Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo
Quando alguém passa por necessidade é melhor dar um pouco
do que não emprestar nada.Isso faz uma enorme diferença.
Insisto algumas vezes, e se houver encantamento insisto mais um pouco. Mas não posso obrigar as pessoas gostarem de mim. Então desisto.
São tantos esforços em colisão pra que ao mudar um pouco todos os dias, não deixe jamais de ser eu mesmo.
Eu não sei como começar. Não sei o que falar depois. Pode ser um pouco de loucura, mas não enxergo quase palavra nenhuma, e, quando ocorre, me perco em modos de como decifrá-las. Não ouço as batidas, e o ritmo de outrora agora é vão como ecos do que não foi dito, pouco digerido. Apenas a descrição de um momento.
Já é tão comum me encontrar prestes a ceder às armadilhas da própria mente. Disfarço a contradição com silêncio, a incerteza com frases doces, pra demonstrar necessária força em entender e desprezar. Dói demais ter sempre o que falar.
Era paz aos olhares alheios de insinuações pouco baseadas na intensidade da realidade. Para alguns preocupação ignorada, e a maioria nem sequer importância davam. Desenhava, entre as grades, pelas faces e tocável céu onde pudesse letras formarem versos, curtos ou longos, mas de expressões decodificadas para clara interpretação da agonia.
Para todos alguém que muito ria, para ele uma alma vazia. Corpo frágil de confinação, tão próximo do enleio mental quanto pudessem se atrair por suas frustrações.
Pouco entendiam do que ele falava, por isso terminava sempre no chão entre as palavras, se pisadas pouco importava, a vociferação ecoava por dentro do ouvido encostado ao chão. Bastava só uma ilusão que os fizesse voltar para onde o desvario lhes assegurasse o não enfrentamento da desolação, mas se afastavam sempre mais da razão.
Os que sempre insistiam na psicose como guia, invertiam as posições, e a coragem ansiava por alforria, que consigo levava e alimentava o prenúncio do amanhecer que nunca via, fosse isso então a confirmação de não mais noite ou nunca dia.
"Antes que eu vá, te entrego meu silêncio, por tudo aquilo que não ousei falar. No pouco revelado em cada fragmento, a síntese de uma alma que sozinha, segue seu fluxo, sem a nada ater-se, e a nada se apegar". (Fragmentos do Mentor Virtual - Campinas-SP - Nov/2011).
UM POUCO DE HUMOR Dizem que tudo que vai volta. Certa feita emprestei um dinheiro e eu acho que ele se perdeu no caminho porque nunca voltou.
UM POUCO DE HUMOR - Você empresta um dinheiro forte e saudável capaz de comprar muitos produtos diferentes, quando ele não se perde no caminho, volta tão enfraquecido que mal consegue comprar um único produto, se ainda estiver em promoção.
Se os porcos fossem eleger seu representante, votaria em quem lhe da comida, pouco importando se essa comida é uma "lavagem" e que muitos dos seus já foram levados ao abatedouro pelo seu tratador.
Pouco adianta a vida oferecer muito se impomos condição para receber. O que VEM de mão beijada não tem o compromisso de FICAR.
Mediocridade é viver até aos 18 anos, vegetar até aos 70, não empreender nada de útil, pedir pouco da vida e não aproveitar nada que a vida oferecer.
Quando estou só, aproveito meu próprio silêncio para dialogar comigo mesmo, saber um pouco mais de mim, o que tenho feito
e em que posso melhorar.
O sucesso nunca me subiu a cabeça, no lugar do sucesso subiu muito conhecimento e um pouco de sabedoria.
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