sempre
eu mesma,
com crises,
carências,lágrimas,
gargalhadas,
emoções à
flor da pele,
digo e repito
sempre o
que sinto,
mesmo uns gostando,
Vivencio os meus dias
como uma pessoa comum,
horas quieta,horas falante,
às vezes me achando
linda,feia,gorda,magra.
Sinto tudo ao extremo,
Sou muito
Sensível,carinhosa,
manhosa,repetitiva,
pode até ser...
Mas,adoro o
meu jeito
de ser.
Não peço
que me aceitem,
apenas me
respeitem,
a graça,a dádiva
de viver
é sempre ser
Você!
Usar máscaras...
Jamais!
Porque um dia
elas caem,
mas em mim,
sempre verás
minha face,limpa,
verdadeira,e
porque não
imperfeita?
Erro,acerto,
sou falha,
não falsa.
Se eu amo,
amo com
intensidade...
Se eu sinto,
sinto com
verdade...
Do que adianta
tantas quantidades,
se eu quero
mesmo são as qualidades...
que já
encontrei,
em um
certo alguém...
Enfim,
Mesmo errante,
sigo adiante,
agradar a todos,
não faz meu tipo...
Agradar e acarinhar
quem eu amo,
faz mais
o meu estilo...
Posso até usar
uma bela máscara
um dia...
Só se for
contigo
em um baile
à fantasia...

Inserida por TatiBellaOliveira

As vezes somos abatidos de uma forma tão intensa e brutal,
que a recuperação dos sentidos, da razão e da fé:
Tornam-se quase irreversíveis.

Inserida por PensadorPoetaGG

⁠Quem realmente somos/Qual a nossa verdadeira ascendência??⁠

Inserida por PensadorPoetaGG

⁠Somos escravos de necessidades físicas e psíquicas. Algumas com torturas intensas.

Inserida por PensadorPoetaGG

Somos marionetes, alguns gostam de ser, alguns nem enxergam suas cordas, e outros Vêem mas não podem fazer nada, pois se cortarem suas cordas, cortarão sua vida.

Inserida por acucena_polizel

Não somos totalmente imunes à nossa natureza, nem totalmente escravos dela. No fim é isso que nos torna humanos.

Inserida por acucena_polizel

''Mãe é a alegria manifestada do amor que nos acolhe, à sua maneira, do jeito que somos. Mas com algumas ideias do que podemos ser. Em seus braços somos levados para a mira do seu olhar''.

Inserida por FlavioRibeiro

⁠Sobre o Ano Novo

Algumas datas acontecem em nós, mas em todas somos convidados, pela vida, para acontecer nelas. Que na contemplação do novo calendário, nos encontremos motivados a transformar, cada uma de suas datas, em dias comemorativos.

Inserida por FlavioRibeiro

⁠Umedeçamos nossas raízes

Diferente das árvores, porque também somos lugares, nossas raízes acontecem
descoladas do chão, no movimento das nossas andanças em busca de um nutrir-se.
Raízes são o que nascem de nós no encontro com o Outro, de nossas experiências, e nos
trazem/levam alimentos. Uma fé de também não crê, e uma esperança que também pode ser vista. E são tantas ramificações, fertilizadas por lugares outros.
Possa ser que independente do lugar que estamos, nossas raízes já tenham alcançado o além-mar/horizonte.
Elas não precisam voltar, porque estão ligadas a nós. E mesmo à distância, podemos umedece-las.

Inserida por FlavioRibeiro

Éramos dois pontos, uma reta era o que nos unia. Hoje somos um plano... Eu, você e o amor!

Inserida por izabel_teixeira_1