Nos somos Culpados pelos nossos Sofrimentos
Não sabemos a verdade...
Não entendemos a verdade...
não compreendemos a verdade...
não somos criadores da verdade...
Não desejamos a verdade...
Na verdade, somos êxodo de espírito em busca de um mundo bom de verdade.
Somos muito agradecidos por tudo aquilo que temos recebido em todas as ocasiões e em todos os lugares.
Somos ondas vibracionais, aprisionados em partículas...representamos a dualidade da luz!
odair flores
ACESSE A ETERNIDADE, AME!
Somos infinitamente miseráveis, pequenos, insignificante para o funcionamento do universo. Grãos de areia junto a ao mar da eternidade. Somos destacáveis pela voraz força da natureza. Nascemos e morremos com a mesma facilidade caótica. Somos como estrelas no firmamento, aos olhos dos homens, invisíveis são o nosso acender e o nosso apagar.
Todavia, quando a nossa existência tem como premissa servir a outros, fazer o bem e praticar a justiça, vivos ou mortos, somos e nos tornamos gigantes, arquétipos para um aprender eterno de uma humanidade sedenta de grandes exemplos para seguir...tudo passa, mais o amor permanece para sempre.
Há sim um segredo sagrado envolvido, para se encontrar razão para nossa pequena existência e para a felicidade, é o bem sublime que praticamos e o amor que oferecemos aos outros, em atos e não apenas em vazias palavras.
Evan do Carmo
"Somos um corpo essencialmente espiritual, envolvido por uma matéria frágil e limitada que sonha, anseia, sofre e morre". Luiza Gosuen
Realmente somos "marionetes" do sistema.Horário de verão é um simples exemplo,nos obrigam a adiantar 1 hora,para economizar gastos.Se conseguem mudar facilmente nossa rotina,acredita que não conseguem manipular nossas vidas.
• Nós não somos iguais, exceto em carbono, mas a prova estar nas digitais que somos diferentes e simples seres mortais.
O diálogo é a arma mais poderosa para a solução dos conflitos diários, até porque somos seres dotados de inteligência e, não seria de bom tom se comportássemos de outra maneira.
Nós somos as escolhas que fazemos,
ou melhor, que somos obrigados a fazer,
e se escolhemos viver,
que seja da melhor maneira possível.
Viver em si, não é fácil,
mas não se pode evitar a vida.
Porque nela há coragem,
há encanto, há força.
Somos formados de dúvidas e incertezas as vezes de claro e escuro. Sempre buscamos algo que parece impossível, buscamos, recanto, acalento pro coração e calma pra alma. Podemos ter isso tudo mas dependemos de sermos verdadeiros conosco.
Temos tudo aquilo que podemos dar, justiça na maioria das vezes, na lei da reciprocidade. É insano pedirmos algo que não estamos dispostos a dar. A confiança é o oposto da dúvida, está provoca os desencontros. Queremos confiar mas só entregamos dúvidas. Reclamamos da vida mas não entregamos nada de verdadeiro.
Fico devaneando sobre como seria, não planto duvidas mas prefiro confiar que o que há por vir sempre vai ser exatamente aquilo que posso dar.
O lado vagabundo do estreito ordinário se coloca por vez ao sol. Sobre luzes por ele desconhecidas, só se faz presente alimentado de sangria nos olhos. Lá dentro da alma, é responsável pelo equilíbrio e defesa, onde a palavra meiga já não transmite toda força.
Sem ventos, parte pra cima, como a cólera mas cega e de seca, com frieza. Seu único freio é o tempo, no click do relógio se recolhe sem olhar pra trás a devastação que causou. Agora, sobre o olhar incrédulo do seu lar, o cenário se revela silencioso e moroso. Com a leveza das mãos ergue uma lasca de ripa e finca. Ali pretende reerguer sua nova morada sempre avisando do perigo do tempo.
Nós apenas somos lembrados por tudo que fizemos quando morremos, por isso, sempre faça o bem. Mostre para as futuras gerações o que deve ser feito a partir de seus atos.
