Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo
"O elemento pode ou não existir ao mesmo tempo.
Norte transmuda sul ou, branco transforma-se preto.
Nada é concreto."
"Dual espaço ao mesmo tempo ou, superposição, nos traz a vivência atrelado a chatice e a paciência.
Logo, o melhor é ficar calado,
isolar-se e observar alteração do observado."
"Invisível ao indivisível
em simetria dual em reversão ao tempo.
A intermitência a dilatação
às condições iniciais."
"Não existe essa de ter pressa,
no tempo certo acontecerá.
Apesar dos erros e desacertos,
você só tem que se cuidar,
faz parte, persista e insista.
E nunca desista."
"O tempo,
ele é meramente uma variável,
logo não existe.
Simplesmente uma reflexão a vida e uma explosão de significado."
“Silêncio não significa omissão,
ou talvez tudo em todo lugar ao mesmo tempo,
e não esteja apto a entender a outra versão.”
“Logo, o tempo dobra
e você achar-se-á sozinho,
por mais que faça de tudo
e a todos.
Mesmocom ou sem,
o afeto serápericlitante e dúbio.”
“O tempo não existe,
logo o passado não nos pertence,
a essa força reverso
a inversão a atração.
Pois, adversidade da vida
é para ser solucionada,
mas a realidade
é para ser vivida.”
"O tempo, é uma variável,
logo não existe.
Refere-se apenas a uma ponderação
existencial a uma explosão de significado.
Portanto o passado, presente
e futuro coexistem
em divergentes partes e forma inacessíveis
em diferente espaço-tempo."
“Se a falta de tempo não existe,
então o próprio conceito é uma ilusão;
onde uma variável contínua no intervalo
espaço-tempo perpétua,
a ausência de interesse
da
existência”
"Viva em modo: meteorologista, prevendo o tempo,
mesmo porque ele não existe,
ele está passando.
Aproveite!"
NOVA FACE
Houve um tempo que este silêncio me incomodava,
O passado desfilava belo e elegante,
Diante de sintomas, que desfaleciam o meu presente,
Pensei que isso era ficar velho;
Pensei que este era o pensamento de quem envelhece.
Olho a lua tranqüila, entre nuvens que passam...
O silêncio hoje é meu aliado;
A noite tem segredos inconfessáveis
E o silencio conspira de uma forma misteriosa
Para esse momento lúdico e profícuo
Houve um tempo que, o silêncio gania como uma alcatéia
E eu me encolhia num momento qualquer da infância,
A procura do Batman e do Robin, para um tipo qualquer de defesa...
hoje o silêncio chega vertiginoso,
E eu me equilibro a mil metros de altura,
Numa espécie de slack line emocional,
Há um eclipse meu, comigo mesmo
Onde surge uma nova face,
calma e insensata, cúmplice de todos os silêncios...
meus cabelos pratearam
mas minha paixão se arrasta
feito criança
e o tempo que eu tenho
é o que me resta de esperança...
O HOMEM É ETERNO
o tempo... o que é o tempo? a manhã que me espere...
beijei o coração da serpente,
as trevas me envolveram em mil noites...
o tempo que desespere,
minha janela se alimenta de luzes,
constelações, satélites e cometas
luzindo nas minhas letras,
beijei o coração da naja...
e haja emoção, haja Cleópatra,
haja Egito, Maria bonita e Lampeão,
para o meu coração aflito e só..
o que é o tempo, o homem é eterno
é invunerável, é imortal,
venceu tempestades, dinossauros, meteoros...
tempo... o que é o tempo? Amanhã que me espere...
“OI”
Estive, já há algum tempo pensando, o que o neon tem a ver com fantasia? As luzes brincam nos nossos corpos desviam nossas atenções de mãos estendidas, de ambiguidades que de uma forma ou de outra ainda ainda chocam, porque não estão intrínsecas em tudo o que recebemos de berço. O neon brilha e tem seu fascínio, encanta a multidão e a subjetividade de cada um; e de cada solidão, engana; é o centro da cidade. A catedral imponente com suas torres, seu estilo gótico, as praças com seus artistas anônimos, as galerias com suas joias e suas lentes e cada um de nós como uma partícula única de um conjunto indecifrável de um jogo e cada gesto, cada olhar cada caminhar, cada vestir é uma linguagem, e nessa discussão do “oi, eu estou aqui” ninguém se fere ou será assassinado por absurdo que possa parecer cada presença. Até que mãos frageis de um olhar pálido de uma inanição eloquente grite por tua atenção, então a catedral badala seus sinos e o neon é como o clarão de uma bomba H arremessando seu cogumelo e estilhaçando vidraças de edifícios luxuosos, mas já nos acostumamos com esse tipo de explosões; nada que um suco e um salgado não resolva e voltamos ao fascínio do neon e ao flerte do “oi, eu estou aqui...” e mergulhamos de cabeça no consumismo que nos consome.
A OUTRA MARGEM
Se eu soubesse de mim há muito tempo
não teria perdido tantos ocasos;
me perdi nos olhos de gurias farsantes, acanhadas e recatadas;
em seus sorrisos de pérolas,
ou nos perfumes de rosas campestres de suas presenças.
Do outro lado do rio, onde caía todas as pipas,
onde se escondia o resto do arco- Iris
e o sol cochilava no final de tardes tépidas de verão
morava um outro eu.
Mas vovó falava de um lobisomem daquele lado.
Eu chegava à sua margem e acenava àquela silhueta magra do outro lado;
a noite sonhava com uma trilha de pegadas gigantes
e imaginava uma figura horrenda
acordava afobado, rezava o credo
e corria pro lado de mamãe na outra cama .
um dia um balão caiu no outro lado do rio
e incendiou parte das minhas fantasias,
mas eu já conhecia o perfuma campestres de rosas
e o sorriso de pérolas de algumas gurias.
Agora percebo que as pipas gostam de transpor fronteiras
e as vezes o vento sopra para o nosso lado;
os ocasos jamais se perdem,
eles ficam de uma forma ou de outra guardados em nossos olhares
e quanto aquela silhueta magra
que me acenava do outro lado do rio;
o meu outro eu, me impõe uma única dúvida:
quem é a outra margem??
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